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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Uma vadia togada "juizeca" amiga das famílias de riquinhos procriadores dos seus mongolóides pet-monstros de estimação, que praticaram as piores barbaridades, atrocidades e bestialidades, contra o cãozinho Orelha e seus amigos na Praia Brava, Florianópolis, Santa Catarina, essa déspota tirana togada, resolveu dar uma "carteirada" para proteger os monstrengos aborrecentes retardados, assassinos sádicos de animais inocentes e indefesos, e se achando a toda poderosa, por ter uma caneta na mão e uma toga, essa escória de toga proibiu que as fotos dos monstrengos assassinos sádicos e projetos de "terrorista social" fossem publicadas na Internet e às já publicadas, fossem removidas pelas redes sociais, a vadia togada se lascou, o tiro saiu pela culatra e foi aí que os internautas reagiram e expldiram publicações, com exceção de alguns cagões, tem sempre os mijões e cagões que tremem, que deixaram de publicar ou respostar, compartilhar, as fotos dos pet-monstros. Para dar uma resposta a vadia despota togada vamos unir todos que gostam dos Animais e transformar a infame e maldita vida destes pet-monstros sádicos assim como de todos os demais vermes, excrementos e escórias humanas, que maltratam os animais, em verdadeiros infernos para que estes lixos tóxicos sintam na pele todas as covardias, maldades, atrocidades e barbaridades sádicas que eles usaram contra seres inocentes, ingênuos e indefesos contra a maldade humana, como são os animais, de maneira que os covardes, vermes, excrementos e escórias humanas desejassem terem morridos de tanto sofrimento, que apliquem neles a verdadeira justiça a salomonica 'olho por olho. dente por dente!'

 

https://wwwanarchynow.blogspot.com/2026/01/como-os-monstros-de-estimacao-que.html

https://wwwanarchynow.blogspot.com/2026/01/estes-sao-os-monstros-legitimos.html





















O filósofo alemão Friedrich Nietzsche, que era um crítico ferrenho da cultura alemã, certamente vomitaria diante da subcultura alemã dos catarinenses

 O caso da atrocidade, da barbaridade e bestialidade, praticada contra o cãozinho Orelha e seus companheiros, em Santa Catarina, pelos monstros de estimação de seus procriadores, além de não ser um caso isolado por não ser o primeiro praticado por estes excrementos e escórias humana, também parece ser parte de um comportamento social doente desse estado que se julga superior ao lixo do qual pertence essa repúblqueta bananeira chamada Brasil ou Bostil, Bananil, Primatolândia, Chimpanzil, Cornolândia ou Togadistão, Narcodistão. 

Diversos casos ao longo dos anos e até de sua história, já vieram a público, como por exemplo a matança de cães para venda e consumo da carne embutida de cães, denunciado anos atrás, episódios de preconceitos contra pessoas de outros estados, principalmente do norte e nordeste do Bostil. 

As castas dominantes e suas elites privilegiadas podres do Bostil parece ter encontrado nas cidades do estado como Camboriú, Itapema e Florianópolis, sua vitrine e o refúgio perfeito do que existe de mais podre, mais escravocrata, mais segregativo e mais discriminatório da cultura primitiva e inferior do Bostil, Bananil, vulgo Brasil, e seus bostileiros, o comportamento de ostentação como auto-afirmação da elite podre, é uma prática comum a seus integrantes. 

O estado que por ter uma descendência da imigração de alemães, se acha a "Alemanha dos trópicos", a impressão que se tem é que os alemães que vieram para Santa Catarina foram "exportados" não só pela crise da Alemanha no final do século 19 até a segunda grande guerra, como também por ser a escória os indesejados de lá, pois seus "descendentes" no Bostil, Bananil, vulgo Brasil, demonstram ter os piores resquícios cultural, moral e ético da cultura alemã. 

Se o filósofo alemão Friedrich Nietzsche, que era um crítico ferrenho da cultura alemã, se vivo fosse o que ele não diria então da subcultura alemã que migrou para o Bostil, Bananil, vulgo Brasil, que inclusive tem até um sentimento de eugenia muito mais pela pele desbotada que tem, do que por alguma qualidade e virtude cultural.