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A civilidade de uma nação não depende de um poderio militar ou econômico!

 Não é preciso ser nenhum estudioso ou especialista para saber que os Estados Unidos, não é uma nação civilizada por mais desenvolvida tecnologicamente e mais poderosa econômica e bélica, isso só demonstra que poder econômico bélico e tecnológico não significa necessariamente evolução moral mas principalmente nas questões social e conceitos civilizatório. Essa semana a suprema corte americana deu mais uma prova do subdesenvolvimento cultural ou civilizatório dos americanos, na questão do direito das mulheres ao aborto, no uso e porte de armas e na questão da separação entre estado e religião. Os Estados Unidos é uma nação fundamentada em conceitos extremamente primitivos e falso-moralista, uma nação que não consegue viver sem sequer discutir valores por demais ultrapassados, inclusive já abolidos por outras nações emergentes, a tríade Deus, pátria e família, que os americanos tanto exaltam, essa tríade é um dos principais clichês usados pelo fascismo. A força agressiva e opressiva muito usada pelos americanos para manter seus interesses geopoliticos, tem reflexos no dia a dia dos americanos no uso indiscriminado das armas, talvez seja pela sua incapacidade civilizatória especialmente na convivência sem sua ostentação de poder pela força, não é por acaso que internamente acontece tantas e tão corriqueiramente tragédias de massacres fazendo uso de armas, e externamente os Estados Unidos, assim como a Rússia, têm tanta ambição expansionista com opressão e guerras. Existe uma máxima que diz, 'Jamais se muda a cultura de um povo, no máximo se traveste!' e isso é fato pois ela sempre estará lá latente e pronta para vim a tona e nos piores momentos.