“SOU ANTI!”

NÃO ME PERGUNTE, PORQUE AMO OS ANIMAIS? SE FINGIR NÃO SABER OS MOTIVOS, ME PERGUNTE PORQUE ODEIO OS HUMANOS! - SOU ANTI, SOU UM SER RACIONAL PENSANTE E LIVRE, POR ISSO SOU ANTI, SOU ANTI SISTEMA DOMINANTE, SOU ANTI ESTADO E SUAS LEIS SOU ANTI INSTITUIÇÕES OFICIAIS, SOU ANTI PATRIOTISMO E NACIONALISMO, POIS SÓ SERVEM PARA EXALTAR UMA PSEUDA PÁTRIA SUA, SOU ANTI POLÍTICA PARTIDÁRIA E O CÂNCER QUE ESSA REPRESENTA, SOU ANTI O VOTO POLÍTICO PARTIDÁRIO E A FARSA DA REPRESENTAÇÃO POLÍTICA QUE ELE “VENDE” SOU ANTI A FARSA QUE É A TAL DA DEMOCRACIA ENQUANTO REGIME, PELAS FALÁCIAS QUE “VENDE” E POR REPRESENTAR UM GOVERNO. SOU ANTI CRENÇAS DE FÉ RELIGIOSAS SEU DEUS ASSIM COMO AS MÍSTICAS, SOU ANTI CONCEITOS FALSOS DE VALORES, SOU ANTI SOCIEDADE E SUAS AMARRAS OU “CABRESTOS” MORAL, QUASE SEMPRE FALSO MORALISTA, SOU ANTI POLÍCIA E TUDO QUE ESSA REPRESENTA, OPRESSÃO, COVARDIA, DISCRIMINAÇÃO, PERSEGUIÇÃO ETC, SOU TOTALMENTE ANTI MODISMOS. SOU ANTI! POIS SOU UM SER RACIONAL MAS PENSANTE!!! - A FARSA DA VIDA - "FARSA, A VIDA É UMA GRANDE FARSA, MAS QUEM DISSE QUE NÃO É, COMO NEGAR!, SIMPLES SENDO MAIS UM FARSANTE."

terça-feira, 5 de março de 2024

8 coisas que a classe média faz para parecer que é rica

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que cerca de 50% dos brasileiros são de classe média no Brasil.

A classe média, apesar de ser a maioria no nosso país, é a classe que enfrenta o maior encolhimento dos últimos anos, isso se deve a diversos fatores, desde fatores econômicos como a inflação, como o risco de inadimplência, haja visto que este é o grupo com maior índice de endividados do país.

Com relação a inadimplência, muito disso se reflete ao consumismo exacerbado desse grupo socioeconômico, onde, grande parte das famílias gastam absolutamente tudo aquilo que recebem, ou ainda, tendem a gastar mais do que ganha, levando a uma bola de neve financeira, que consequentemente leva a inadimplência.

Diante desse consumismo, é claro que muitas famílias desse grupo buscam viver em melhores padrões, procurando imóveis em áreas mais privilegiadas, carros mais modernos, e gadgets de última geração, gastos estes que acabam comprimindo os ganhos dessas famílias.

Um estudo realizado pela revista Harvard Review of Latin America, identificou que indivíduos de classe média costumam se reconhecer ou se colocarem como elite, contudo, a realidade é que a classe média no Brasil é apenas servil à elite social.

O estudo afirmou ainda que, indivíduos de classe média no Brasil, embora, costumem se comportar como elite, em poucos meses sem trabalho, estarão em zonas de pobreza e pobreza extrema, identificando a vulnerabilidade dessa classe socioeconômica no Brasil.

A publicação ainda observou que as famílias de classe média tendem a buscar maneiras de se diferenciar de classes mais baixas, o que consequentemente colocam a classe média em grande risco, justamente por viver no limite, ou acima dos seus gastos.

Diante do estudo publicado pela revista Harvard Review of Latin America, podemos pontuar 9 itens dos quais a classe média costuma gastar mais dinheiro para se diferenciar das classes mais baixas, para tentar assumir uma identidade mais elitizada.

Comprar Carros de Luxo em Financiamento: Muitas pessoas da classe média são atraídas pela ideia de dirigir um carro de luxo, pois é um símbolo visível de status e sucesso. No entanto, financiar um carro caro pode levar a pagamentos mensais elevados e juros significativos ao longo do tempo, comprometendo outras áreas financeiras da vida do comprador. A escolha muitas vezes reflete o desejo de ser percebido como parte de um status socioeconômico mais elevado, apesar das potenciais dificuldades financeiras que podem surgir.

Leia também | 10 desvantagens de ser de classe média no Brasil

1. Usar roupas de marca

Vestir-se com roupas e acessórios de grifes famosas é uma forma comum de algumas pessoas tentarem mostrar um estilo de vida luxuoso. Este comportamento é motivado pela crença de que marcas de luxo são sinônimos de riqueza e bom gosto. No entanto, essa prática pode levar a gastos excessivos em itens caros que oferecem pouco ou nenhum retorno sobre o investimento, além de contribuir para um ciclo de consumo insustentável.

2. Frequentar lugares caros

Escolher locais exclusivos para jantar, socializar ou viajar é outra maneira de parecer rico. Estas experiências, muitas vezes documentadas e compartilhadas nas redes sociais, visam projetar uma imagem de um estilo de vida diferenciado. Embora essas experiências possam oferecer satisfação momentânea, elas também podem criar pressão para manter um padrão de vida incompatível com a realidade financeira do indivíduo.

3. Morar em áreas de prestígio

Residir em bairros considerados de alto padrão é frequentemente visto como um sinal de status. Essa decisão, embora possa oferecer certos benefícios, como melhores escolas ou maior segurança, também pode acarretar custos de vida muito mais altos, forçando os moradores a comprometerem outras necessidades financeiras para manter a aparência de um estilo de vida afluentes.

