A FARSA DA VIDA

"FARSA, A VIDA É UMA GRANDE FARSA, MAS QUEM DISSE QUE NÃO É, COMO NEGAR!, SIMPLES SENDO MAIS UM FARSANTE."

quinta-feira, 7 de junho de 2012

BRASIL, UM ESTADO FASCISTA DE FATO - DIRETORA DA ASSOCIAÇÃO PARA A PREVENÇÃO A TORTURA NA AMERICA LATINA E PAÍSES DA ONU DENUNCIAM O BRASIL COMO PAÍS PRATICANTE DE TORTURA E COM UMA DAS POLICIAS MAIS VIOLENTAS, ASSASSINAS E EXTERMINADORAS, AGORA IMAGINE SE ESTAS PESSOAS E ESTES ORGANISMOS INTERNACIONAIS DEFENSORES DOS DIREITOS HUMANOS E CIVIS, CONSEGUISSE SABER DE TUDO QUE ACONTECE REALMENTE NO BRASIL, PRINCIPALMENTE EM MATÉRIA DE DESRESPEITO, VIOLAÇÕES, ULTRAJES E USURPAÇÕES DOS DIREITOS DE TODOS OS INDIVÍDUOS PERTENCENTES AS "CASTAS" DOMINADAS, LEIA-SE POBRES, NEGROS POBRES, MINORIAS DESAMPARADAS, "DESAPADRINHADOS" E "DESERDADOS" PELO SISTEMA AQUI DOMINANTE E PELO SEUS INSTRUMENTOS DE DOMINAÇÃO O ESTADO OFICIAL E PARA-OFICIAL, E SUAS INSTITUIÇÕES IDEM.


Brasil está quatro anos atrasado no combate à tortura, diz Sylvia Dias
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A diretora da Oficina para América Latina da Associação para a Prevenção da Tortura da cidade do Panamá, Sylvia Dias, afirmou que o Brasil está quatro anos atrasado no combate à tortura. Segundo ela, o país assinou o acordo internacional em janeiro de 2007, se comprometendo a instaurar dentro de um ano o Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (MNPCT), proposto pela Organização das Nações Unidas.
Sylvia Dias informou, que 7 países da America Latina já designaram seus MNPCT, dentre os 14 países que ratificaram o protocolo assinado com a ONU.
Para ela, o projeto de lei do executivo (PL 2442/2001), que tramita na Câmara dos Deputados, instituindo o Sistema Nacional de Prevenção e Combate à Tortura, é o resultado de um diálogo aberto e participativo.
- O protejo não está baseado em denúncias, ele vai fomentar uma discussão com enfoque das causas da tortura e como agir para evitar os maus tratos em casas de detenção de pessoas, afirmou Sylvia Dias.
Ela participa da audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), na qual está sendo debatido o Mecanismo Nacional de Proteção e Combate a Tortura.                                   Países da ONU recomendam fim da Polícia Militar no Brasil

DA EFE
O Conselho de Direitos Humanos da ONU pediu nesta quarta-feira ao Brasil maiores esforços para combater a atividade dos "esquadrões da morte" e que trabalhe para suprimir a Polícia Militar, acusada de assassinatos.
Esta é uma de 170 recomendações que os membros do Conselho de Direitos Humanos aprovaram hoje como parte do relatório elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre o Exame Periódico Universal (EPU) do Brasil, uma avaliação à qual se submetem todos os países.
A recomendação em favor da supressão da PM foi obra da Dinamarca, que pede a abolição do "sistema separado de Polícia Militar, aplicando medidas mais eficazes (...) para reduzir a incidência de execuções extrajudiciais".
A Coreia do Sul falou diretamente de "esquadrões da morte" e Austrália sugeriu a Brasília que outros governos estaduais "considerem aplicar programas similares aos da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) criada no Rio de Janeiro".
Já a Espanha solicitou a "revisão dos programas de formação em direitos humanos para as forças de segurança, insistindo no uso da força de acordo com os critérios de necessidade e de proporcionalidade, e pondo fim às execuções extrajudiciais".
O relatório destaca a importância de que o Brasil garanta que todos os crimes cometidos por agentes da ordem sejam investigados de maneira independente e que se combata a impunidade dos crimes cometidos contra juízes e ativistas de direitos humanos.
O Paraguai recomendou ao país "seguir trabalhando no fortalecimento do processo de busca da verdade" e a Argentina quer novos "esforços para garantir o direito à verdade às vítimas de graves violações dos direitos humanos e a suas famílias".
A França, por sua parte, quer garantias para que "a Comissão da Verdade criada em novembro de 2011 seja provida dos recursos necessários para reconhecer o direito das vítimas à justiça".
Muitas das delegações que participaram do exame ao Brasil concordaram também nas recomendações em favor de uma melhoria das condições penitenciárias, sobretudo no caso das mulheres, que são vítimas de novos abusos quando estão presas.
Neste sentido, recomendaram "reformar o sistema penitenciário para reduzir o nível de superlotação e melhorar as condições de vida das pessoas privadas de liberdade".
Olhando mais adiante, o Canadá pediu garantias para que a reestruturação urbana visando à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016 "seja devidamente regulada para prevenir deslocamentos e despejos".