“SOU ANTI!”

NÃO ME PERGUNTE, PORQUE AMO OS ANIMAIS? SE FINGIR NÃO SABER OS MOTIVOS, ME PERGUNTE PORQUE ODEIO OS HUMANOS! - SOU ANTI, SOU UM SER RACIONAL PENSANTE E LIVRE, POR ISSO SOU ANTI, SOU ANTI SISTEMA DOMINANTE, SOU ANTI ESTADO E SUAS LEIS SOU ANTI INSTITUIÇÕES OFICIAIS, SOU ANTI PATRIOTISMO E NACIONALISMO, POIS SÓ SERVEM PARA EXALTAR UMA PSEUDA PÁTRIA SUA, SOU ANTI POLÍTICA PARTIDÁRIA E O CÂNCER QUE ESSA REPRESENTA, SOU ANTI O VOTO POLÍTICO PARTIDÁRIO E A FARSA DA REPRESENTAÇÃO POLÍTICA QUE ELE “VENDE” SOU ANTI A FARSA QUE É A TAL DA DEMOCRACIA ENQUANTO REGIME, PELAS FALÁCIAS QUE “VENDE” E POR REPRESENTAR UM GOVERNO. SOU ANTI CRENÇAS DE FÉ RELIGIOSAS SEU DEUS ASSIM COMO AS MÍSTICAS, SOU ANTI CONCEITOS FALSOS DE VALORES, SOU ANTI SOCIEDADE E SUAS AMARRAS OU “CABRESTOS” MORAL, QUASE SEMPRE FALSO MORALISTA, SOU ANTI POLÍCIA E TUDO QUE ESSA REPRESENTA, OPRESSÃO, COVARDIA, DISCRIMINAÇÃO, PERSEGUIÇÃO ETC, SOU TOTALMENTE ANTI MODISMOS. SOU ANTI! POIS SOU UM SER RACIONAL MAS PENSANTE!!! - A FARSA DA VIDA - "FARSA, A VIDA É UMA GRANDE FARSA, MAS QUEM DISSE QUE NÃO É, COMO NEGAR! SIMPLES SENDO MAIS UM FARSANTE."

sábado, 31 de janeiro de 2026

O QUE ESTES MONSTRENGOS ABORRECENTES RETARDADOS NÃO APRENDERAM COM SEUS PROCRIADORES E POR ISSO SE TORNARAM SERES DOENTES MORAL E BESTIAIS SÁDICOS, A ESCOLA DO MUNDO LHES ENSINARÃO POR BEM OU POR MAL

 




Rute Pina Role,

Da BBC News Brasil em São Paulo

29 janeiro 2026

'O que adolescentes fizeram com cão Orelha acontece todas as noites em muitas casas do Brasil, ao vivo no Discord', alerta juíza Vanessa Cavalieri

A morte de um cão comunitário em Florianópolis comoveu o país no início deste ano. Orelha, um cachorro de cerca de 10 anos, conhecido por moradores como dócil e considerado um "mascote" do bairro, foi encontrado agonizando após sessão de tortura.

O crime ocorreu na noite de 4 de janeiro na Praia Brava, área turística de alto padrão da capital catarinense.

O animal foi levado a uma clínica veterinária, mas precisou ser submetido à eutanásia no dia seguinte devido à gravidade dos ferimentos. De acordo com a Polícia Civil, Orelha foi atingido na cabeça com um objeto sem ponta ou lâmina.

A investigação identificou quatro adolescentes como responsáveis pelo ato.

Dois dos adolescentes permanecem em Florianópolis e tiveram celulares e computadores apreendidos para perícia.

Outros dois viajaram para os Estados Unidos logo após o episódio, em uma viagem que a defesa afirma ter sido "pré-programada" para a Disney. Eles chegaram ao Brasil nesta quinta-feira (29/1) e devem prestar depoimento à polícia nos próximos dias.

A juíza Vanessa Cavalieri, da Vara da Infância e Juventude do Rio de Janeiro, estuda há anos a radicalização de adolescentes.

Para ela, o caso revela mais do que indignação: expõe um fenômeno de crescimento de atos violência extrema cometidos por jovens, muitos deles de classes médias e altas, alimentados pela violência digital e pela falta de supervisão familiar.

"Eu teria zero surpresa se, depois da perícia, se concluísse que isso não foi apenas a ação de cinco meninos isolados, mas parte de uma comunidade maior, com liderança, incentivo e busca por status", diz a juíza.

Segundo ela, a tortura de animais não é um episódio isolado, mas tem sido prática recorrente em comunidades online, transmitida em plataformas como o Discord.

"As pessoas estão divorciadas da realidade. Elas não têm ideia de que o que aconteceu acontece todas as noites em muitas casas do Brasil."

Para a magistrada, a exposição contínua de crianças e adolescentes a conteúdos extremos produz um processo de dessensibilização da violência.

Confira abaixo a entrevista com a juíza.


BBC News Brasil - O que te chamou atenção no caso do cão Orelha?

Vanessa Cavalieri - O que me chama a atenção é a repercussão que isso está tendo porque, por exemplo, há quase um ano, gravei um vídeo falando sobre o problema da dessensibilização da violência que está acontecendo com crianças e adolescentes.

Em março do ano passado, um adolescente do Rio de Janeiro incendiou um morador de rua para transmitir ao vivo no Discord. Entendo que as pessoas fiquem muito mobilizadas com a tortura e morte de um cachorro, mas me impressiona que a repercussão nacional tenha sido maior do que quando um ser humano foi incendiado vivo.

