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É fato que o direito de uns não pode se sobrepor ao direito dos outros ainda mais quando se vive socialmente!

Apesar de clichê, o senso comum e a razão esclarecida, diz que, o direito de um indivíduo termina quando começa o do outro, não só por uma questão de justiça moral como legal, para que quem reclama seus direitos tenha razão tanto quanto consciência das limitações destes e assim não extrapole, viver em sociedade e ser minimamente racional ou seja, racionalmente evoluído ou civilizado, passa obrigatoriamente por essa condição. Ser um antivacina pode até ser um direito individual mesmo que seja também uma estupidez, mas desde que se viva totalmente isolado, do ou no mundo, mas não é um direito social quando se convive em sociedade, por mais que se questione a sociedade e suas mazelas, e ser um antivacinas ainda mais em uma pandemia onde todos estão sujeitos a serem atingidos e quando se sabe que comprovadamente que às vacinas, não só é a melhor como a única alternativa para se proteger de certas doenças, ser um antivacina, mais que um contra-senso ou uma demonstração de irracionalidade, é uma agressão ao direito alheio e a racionalidade de uma espécie que se diz racional como a espécie humana.