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A violência ativa ou passiva, física ou cultural, é a explosão de todas as mediocridades, às mazelas e às inferioridades de uma nação!

A violência no Brasil e de seu povo é muito mais que só pontual, como ocorrem em maior ou menor escala nos outros países por motivos específicos que gera ou produz a violência, diferentemente do Brasil que histórica e culturalmente forjou um povo e uma sociedade extremamente violenta cruel e sadica, além de outras mazelas moral e cultural, e isso é uma condição que foi só piorando ao longo do tempo desde seus primordios de colônia, mesmo que das matrizes colonizadoras a portuguesa não tenha sido tão violenta quanto a espanhola que dizimou civilizações latino americanas históricas, como a inca, asteca, maia e outras, além das etnias indígenas, e as nações de colonização espanhola não tenha sua violência cultural e histórica, mas nada se compara ao Brasil, que não por acaso está entre às três nações mais insegura e violentas do mundo, além de outras mazelas e inferioridades. A nação brasileira nasceu violenta mas foi ao longo da sua história ficando ainda mais violenta, ou seja foi piorando o que já era péssimo, a violência como se sabe é a explosão de todas as mediocridades mazelas inferioridades e primitivismo cultural intelectual étnica-cultural, mas principalmente moral de um povo ou uma sociedade, também não é por acaso que mesmo protagonizando os crimes mais violentos, bárbaros e sádicos que possa existir, o brasileiro e sua sociedade, independente da etnia, do seu nível social e intelectual, ele é violento em todos os sentidos do ativo ao passivo, as práticas dessa violência pode até variar em alguns métodos, da física e direta a discriminatória, excludente, segregativa ou perseguidora, mas está presente desde na próprio vítima de tudo isso que também aplica contra seus semelhantes, aos integrantes das instituições principalmente do estado, que se veja nas polícias, no judiciário e nos políticos e governantes com seu comportamento despotico autoritário arbitrário e intolerante, o fato é que no mínimo todos tem como hábito relativizar, ignorar, minimizar e com isso ser complacente condescendente conivente e até cúmplice, por ação e inação ou omissão, dessa violência cultural estrutural institucional mas principalmente moral, e as vítimas como sempre são os mesmos, ou seja, são aqueles que menos pode se defender, os mais fracos e os mais vulneráveis dos pobres e miseráveis aos indígenas, a cultura discriminatória, excludente, segregativa, opressora, escravocrata enfim violenta, é o que sempre prevalece em uma nação de seres primitivos e inferior como é a nação brasileira.