Tanto eu quanto a Lisandrea [Salvariego Colabuono], delegada de São Paulo, e outras pessoas que falam sobre a radicalização online já alertamos que a tortura e os maus-tratos a animais no ambiente digital, por exemplo, no Discord, são muito frequentes.

A Lisandrea, que fica monitorando esses grupos no Discord durante a noite, diz que são, em média, 30 cães e gatos por noite que são torturados e mortos. Ela fez um vídeo falando que, só nesta semana, viu um cachorrinho filhote ter os membros amputados ainda vivo. As pessoas não têm ideia do que está acontecendo.

As pessoas estão divorciadas da realidade. Elas não têm ideia de que o que aconteceu acontece todas as noites em muitas casas do Brasil, com muitos adolescentes com o mesmo perfil desses jovens, todo santo dia. E não é de hoje.

Isso está acontecendo há alguns anos, notadamente depois da pandemia. Acontece diariamente. A gente vem denunciando isso. Existem "panelas" no Discord que fazem isso todos os dias. Me impressiona o quanto as pessoas ainda não entenderam o tamanho do buraco em que nós estamos metidos.

Para Vanessa Cavalieri, caso de cachorro torturado revela fenômeno de crescimento de atos violência extrema cometidos por jovens

BBC News Brasil - As investigações ainda estão em curso e não sabemos se o caso do cão Orelha tem uma ligação direta com comunidades do Discord. Mas como você acha que esse ambiente digital pode estar relacionado a esse caso?

Cavalieri - Essa escalada da violência não surgiu do dia para a noite. Ninguém, num belo dia, acordou e falou: "Nossa, hoje eu vou torturar, com requintes de crueldade, um cachorrinho indefeso e deixá-lo agonizando até morrer de sofrimento".

Como uma criança que é inocente, que nunca fez maldade, em quatro anos se torna um adolescente que faz isso? Isso não surge do nada.

O que tem acontecido? Primeiro, crianças e adolescentes estão sendo expostos a conteúdos de extrema violência, e isso causa um fenômeno psíquico-neurológico chamado dessensibilização da violência. Pessoas que começam a olhar para a violência com muita frequência — sejam cenas, imagens, fotos, vídeos —, depois de um tempo de exposição rotineira, perdem a sensibilidade. Começam a não achar aquilo tão asqueroso, tão revoltante; já não causa a mesma repulsa.

Uma criança que nunca viu um filme violento ou de terror, se assistir a um, provavelmente vai ficar um mês sem conseguir dormir. Mas um adolescente que toda semana assiste a um filme de terror começa até a achar engraçado. Ele vê o filme e depois dorme bem.

Eu, por exemplo, não gosto de filme de terror: se eu assistir, provavelmente vou ficar com dificuldade para dormir por um tempo. Então, mesmo um adulto que não está exposto a um conteúdo muito amedrontador, com cenas de muita violência, vai sentir medo. Mas, se a gente é exposto a isso com frequência, perde esse medo.

Outro exemplo da minha situação profissional: eu assisto, escuto e colho depoimentos de crianças que sofreram abuso sexual toda semana. Depois que acabo minhas audiências, vou para casa e durmo a noite toda. Eu estou dessensibilizada em relação a esse tipo de violência, que faz parte do meu cotidiano de trabalho. Isso é uma proteção que o cérebro cria para a gente não enlouquecer quando é exposto a conteúdos que causam sofrimento muito grande.

Depois de um tempo, muitas dessas crianças e adolescentes expostos a essa violência extrema e dessensibilizados dão um passo além: começam a praticar essa violência. Isso começou primeiro no ambiente virtual.

O que a gente viu agora, nesses vídeos que estão sendo compartilhados — a meu ver, de forma muito equivocada — do que aconteceu com o cachorrinho Orelha, no ambiente presencial, já vinha acontecendo no meio digital há muito tempo. Primeiro se assiste e fica insensível; depois, se começa a fazer.

BBC News Brasil - E por que eles dão esse passo e começam a praticar a violência de fato?

Cavalieri - Tem dois grupos de pessoas envolvidas nisso, de modo geral, não só nessa situação específica, mas nessa tortura de animais que a gente tem visto com muita frequência.

Há aqueles que provavelmente têm um transtorno psiquiátrico, um transtorno de conduta ou, dependendo da idade, até um transtorno de personalidade, quando já são um pouco mais velhos, com 18 a 20 anos, que se tornam psicopatas. Inclusive, esse prazer em fazer maldade com animais, esse gozo na crueldade, é um sinal bastante importante para um futuro diagnóstico de psicopatia.

É frequente que adultos psicopatas, quando crianças, tenham feito esse tipo de coisa com animais. Então, você tem aqueles que têm prazer no sofrimento do outro, que não têm empatia, não têm remorso, que sentem gozo com o sofrimento alheio, seja de uma pessoa ou de um animal.

E você tem os outros que não são psicopatas, que não têm transtorno de conduta, mas querem pertencer ao grupo. Vão fazendo isso por influência do grupo. São pessoas que, sozinhas, escondidas, talvez não fariam isso, mas que têm a necessidade de pertencimento e de aceitação. Elas encontram nessas comunidades a possibilidade de torturar um gato, cachorro ou passarinho para ganhar notoriedade, visibilidade e status dentro do grupo.

Eu não me surpreenderia nada se a investigação desse caso chegasse à conclusão de que esses adolescentes estavam em uma "panela" no Discord e que eventualmente estavam fazendo isso para transmitir ao vivo, postar em rede social ou cumprir um desafio.

