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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

O Brasil têm uma violência histórica, cultural e estrutural do estado contra o povo e esse contra si!

Entre às muitas características de uma nação de indivíduos violentos tanto histórica quanto culturalmente, está a banalização da violência ainda mais quando praticada exatamente pelo estado e suas instituições que deveriam estar combatendo a violência que elas mesmo praticam invariavelmente contra indivíduos que não pode defender-se diante do poder do estado opressor e suas instituições, instituições estas como seus braços armados polícias e militares. A mídia de massa, escrita, falada e televisada, ou seja, jornais, rádios e televisão, invariavelmente dão prioridade para não só a notícia de violência extrema como a própria violência em si, das capas de jornais pingando sangue e pancadarias aos programas principalmente os "policialescos" de rádio e TV que de tão sansacionalistas, oportunistas e apelativos de exaltação e ufanização da violência covarde e grátis, transforma seus protagonistas apresentadores e policiais truculentos, trogloditas, covardes e assassinos, em verdadeiras celebridades, por mais criminosa e altamente discriminatória que seja às ações praticadas pelos braços armados do estado opressor principalmente suas polícias, claro, contra e tão somente contra indivíduos pertencentes às castas dominadas e suas rales, ou seja indivíduos pobres e miseráveis. Uma violência discriminatória assim como com uma clara intensão de perseguir, excluir e segregar às vítimas-alvo destes braços armados oficial que também demonstra uma característica indisfarsavel tentativa de implantação de uma "limpeza social" nos moldes da "limpeza etnica" aplicada pelo nazismo.

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