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terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Os "especialistas" sobre a miséria e a fome no Brasil!

As injustiças social de tão históricas e cultural no Brasil costuma trair o inconsciente das pessoas. Soa cômico para não dizer irônico, ouvir burocratas, "especialistas", pequenos burgueses, que imaginam que passar fome é não ter picanha, filé, alcatra, lasanha, leite condensado e etc, indivíduos estes que sequer conviveu com quem não tinha ou não tem com o que se alimentar, quanto mais ter passado fome, mesmo uma única vez na sua vida, ou pelo menos ter que sobreviver se alimentando uma única vez por dia quando é possível e com alimentos sem nenhuma capacidade nutricional, como por exemplo farinha de mandioca seca pura ou com uma água escura chamada de café ou uma água que cozinhou alguns grãos de feijão, ou mesmo de restos de comida que buscam nos lixos, e ainda ter que trabalhar duro de sol a sol, mas estes "especialistas social", estas pessoas cheias de "sabedoria" só porque carrega consigo um calhamaço de números ou dados tão frios quanto verdadeiramente superficiais, estas pessoas se acham capaz ou com propriedade moral para versar sobre algo do qual nunca provou de fato, ver ou ouvir estas pessoas falar com tanta desenvoltura, tanta certeza enfim, tantas afirmações sobre o que é miséria, pobreza extrema ou fome, chega ser um deboche, mesmo sem intensão ou propósito delas, mas o que gera espécie é como esse pessoal pode afirmar ou definir números com tanta precisão e convicção, certas "verdades" sobre uma nação tão grande em extensão, quanto em miséria pobreza, discriminação, exclusão e segregação social, algo tão cultural e histórica, e estas mesmas pessoas são as que exaltam esse país, essa nação injusta, mesquinha, avarenta, discriminadora, excludente e segregadora socialmente, como se uma coisa não tivesse nada a ver com a outra, até nisso o brasileiro demonstra o quanto medíocre e inferior ele é, como dizia o músico poeta Cazuza, 'suas idéias não correspondem aos fatos!'

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