Eu não duvido que isso tenha acontecido. Sei, pelo que acompanhei nas notícias, que a polícia apreendeu equipamentos eletrônicos por ordem judicial, que serão periciados. Eu teria zero surpresa se, depois da perícia, se concluísse que isso não foi apenas a ação de cinco meninos isolados, mas parte de uma comunidade maior, com liderança, incentivo e busca por status.

BBC News Brasil - Você já afirmou que 90% dos casos de violência grave ou digital, cometidos por adolescentes, envolvem meninos. Como esse caso se conecta com discursos masculinistas?

Cavalieri - Esses grupos de radicalização de meninos têm características específicas. Esse enaltecimento da violência como aspecto positivo da masculinidade é muito frequente. O homem é visto como viril, másculo, violento, que se impõe pela força, que não tolera, que não tem sensibilidade e que não aceita não. Isso vem num pacote de normalização.

A gente não vê, por exemplo, meninas envolvidas nessa tortura de animais dessa forma. Até há meninas que participam, mas normalmente como vítimas de coação. Elas são pressionadas pelos meninos desses grupos misóginos como forma de causar sofrimento.

Por exemplo: a menina tem um gato ou cachorro e é obrigada a torturar o próprio animal de estimação. Ela chora, sofre, pede para parar, e eles riem enquanto ela obedece.

BBC News Brasil - A sociedade tem clamado por uma punição severa neste caso. Onde traçar a linha entre proteção do menor e justiça para a sociedade?

Cavalieri - Tenho visto muitas pessoas dizendo: "Ah, eles são adolescentes, isso não vai dar em nada". Posso dizer que já julguei vários casos de adolescentes no Rio de Janeiro que estavam envolvidos nessas panelas e que hoje estão privados de liberdade, cumprindo medidas de internação. Vários.

Não sei dizer quantos, mas com certeza mais de dez. Jovens de classe média, filhos de pais com formação superior, que moram em bairros nobres e que estão privados de liberdade por esse tipo de ato.

As pessoas não ficam sabendo porque os casos correm em segredo de justiça. E isso é necessário, porque a divulgação gera efeito manada, efeito copycat [de imitação]. permissiva, que é uma forma de educar os filhos que a gente vê hoje amplamente nas escolas. A gente vê isso chegando ao Judiciário, nos consultórios de psicólogos que atendem famílias, crianças e adolescentes: o quanto os pais são permissivos e o quanto os filhos podem fazer qualquer coisa sem nenhuma consequência.

BBC News Brasil - Você costuma dizer que os pais precisam "descer do pedestal" e monitorar os filhos, mas aqui vemos esses adultos supostamente agindo para encobrir o ato. Qual o impacto dessa blindagem dos pais?

Cavalieri - É mais do que uma blindagem, é uma falta de contorno, de limites. Não é só agora que meu filho fez uma besteira e eu vou impedir que chegue nele, vou evitar que ele seja responsabilizado.

Na verdade, é uma forma de educar em que nada do que o filho faz de errado tem consequências e em que também não são colocados limites claros desde o início da vida, de que, olha, daqui para lá não se passa. Inclusive limites de convivência social, de respeito ao próximo.

Existem barreiras, existem bordas, existem contornos que uma pessoa que quer viver em sociedade precisa respeitar. Querendo ou não, gostando ou não, se a família não der esse contorno, a sociedade vai dar.

Seja o juiz que vai encarcerar, seja o policial que vai prender, seja no ambiente de trabalho, onde ele vai ser demitido ou não vai conseguir arrumar emprego, seja numa amizade ou num relacionamento amoroso, em que as pessoas não vão tolerar aquilo e ele não vai conseguir ser aceito pelo grupo. A vida vai dar o contorno, vai dar o limite. Só que é um limite sem amor. Então, é melhor que os pais deem esses limites com carinho, com amor.

BBC News Brasil - Quando a família é permissiva e atua para obstruir a Justiça em vez de corrigir o filho, o que o Judiciário pode fazer? Deve ser mais rigoroso com esses adultos do que com os próprios adolescentes?

Cavalieri - O ECA permite que os pais também recebam medidas de orientação parental. Isso é algo que eu tenho feito muito. Por quê? Porque o que a gente nota nesses casos — por exemplo, violência contra animais, tortura de animais, maus-tratos a animais — é que os adolescentes sempre têm um perfil com duas características bem marcantes.

A primeira é uma família permissiva, um modelo parental em que pai e mãe são muito permissivos. Às vezes, não são nem pais que não são amorosos; não necessariamente são pessoas autoritárias ou que dão carteirada, como parece que houve neste caso, com uso de uma arma de fogo para intimidação. Às vezes são pessoas de bem, pessoas bacanas, mas que são muito permissivas, que não colocam limites nem consequências para os filhos. Essa é a primeira característica que a gente vê em todos os casos.

A segunda é o uso da internet e das tecnologias sem nenhuma supervisão dos adultos. Sempre esses dois componentes andam juntos. Esses dias, julguei um caso de um adolescente que participou de uma sessão horrível de tortura de um gato, que durou horas — mas não vou dar detalhes aqui.

Os pais deste adolescente eram separados, o garoto estava dando muito problema com a mãe, foi morar com o pai, que não dava limite nenhum. Aí ganhou um computador, parou de estudar, não foi mais para a escola e ficava usando o computador para o que quisesse durante a noite inteira. O pai não sabia nem a senha do computador. Você vê claramente que havia a permissividade e o uso da tecnologia sem supervisão.

