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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Vivemos cada vez mais uma situação paradoxal de gerações e principalmente das pessoas que tem do que se lembrar pela consistência históricas das coisas que vivenciaram, onde o saudosismo mais que só uma memória afetiva, por identificação, mas também como um porto seguro para viver de forma minimamente saudável e não ser dragada pelo descartável, pelo pasteurizado, pelo sem identidade, sem história e sem vida, das gerações atuais que certamente não terão nada de positivo como referência, mas também não sentirão falta pois sua vida é um eterno mundo de culturas descartáveis para consumo imediato e rápido, tudo preparado para mover a máquina do sistema que o adestra, aliena e manipula. As gerações ultimamente vem sendo adestradas, alienadas e manipuladas pelo sistema, para ser seres literalmente desmemoriadas e "acéfalas" propositalmente, ou zumbis social que se comportam como manadas só para consumir e consumir só o descartável, o pasteurizado, o lixo cultural de fácil produção e reposição rápida impulsionada pelos modismos, na guerra pelo consumo imediato para suprir suas inseguranças e carências de atenção e afirmação, a ostentação, seja podendo ou não ostentar, se transformou em uma "moleta" de personalidade ou a total falta dela, dos bilionários que degladiam para mostrar que tem o maior, o melhor, o mais potente, o mais bonito, o mais moderno e mais caro, iate, jatinho ou "jatão" de luxo, o carro esportivo exclusivo, as mansões e coberturas mais cinematográficas, já os novos ricos e emergentes do terceiro mundo tentam imitar os bilionários mas guardadas as diferenças de valores de suas ostentações, enquanto os classe-média, principalmente terceiro mundista, se endivida até às próximas gerações, deixam de comer bem, não gastam um centavo para sequer informar muito menos aculturar-se, para ou ter uma qualidade de vida digna, tudo para ostentar o que não pode só para aparecer nas redes sociais com um veículo que não pode sustentar, com eletrônicos como o iPhone, bebendo cerveja de pobre do primeiro mundo, usando roupas de grife duvidosa, viajando para locais badalados, frequentando festas com psudas e subcelebridades etc, tudo dividido no cartão só para aparecer nos sites de fofocas das psudas e subcelebridades, e claro nos Instagram e TikTok pessoal. Essa é a cultura das gerações de acéfalos e dos carentes e dependentes.

O que é que você faz e quem é você um ser único capaz de pensar e agir com sua cabeça ou não ou um ser que não passa de mais um copiador ou repetidor do pré estabelecido e vendido como ideal e inexorável de vida, pelo sistema e a sociedade hipócrita, maniqueísta e falso-moralista, programada e aparelhada para decidir tudo em sua vida fazendo você não passar de mais um fantoche e marionete que acha ou finge achar que está no comando de sua vida, só para não admitir que é mesmo um fantoche e marionete do sistema e da sociedade e seus falsos conceitos de valor moral e material. Quantas desculpas, se é que sequer chegou a tanto, você inventou para não questionar ou contestar algo que você faz, seja para dar satisfação a sociedade se esforçando para se inserir no contexto social, seja por lhe faltar coragem e atitude para se comportar diferente ou fazer algo que você gostaria. Em algum momento você já se questionou como você se comporta se auto reprimindo, indo até contra seus instintos naturais, ou o que fez ou faz, é por que você queria fazer ou foi induzido, adestrado ou manipulado consciente ou não, a fazer. O pior dos cabrestos é o dos falsos conceitos de valor moral, ou o falso-moralismo, que alinhado com a hipocrisia, o maniqueísmo e às retóricas demagógicas, transforma as pessoas em fantoches da sociedade e uma caricatura de si mesma. O ser humano, teoricamente um ser racional, quase sempre se comporta é como um ser irracional ou com deficiência da sua capacidade racional, muitos por incapacidade mesmo pois não passa de imbecis, idiotas, sem nenhuma noção e erroneamente rotulados de ser racional, e muitos por falta de coragem e atitude para romper com o adestramento e a manipulação social e seus falsos conceitos de valor moral e material.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

A maior riqueza de um país, de uma nação, não são recursos naturais muito menos extensão territorial é seu povo, e sua capacidade não só intelectual como também moral, quando esse possuem, mas quando um povo é pobre intelectualmente e moralmente nenhuma riqueza natural tornará esse povo evoluído moralmente e muito menos civilizado ao contrário só piora o que já era ruim pois a presunção, a arrogância e a pretensão dos que concentra estas riquezas, assim como as exclusões e injustiças social e a exploração invariavelmente molda uma sociedade desprovida de conceitos de justiça moral e ética, certamente um dos maiores exemplos dessa verdade seja o Bostil, Bananil, vulgo Brasil, grande territorialmente e medianamente provido de recursos naturais, descontando claro as mentiras vendidas pela mídia fascista tupiniquim para iludir as massas invariavelmente burras e de manobras e para gringos ouvir e fingir que acredita. Mas o principal e que realmente faz a diferença que é o povo esse é mediocre e primitivo moral, ética e culturalmente e claro intelectualmente. Com um povo oportunista barato, falso e golpista, primitivo, sem princípios ético, não confiável e violento o bostileiro vulgo brasileiro ainda se vangloriam do que deveria se envergonhar e faz de suas mediocridades cultural, como os infames jeitinhos, malandragens, espertezas e gostar de levar vantagens em tudo não importa como, características típicas de uma nação primitiva