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segunda-feira, 15 de agosto de 2022

Entre um governo endividar o estado para ajudar e não penalizar a população carente pobre e miserável, ou a meia-duzia que compõe às castas dominantes e suas elites privilegiadas, é claro que é muito mais justo socialmente e moralmente sacrificar o estado e o país ajudando a população que precisa.

Apesar das duas opções serem erradas do ponto de vista econômico, mas é muito mais justo moralmente, um governo sacrificar ou mesmo quebrar o país, como muitos dizem sem entender nada ou por interesses escusos.

Sendo um governo mais justo socialmente com aquela grande parte da população que sempre contribuem com tudo e recebe tão pouco ou nada em troca, seja do sistema dominante e suas elites privilegiadas podres, seja principalmente do estado.

Um governo socialmente mais justo ajudando e não penalizando essa população pobre e miserável, que além de viver desasticida esquecida discriminada explorada excluída e desamparada, sem condições de se defender do sistema dominante, das grandes corporações financeira, industrial, dos monopolios oligopólios e carteis etc.

Assim como do estado e suas instituições que nada mais faz se não trabalhar para o sistema dominante e seu braço forte o poder econômico sendo seu principal instrumento de dominação, além de obrigar a população a trabalhar para sustentar esse estado ineficiente incompetente parasita explorador extorquiador e inchado por uma casta de servidores público que consome 80% no mínimo da receita do estado. 

O fato é que o estado e suas instituições, foram uma criação para não ser isonômicos muito menos justos, mas sim privilegiar às castas dominantes e suas elites privilegiadas em prejuízo das castas dominadas e suas rales, diante disso qualquer governo que se atreva a quebrar esse paradigma certamente será mais justo moralmente e socialmente.

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