Isso é uma mistura explosiva, porque, além da falta de contorno, vem tudo de absolutamente cruel, repugnante e inacreditavelmente violento que existe hoje na internet sendo entregue a crianças e adolescentes. Às vezes sem eles nem buscarem — muitas vezes é o próprio algoritmo que oferece, no For You. Às vezes, eles chegam às "panelas" no Discord porque o For You ofereceu um link. Por isso, os pais precisam estar atentos.

Tenho aplicado para essas famílias a medida protetiva que a gente chama de orientação parental. Ou seja, os pais que foram permissivos e permitiram que tudo isso acontecesse, de alguma forma, são obrigados a assistir a palestras e fazer um curso de orientação parental na Vara da Infância.

A lei brasileira que trata dos maus-tratos a animais prevê penas muito brandas. A pena máxima é de dois a cinco anos. Para um adulto, isso costuma resultar em regime semiaberto.

O juiz não pode aplicar a justiça que acha justa, mas a que está na lei. Se a lei precisa mudar, isso cabe ao Congresso Nacional. Infelizmente, ainda não temos uma lei dura no Brasil e específica de combate à tortura de animais.


Se alguém tivesse feito com estes monstrengos as mesmas crueldades, atrocidades e barbaridades bestiais que estes excrementos, estes escórias humana fizeram com os cães na Praia Brava, Florianópolis/SC, ou seja, tivesse empalado eles, enfiado um pau no ânus até a garganta, tivesse enfiado pregos nas cabeças deles, tivesse espancados até a morte, exatamente como estes escrotos, estes lixos tóxicos fizeram com os cães, certamente causaria uma comoção e revolta na sociedade hipócrita, maniqueísta e falso-moralista com choro, com promessa de linchamento em praça pública dos autores, mesmo sabendo que essa não foi a primeira covardia, atrocidade, barbárie e bestialidade que estes vermes cometeram contra animais, ainda assim haveria manifestações e comoção nacional pedindo justiça, com todos os tipos de condenação dos autores e de solidariedade as famílias riquinhas destes monstrengos, uma coisa é certo, se estes vermes tivessem morrido antes a sociedade estaria livre destes monstrengos e futuros terroristas social, seria uns vermes a menos. Por isso eu sempre digo, nunca se comova com a dor e o sofrimento de quem não se conhece de perto o suficiente para saber o que já fez ou é capaz fazer de mal contra seres inocentes, ingênuos e indefesos contra a maldade humana como são os animais, pois ao se comover ou ajudar desconhecidos se pode está ajudando um verme como estes lixos humano que fizeram isso com os animais, afinal quando se está sofrendo todos pagam de coitadinhos injustiçados e de vítimas.
















sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Uma togada juizeca amiga das famílias de riquinhos procriadores dos seus pet-monstros de estimação, que praticaram as piores barbaridades, atrocidades e bestialidades, contra o cãozinho Orelha e seus amigos na Praia Brava, Florianópolis, Santa Catarina, essa déspota tirana togada, resolveu dar uma "carteirada" para proteger os monstrengos aborrecentes retardados, assassinos sádicos de animais inocentes e indefesos, e se achando a toda poderosa, por ter uma caneta na mão e uma toga, essa escória de toga proibiu que as fotos dos monstrengos assassinos sádicos e projetos de "terrorista social" fossem publicadas na Internet e às já publicadas, fossem removidas pelas redes sociais, a vadia togada se lascou, o tiro saiu pela culatra e foi aí que os internautas reagiram e expldiram publicações, com exceção de alguns cagões, tem sempre os mijões e cagões que tremem, que deixaram de publicar ou respostar, compartilhar, as fotos dos pet-monstros. Para dar uma resposta a vadia despota togada vamos unir todos que gostam dos Animais e transformar a infame e maldita vida destes pet-monstros sádicos assim como de todos os demais vermes, excrementos e escórias humanas, que maltratam os animais, em verdadeiros infernos para que estes lixos tóxicos sintam na pele todas as covardias, maldades, atrocidades e barbaridades sádicas que eles usaram contra seres inocentes, ingênuos e indefesos contra a maldade humana, como são os animais, de maneira que os covardes, vermes, excrementos e escórias humanas desejassem terem morridos de tanto sofrimento, que apliquem neles a verdadeira justiça a salomonica 'olho por olho. dente por dente!'

 

https://wwwanarchynow.blogspot.com/2026/01/como-os-monstros-de-estimacao-que.html

https://wwwanarchynow.blogspot.com/2026/01/estes-sao-os-monstros-legitimos.html





















O filósofo alemão Friedrich Nietzsche, que era um crítico ferrenho da cultura alemã, certamente vomitaria diante da subcultura alemã dos catarinenses

 O caso da atrocidade, da barbaridade e bestialidade, praticada contra o cãozinho Orelha e seus companheiros, em Santa Catarina, pelos monstros de estimação de seus procriadores, além de não ser um caso isolado por não ser o primeiro praticado por estes excrementos e escórias humana, também parece ser parte de um comportamento social doente desse estado que se julga superior ao lixo do qual pertence essa repúblqueta bananeira chamada Brasil ou Bostil, Bananil, Primatolândia, Chimpanzil, Cornolândia ou Togadistão, Narcodistão. 

Diversos casos ao longo dos anos e até de sua história, já vieram a público, como por exemplo a matança de cães para venda e consumo da carne embutida de cães, denunciado anos atrás, episódios de preconceitos contra pessoas de outros estados, principalmente do norte e nordeste do Bostil. 

