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segunda-feira, 13 de setembro de 2021
Ao manter e proteger Bolsonaro, evitando seu impeachment, Arthur Lira, como qualquer político, está defendendo exclusivamente seus interesses escusos é claro, acreditar ou confiar neles é problema dos otários!
Ao "sentar" sobre mais de 130 pedidos de impeachment de um criminoso, que mais do que já ter sido afastado de seu desgoverno este jamais deveria sequer ter chegado a esse cargo pelos crimes que já cometeu antes e durante a companha golpista que lhe colocou onde está, quanto mais mantido e protegido nele e na saga de crimes cometidos por ele e seus asseclas de bando. O fato incontestável é que para alguém que já poderia ter afastado esse criminoso contumaz e compulsivo como é Bolsonaro, inclusive indo contra o desejo de dezenas de milhões de pessoas, a única conclusão que se chega e explicação que se pode dá, é que Arthur Lira, se vendeu, moral e financeiramente ao criminoso latrocida Bolsonaro, para proteger o marginal, bandido e miliciano, que ocupa o governo dessa Republiqueta de Bananas chamado Brasil, pela certeza da impunidade moral mas principalmente legal. Manter Bolsonaro em seu desgoverno, é mais que um bom negócio para Lira e os demais putos do prostibulo congresso que se opõe ao impeachment de Bolsonaro, manter-lo é certamente o maior investimento com 100% de certeza de lucro destes putos, assim como de todos que apóiam Bolsonaro e sua organização criminosa que tomou de assalto o país e empoleira o desgoverno. Putos ou prostitutos como Arthur Lira, que não difere da maioria esmagadora dos demais políticos, que se nutrem ou sobrevive e se multiplicam exatamente por se identificarem multuamente com seus pares e iguais, seus colegas e claro o povo do qual são extratos, seres canalhas, cafajestes, mau-caráter, calhordas, como estes nunca temem punição, nem das instituições podres das quais fazem parte, e muito menos do povo, do qual são extratos e que enxergam neles seus exemplos moral e sócio-econômico, afinal nada como ser um criminoso protegido pela lei, pelas instituições, pelo estado e óbvio, pelo povo!
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