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quinta-feira, 21 de outubro de 2021

O "dito pelo não dito", a jogada de Bolsonaro por trás da prorrogação e do aumento do valor do tal auxílio!

A jogada de Bolsonaro com a prorrogação da migalha ou esmola que chamam de auxílio é obviamente eleitoreira, não que a população que está na miséria morrendo de fome, por culpa do próprio Bolsonaro, não precisa dessa migalha, precisa, mas o miliciano latrocida percebendo que está sendo pulverizado nas pesquisas e sabendo que uma derrota em 2022 significará perda de sua imunidade mas principalmente da "chave do cofre público" que ele não terá para continuar comprando sua imunidade e impunidade junto às instituições tupiniquim e seus putos, ele no desespero está tentando uma última cartada a compra de votos da população faminta e miserável, com mais uma prorrogação do tal auxílio que ele nunca desejou conceder aos que precisa é claro, isso desde o início da pandemia. Mas como Bolsonaro, além de cruel e sádico com os pobres e miseráveis, ele entre outros predicados Infames, é também muito burrao e usa o expediente do "morde e sopra!" Ao anunciar a extensão do auxílio e seu valor de míseros 400 reais, que certamente se vier ou se viesse, provavelmente será ou seria para no máximo metade dos que recebe o tal auxílio atualmente, o valor de 400 reais não seria para todos possivelmente só para uma parte pequena o restante receberia entre 300 e 350 reais de esmola, uma divisão por beneficiários como acontece hoje. Mas a jogada de Bolsonaro é propor e anunciar a extensão do auxílio, e a tal equipe econômica do Paulo Guedes, aquele dos paraíso fiscal, vetar ou colocar milhões de porém ou obstáculos, já para Bolsonaro desistir ou ir adiando a concessão da migalha enquanto vai bradando aos "quatro ventos" que ele queria a prorrogação e o aumento do valor do auxílio mas a tal equipe econômica não tem recursos para pagar, claro que nesse momento ele não brada como costuma fazer, dizendo que quem decide ou manda em seu desgoverno ou necrogoverno é ele, ai fica o dito pelo não dito, a massa burra e de manobras acredita na versão mentirosa do miliciano latrocida e passa a culpar a tal equipe econômica, o tempo passa chega 2022 ano eleitoral, ele inventa outras estórias e assim vai se sustentando até às eleições, até porque impeachment não haverá, cassação está praticamente descartada, mas seu desespero com a derrota em 2022 e a cadeia que se aproxima, deve está lhe levando a perda de muitas noites de sono!

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