As castas dominantes e suas elites privilegiadas podres do Bostil parece ter encontrado nas cidades do estado como Camboriú, Itapema e Florianópolis, sua vitrine e o refúgio perfeito do que existe de mais podre, mais escravocrata, mais segregativo e mais discriminatório da cultura primitiva e inferior do Bostil, Bananil, vulgo Brasil, e seus bostileiros, o comportamento de ostentação como auto-afirmação da elite podre, é uma prática comum a seus integrantes. 

O estado que por ter uma descendência da imigração de alemães, se acha a "Alemanha dos trópicos", a impressão que se tem é que os alemães que vieram para Santa Catarina foram "exportados" não só pela crise da Alemanha no final do século 19 até a segunda grande guerra, como também por ser a escória os indesejados de lá, pois seus "descendentes" no Bostil, Bananil, vulgo Brasil, demonstram ter os piores resquícios cultural, moral e ético da cultura alemã. 

Se o filósofo alemão Friedrich Nietzsche, que era um crítico ferrenho da cultura alemã, se vivo fosse o que ele não diria então da subcultura alemã que migrou para o Bostil, Bananil, vulgo Brasil, que inclusive tem até um sentimento de eugenia muito mais pela pele desbotada que tem, do que por alguma qualidade e virtude cultural. 

A cada episódio, e dos mais variados possíveis, de primitivismo e podridão moral, ético, cultural e étnica-cultural, que presenciamos nessa republiqueta bananeira e esgoto chamado Brasil, ou Bostil, Bananil, Chimpanzil, Primatolândia, Cornolândia ou Togadistão, Narcodistão, do autoritarismo de déspotas com gravata, farda, coturno, insígnia, distintivo e toga, com desrespeitos aos direitos básicos dos humanos e dos animais, da imunidade, impunidade e intocabilidade dos acima do bem e do mal, da corrupção e roubalheiras etc, fica mais que evidente e escancarado, a doença e a inferioridade moral e cultural desse povo, da sociedade que faz parte e da nação que constituem.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

“A justiça que existe nos tribunais raramente é a justiça verdadeira; é apenas a imposição da lei do mais forte.” Platão (427–347 a.C.)

 



🏴 MANIFESTO CONTRA O IMPÉRIO DA TOGA

Ou: A Justiça Como Máquina de Dominação, Repressão e Controle


PREÂMBULO — A FARSA FUNDADORA

A justiça institucional é apresentada como templo da razão, da neutralidade e da equidade.
Na realidade, ela sempre foi o altar sagrado do poder.

Desde os tribunais da Grécia Antiga até as cortes constitucionais modernas, o judiciário jamais foi um espaço de verdade — mas um teatro ritualizado onde a força se disfarça de lei.

A toga não é símbolo de imparcialidade.
É o manto sagrado da autoridade, a fantasia do carrasco civilizado, o uniforme do poder que não precisa mais sujar as mãos de sangue.


I — A ORIGEM REAL DA JUSTIÇA

A justiça não nasce da ética, mas do conflito.

Não surge para proteger os fracos, mas para estabilizar a dominação.

A lei nasce quando:

os vencedores precisam garantir que suas conquistas jamais sejam contestadas.

Todo código jurídico é, em sua essência:

📜 A ata notarial da vitória de uma elite sobre o restante da sociedade.


A justiça surge para:

  • Congelar relações de poder
  • Transformar desigualdade em ordem
  • Converter violência em legalidade
  • Tornar dominação sinônimo de estabilidade

II — O JUDICIÁRIO COMO IGREJA DO ESTADO

O judiciário funciona exatamente como uma instituição religiosa:

Religião Judiciário
Sacerdotes Juízes
Dogmas Leis
Rituais Processos
Pecado Crime
Excomunhão Prisão
Inferno Sistema penal

Assim como a igreja medieval:

  • Fala uma língua inacessível ao povo
  • Atua por símbolos, ritos e hierarquias
  • Se apresenta como mediadora entre o homem e a verdade
  • Nunca responde ao povo — apenas a si mesma

III — A FARSA DA NEUTRALIDADE

O maior mito do judiciário é a neutralidade.

Não existe juiz neutro.
Não existe tribunal imparcial.
Não existe lei sem ideologia.

Todo juiz carrega:

  • Classe social
  • Interesses políticos
  • Cultura
  • Medos
  • Ambições
  • Preconceitos

O martelo não bate no vazio.
Ele bate de acordo com a posição social de quem está diante do tribunal.


IV — A JUSTIÇA DE CLASSE: O DIREITO DOS RICOS

A justiça moderna é um sistema de blindagem das elites.

  • Crimes financeiros raramente resultam em prisão.
  • Corrupção política gera processos infinitos.
  • Crimes do colarinho branco viram tecnicalidades jurídicas.
  • Pobre vai preso.
  • Rico vai recorrer.

⚖️ O código penal é severo com o miserável e dócil com o milionário.


O padrão universal:

Classe Tratamento
Elite econômica Garantias, recursos, prescrições
Classe média Julgamentos longos e punitivos
Pobres Cadeia imediata
Periferia Violência, encarceramento em massa

V — A TOGA COMO ARMA POLÍTICA

O judiciário não é apenas conservador.
Ele é ator político central.

Quando convém, juízes:

  • Derrubam governos
  • Anulam eleições
  • Criminalizam movimentos sociais
  • Blindam aliados
  • Perseguem dissidentes

A toga substituiu o fuzil.
A sentença substituiu o pelotão de fuzilamento.

