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quinta-feira, 25 de abril de 2024

A vida é muito curta e efêmera por isso não deve nem pode se resumir a trabalhar para construir patrimônio que não se possa usufruir totalmente se não configura egoísmo, mesquinhez e usura, muito menos para se reproduzir como se ainda estivéssemos nos primórdios da espécie humana que era imperativo perpetuar a espécie, afinal a muito tempo não existe mais essa necessidade, até porque todo esse esforço para se inserir no contexto é incontestavelmente uma demonstração de egoísmo e vaidade pessoal e até de insegurança, pela falta de atitude para ser diferente das massas, estas invariavelmente burras e de manobras, assim como pelas carências de atenção e de afirmação individual, afinal só viver por viver ou por obrigação, ainda mais repetindo a mesmice ou mediocridades de sempre que qualquer ser acéfalo é capaz de fazer, não parece ser digno de um ser racional mas pensante.


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