🩸 É o golpe sem tanques, a ditadura sem quartéis, o autoritarismo sem botas.


VI — O PROCESSO COMO TORTURA PSICOLÓGICA

O processo judicial é, em si, uma forma de punição:

  • Anos de espera
  • Custos financeiros absurdos
  • Insegurança permanente
  • Destruição emocional
  • Estigmatização social

Mesmo quando absolvido, o indivíduo já foi punido.

⚖️ O processo não busca justiça.
Ele busca esgotamento, desgaste, submissão e exemplo público.


VII — O DIREITO COMO LINGUAGEM DE EXCLUSÃO

O juridiquês não é técnico — é elitista.

Sua função não é esclarecer, mas afastar o povo da compreensão do próprio destino jurídico.

Quem não entende a linguagem do tribunal não pode se defender.
Quem não se defende, obedece.


VIII — PRISÕES: A FACE FINAL DA JUSTIÇA

O cárcere é o monumento máximo do fracasso moral da justiça.

Não recupera. Não educa. Não ressocializa. Não resolve.

Ele:

  • Armazena pobres
  • Moa vidas
  • Reproduz violência
  • Fortalece o crime organizado
  • Normaliza a barbárie

🏚️ A prisão é o depósito final da miséria social produzida pelo próprio sistema.


IX — A JUSTIÇA COMO TECNOLOGIA DE CONTROLE

A justiça moderna não visa equilíbrio.
Visa gestão populacional.

Ela administra:

  • Medo
  • Disciplina
  • Conformismo
  • Submissão

O judiciário integra um sistema maior de vigilância, normalização e punição, ao lado da polícia, da mídia e da burocracia estatal.


X — A TIRANIA DOS TOGADOS

Juízes:

  • Não são eleitos
  • Não prestam contas
  • Possuem estabilidade vitalícia
  • Operam com poder quase absoluto

⚠️ São uma aristocracia jurídica, uma casta togada acima do povo.

O judiciário é hoje:

A mais poderosa e menos controlada força política do Estado.


XI — OS 10 MANDAMENTOS CONTRA A JUSTIÇA DO PODER

  1. Não acreditarás na neutralidade da toga.
  2. Não chamarás dominação de ordem.
  3. Não aceitarás legalidade como sinônimo de justiça.
  4. Não reverenciarás tribunais como templos sagrados.
  5. Não confundirás processo com verdade.
  6. Não obedecerás cegamente a leis injustas.
  7. Não chamarás privilégio de direito.
  8. Não aceitarás prisão como solução social.
  9. Não reconhecerás autoridade sem legitimidade popular.
  10. Não silenciarás diante da tirania judicial.

XII — A ÚNICA JUSTIÇA POSSÍVEL

Justiça real não nasce do Estado.
Não nasce da toga.
Não nasce do código.

Ela nasce de:

  • Autonomia
  • Equidade material
  • Autogestão social
  • Justiça comunitária
  • Responsabilidade coletiva
  • Reparação real

🏴 Sem povo soberano, toda justiça é apenas dominação organizada.


EPÍLOGO — A QUEDA DO ALTAR

Toda estrutura de poder que se apresenta como sagrada está destinada a ruir.

O judiciário, tal como existe hoje, não é reformável.
Ele é intrinsecamente autoritário, elitista, classista e político.

Não precisa ser ajustado.
Precisa ser desconstruído, desmistificado e superado.


🔥 FRASE FINAL — PARA O ANARCHY NOW!

Enquanto houver toga acima do povo, não haverá justiça — apenas obediência.



UMA FARSA CHAMADA 'JUSTIÇA INSTITUCIONAL'

 Se existe uma falácia, uma farsa, enfim uma tão grande, quanto vergonhosa mentira, na sociedade, é o conceito de justiça praticado pelo estado e suas instituições. Dos mitos que cercam os atos, que começam pelos inquéritos feitos pela polícia que invariavelmente são tão falhos quanto propositalmente tendenciosos ou parcial, principalmente a depender dos interesses e interessados envolvidos, inquéritos estes que podem ir do insuficiente ou inconclusivo, ao totalmente parcial ou tendenciosos, são estes inquéritos já viciados e que invariavelmente constroem a narrativa que define os rumos da ação, afinal ele mais que contaminado pela infame e maldita "fé pública" dos agentes, o inquérito dificilmente é revertido por mais erros e vícios inclusive propositais, que este possuam, a menos que uma das partes tenha poder econômico ou influência para contestar e refutar. 

Depois de tudo isso o tal inquérito chega ao MP ou Ministério Público, e se o inquérito já estava contaminado, viciado ou no mínimo falho propositalmente "ou não", o MP mesmo podendo questionar ou recusar, a depender dos interessados na causa ou dentro do próprio MP, e se as partes ou mesmo uma parte mesmo a prejudicada, não tem dinheiro e muito menos poder para influenciar ou intervir, o que acontece em praticamente 100% dos casos que envolve pessoas pobres e sem nem sequer algum "padrinho" influente, é também praticamente certo, que a condenação desta será pedida e aceita pela próxima etapa a do juíz.

O todo poderoso oniciente e onipotente ser togado o juíz, que nessa republiqueta bananeira chamado Brasil ou Bostil Bananil está acima do bem e do mal, é imune, impune e intocável, independente das desgraças que cometam, estes além de nunca, literalmente nunca, se debruçar sobre processos de pessoas pobres para detectar minimamente os erros processuais, os vícios e etc, invariavelmente seus assistentes é quem "as vezes" ler os processos e caso "sua magestade" o juíz já não tiver sua "opinião formada" sobre o caso, leia-se interesses invariavelmente escusos, assim uma palavrinha dos seus assistentes, que são quem de fato ainda ler os processos, já define a decisão do ungido pela sabedoria divina o meritíssimo, que quase sempre é pela condenação, a pedido do promotor, sem sua magestade questionar ou sequer se interessar pelas possíveis falhas no processo que é o que mais existem, como a parcialidade e as distorções tendenciosas contidas neste, desde a fase policial do inquérito, investigações, testemunhas etc, e muito menos do MP ou o promotor, que invariavelmente é um "carimbador" dos inquéritos policiais, a menos que estes contrarie os interesses pessoais do primotor, mais via de regra isso não acontece pois quando os inquéritos chegam ao promotor já foi "depurado" pelas influências já na etapa policial, pelos interesses invariavelmente escusos dos interessados mais poderosos.

E finalmente o bendito inquérito chega a sua magestade, o excelentíssimo, o digníssimo e brilhantissimo ser divino, o oráculo da verdade e arauto da consciência humana, o togado, que com uma canetada pode absolver o acusado, independente de deste ter culpa ou não, desde que tenha dinheiro, poderes e influência, e condena, também independente deste ser culpado ou inocente mas sem dinheiro, sem poderes e influência e sem sequer padrinho influente, é "game over" e masmorra ou calabouço. 

Só lembrando que ficamos só nos supostos "autos do processo" eufemismo para farsa mesmo, sem contar que, suponhamos que nada disso existisse que tudo fossem feito de maneira correta e justa, e ficassemos só dependente das mediocridades da natureza humana como as vaidades pessoais, os desequilíbrios emocionais e os fatores psicológicos inerentes a cada ser humano, já seria uma temeridade e ingenuidade ou mesmo estupidez, acreditar que problemas pessoais ou existencial e até seus conceitos de valor pessoal influenciados e modelados conforme sua cultura ou círculo de relações muitas vezes sem ética nem moral, de cada um destes indivíduos envolvidos em uma ação judicial, dos policiais e das testemunhas, aos jurados, promotor e juíz, não tenham influencia decididamente em suas decisões, que estes agem ou agiriam de forma minimamente imparcial e correta. 

E como uma máxima versa que, "onde haver uma dúvida por menor que seja não pode existir justiça" cabe a luz da razão ou do mínimo bom senso jamais acreditar ou confiar, ou no mínimo desconfiar de tudo que envolve o ser humano e principalmente da justiça feita por ele, sob pena de ser mais que um ingênuo, inocente um estúpido ou idiota e imbecil, ser conivente e cúmplice com as injustiças. 




🏛️ Grandes Críticas Filosóficas à Justiça e ao Judiciário


⚖️ Platão (427–347 a.C.)

“A justiça que existe nos tribunais raramente é a justiça verdadeira; é apenas a imposição da lei do mais forte.”

Crítica central: Platão via o sistema judiciário como facilmente corrompível por interesses políticos e econômicos. Para ele, a justiça institucional raramente refletia a Justiça Ideal.

Essência:

  • A lei frequentemente serve aos interesses dos governantes.
  • O tribunal não busca a verdade, mas a manutenção da ordem vigente.

🏺 Aristóteles (384–322 a.C.)

“A lei é razão sem desejo, mas os juízes frequentemente decidem movidos por paixões.”

Crítica central: A justiça humana é imperfeita porque os juízes são humanos — logo, passionais, falíveis e suscetíveis a pressões.

Essência:

  • O judiciário sofre com subjetividade e parcialidade.
  • As leis são gerais, mas os casos são particulares → injustiças estruturais.

🕯️ Santo Agostinho (354–430)

“Sem justiça, o que são os reinos senão grandes bandos de ladrões?”

Crítica central: O Estado e seu judiciário, sem justiça moral verdadeira, tornam-se máquinas legalizadas de opressão.

Essência:

  • Legalidade ≠ justiça.
  • Leis injustas são formas institucionalizadas de crime.

🪓 Nicolau Maquiavel (1469–1527)

“Os tribunais são instrumentos do poder.”

Crítica central: A justiça é usada como ferramenta política, não como busca da verdade.

Essência:

  • Julgamentos servem para eliminar inimigos e consolidar o poder.
  • O direito é subordinado à razão de Estado.

🔥 Thomas Hobbes (1588–1679)

“A justiça é aquilo que o soberano determina.”

Crítica central: A justiça não é moral: é produto da força estatal.

Essência:

  • Leis refletem a vontade do poder dominante.
  • O judiciário é apenas o braço técnico do Leviatã.

🧠 Montesquieu (1689–1755)

“Todo aquele que detém poder tende a abusar dele.”

Crítica central: O judiciário, sem controle, torna-se tirânico.

Essência:

  • Juízes também buscam ampliar poder.
  • Necessidade absoluta de freios e contrapesos.

🩸 Jean-Jacques Rousseau (1712–1778)

“As leis são sempre úteis aos que possuem e nocivas aos que nada têm.”

Crítica central: O judiciário protege os interesses da elite econômica.

Essência:

  • Justiça formal = dominação disfarçada.
  • Tribunais preservam desigualdades sociais.

💣 Karl Marx (1818–1883)

“O direito é a vontade da classe dominante erigida em lei.”

Crítica central: O judiciário é um instrumento de dominação de classe.

Essência:

  • Leis servem à burguesia.
  • Justiça = controle social travestido de neutralidade.

🕶️ Friedrich Nietzsche (1844–1900)

“A justiça nasce do ressentimento dos fracos.”

Crítica central: O judiciário é fruto da moral dos escravos, criado para domesticar os fortes.

Essência:

  • Justiça como vingança institucionalizada.
  • Tribunais funcionam como mecanismos de castração social.

🧬 Michel Foucault (1926–1984)

“O judiciário é uma engrenagem central da máquina disciplinar.”

Crítica central: Tribunais não buscam justiça, mas controle social e normalização.

Essência:

  • Justiça como tecnologia de poder.
  • Prisões e tribunais = sistemas de vigilância e adestramento social.

🧱 Franz Kafka (1883–1924)

“A justiça é um labirinto sem saída.”

Crítica central: O judiciário é opaco, absurdo e desumanizante.

Essência:

  • O indivíduo é esmagado pela burocracia jurídica.
  • O sistema é inacessível, incompreensível e opressor.

⚠️ Síntese Brutal das Críticas

Pensador Acusação Central
Platão Justiça corrompida pelo poder
Agostinho Estado injusto = crime organizado
Maquiavel Tribunais como arma política
Hobbes Justiça = imposição da força
Rousseau Proteção dos ricos
Marx Dominação de classe
Nietzsche Vingança dos fracos
Foucault Controle social
Kafka Máquina burocrática desumana

🧨 Conclusão filosófica direta

Ao longo da história, os maiores pensadores concordam em um ponto central:

⚠️ O judiciário raramente é neutro.
Ele tende a servir ao poder, às elites, ao Estado e à manutenção da ordem dominante.




quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Como os monstros de estimação que praticaram a covardia, a atrocidade enfim a barbárie contra o cãozinho Orelha, na praia brava Florianópolis, Santa Catarina, são "filhinhos de papai" pertencentes às castas dominantes e suas elites privilegiadas podres, dificilmente acontecerá alguma coisa com estes psicopatas e futuros "terroristas social", logo seus defensores advogados e parentes dirão que eles estão traumatizados com os assédios e estão em tratamento, advogados muito bem pagos e a relação dos procriadores dos monstros de estimação os pais, com os figurões integrantes do sistema, principalmente da tal justiça, logo arrumará um jeito de "passar o pano", como sempre acontece com quem faz parte das castas dominantes e suas elites privilegiadas podres, nessa republiqueta bananeira e esgoto chamado Brasil ou Bostil. Esperamos que a 'irmandade do crime' faça a verdadeira justiça.

Que a covardia, a atrocidade e a barbárie, cometidas contra os Animais, sejam cobradas por bem ou por mal!















Estes são os monstros, legítimos representantes das castas dominantes e suas elites privilegiadas podres bostileira, vulgo brasileira, que em Florianópolis, Santa Catarina, praticaram, mais uma das covardias, barbaridades, maldades, crueldades e atrocidades, típicas da cultura inferior e primitiva dessa escória de povo chamado bostileiro, vulgo brasileiro, não foi a primeira vez destes escórias muito pelo contrário isso é uma regra na cultura inferior dessa nação de primatas primitivos, símios e bonobos bostileiros, vulgo brasileiros, e certamente não será a última vez que isso acontece, pois infelizmente e desgraçadamente isso é uma caracteriza típica, cultural e histórica dessa infame e maldita nação e principalmente das castas dominantes e suas elites privilegiadas podres. Esse caso destes monstros ilustra dois fatos, um é a cultura doente, primitiva e inferior, moral, ética, cultural, intelectual e étnica-cultural, dessa escória chamado brasileiro ou bostileiro, não foi por acaso que os lixos tóxicos que os geraram, seus procriadores, além de servirem como exemplo para seus monstros de estimação, além de os proteger e defender, inclusive levando para a Disney nos Estados Unidos para fugir, estes lixos procriadores ainda ameaçaram quem os denuciou, o porteiro do prédio em Praia Brava Florianópolis, que filmou e divulgou num grupo de whatsapp, a outra é a certeza da imunidade, impunidade e intocabilidade do menor de idade nessa republiqueta bananeira e esgoto chamado Brasil ou Bostil, Bananil ou Togadistão, Narcodistão, assim como dos acima do bem e do mal, ou seja, dos pertencentes às castas dominantes e suas elites privilegiadas podres. Para seres inferior como estes só existe uma justiça a salomonica, 'olho por olho e dente por dente' que a "irmandade" do tribunal do crime faça valer essa verdadeira justiça salomonica, caça estes excrementos e escórias humana e faça com eles o mesmo que eles fizeram com o cãozinho "Orelha" confiamos em vocês!







O establishment ou o sistema, é representado pelas castas dominantes é composto pelo poder econômico e sua oligarquia que está representada na figura dos oligarcas ou milionários e bilionários, mais as elites privilegiadas compostas pelos poderosos do deep-state com os déspotas dos três poderes que não passam de serviçais e cães de guarda da oligarquia. Fantoches e marionetes do establishment políticos, governantes e os togados estes servem como os "carimbadores" dos desejos da oligarquia implementando e dando uma falsa legalidade, quanto ao povo e principalmente aos eleitores e os que acreditam e apoiam os fantoches e marionetes do establishment, esse nunca passará de reres massas burras e de manobras e marionetes e fantoches de segunda pois servem aos fantoches e marionetes do sistema os políticos, governantes e togados.