4. Colocar os filhos em escolas particulares

A educação é uma área onde muitas famílias da classe média sentem pressão para investir em escolas privadas renomadas. Acredita-se que essas instituições oferecem uma educação superior e melhores oportunidades no futuro. No entanto, as mensalidades podem ser extremamente onerosas, levando algumas famílias a sacrificar suas economias ou entrar em dívida para cobrir os custos.

5. Ter múltiplos cartões de crédito

Possuir cartões de crédito que oferecem status ou benefícios exclusivos pode ser tentador. No entanto, as taxas anuais elevadas e a potencial dívida de cartão de crédito podem rapidamente superar os benefícios percebidos, criando uma falsa sensação de status a um custo financeiro elevado.

6. Possuir gadgets de última geração

A rápida obsolescência dos dispositivos tecnológicos não desanima algumas pessoas de adquirir o modelo mais recente, independentemente do custo. Este comportamento é impulsionado pelo desejo de ser visto como alguém que possui do bom e do melhor, mas pode levar a um ciclo interminável de gastos e substituição de dispositivos. A exemplo disso temos um celular, onde de uma geração para outra, basicamente nada demais muda, mas as pessoas querem e buscam pelo mais novo a todo momento.

7. Adotar hobbies caros

Engajar-se em atividades percebidas como exclusivas ou de elite, pode ser uma forma de demonstrar riqueza e status a exemplo temos o ciclismo e beach tênis, onde pessoas de elite começam a fazer e pessoas de classe média vão logo atrás para iniciar e popularizar esses negócios. No entanto, os custos associados a esses hobbies podem ser proibitivos, levando a despesas que superam significativamente o prazer ou o valor derivado da atividade.

8. Viagens exóticas e luxuosas

Viajar para destinos exóticos e se hospedar em resorts de luxo são formas populares de exibir riqueza. Essas experiências, embora enriquecedoras, podem exigir um gasto substancial que é frequentemente financiado por economias ou crédito, colocando pressão financeira adicional sobre o viajante.

Autor:Ricardo

Administrador, analista SEO e chefe de redação, atuando frente aos conteúdos mais acessados do país.

A cultura de exploração de castas ou classes social, foi pensada e ideologicamente imposta, inclusive moralmente, para as castas dominadas e suas rales, ou seja, os pobres e trabalhadores, trabalhar e produzir para que as castas dominantes e suas elites privilegiadas podres, ou seja, os ricos poderosos e abastados, só usufruírem, descansar e parasitar eternamente. Para as massas trabalhadora o descanso, ainda mais o voluntário, ou pior o ócio, é e sempre foi algo visto como imoral e inaceitável uma verdadeira heresia, afinal historicamente as castas dominadas e suas rales, ou seja, os pobres e miseráveis, estes nunca tiveram o direito de escolher o que quer pois sempre foram e são adestrados, ou sofrem uma verdadeira lavagem cerebral imposta pelo sistema dominante e seu instrumento de dominação, exclusão, subjugação, exploração, opressão e perseguição o estado opressor e suas instituições podres, mais a sociedade falso-moralista, para aceitar sem questionar muito menos contestar, tudo que o sistema e a sociedade, com sua falsa moral, determinar para eles, como por exemplo, que estes só tem deveres ou obrigações nunca direito de escolhas, até a pedagogia nos sistemas de ensino, tanto público, quanto privado, seguem essa ideologia, ou seja, os pertencentes as castas dominantes e suas elites privilegiadas, são ensinados que devem mandar e que não tem deveres só direitos, já os pertencentes as castas dominadas e suas rales são adestrados para entender que só deve obedecer assim como que só tem deveres e nunca direitos, toda essa ideologia pedagógica é para que estes permaneçam eternamente escravos destes falsos conceitos de valor moral cultural etc, como por exemplo a exaltação do estado como seu tutor, do trabalho como patrimônio moral, principalmente para estes vender sua mão de obra barata, invariavelmente aviltada, sub-paga ou disfarçadamente escravizada, obedecer ou ter um respeito cego e incontestável as instituições do estado, por mais discriminadora e opressora que estas possam ser, e invariavelmente são com estas castas, as religiões como baliza teocrática e etc, enquanto os ricos e as castas dominantes com suas elites privilegiadas podres, além destas poder tudo também não precisa ter nenhum compromisso com nada, nem mesmo com os tais conceitos de valor que a sociedade falso-moralista hipócrita maniqueísta vende para as massas, seus únicos compromisso é com seus interesses pessoal, escusos é claro.


O Brasil dá um exemplo de quando ser auto-suficiente é pior que ser dependente

 Se um país se diz auto-suficiente em qualquer produto que produza e esse produto tem um custo injusto especulativo e explorador para seus consumidores, certamente esse país mais que injusto com seu povo ele está explorando e extorquindo esse povo para beneficiar alguns poucos que produz ou se beneficiam da produção estejam estes dentro ou fora do país. Isso é exatamente o que acontece no Brasil.

O Brasil se diz auto-suficiente em petróleo mas os derivados deste vendidos no Brasil como gasolina e diesel, são de péssima qualidade além de extremamente caro para a maioria esmagadora da população brasileira ainda mais quando se considera o baixíssimo poder econômico dessa população, sem dizer que o Brasil exporta gasolina bem melhor e mais barata que a que vende aqui dentro do país, o mesmo acontece com o álcool combustível. 

O Brasil se vangloria de ser o maior produtor e exportador de soja, mas no entanto os derivados desse produto custa muito mais para o brasileiro do que para os consumidores dos países que importa.

O Brasil, segundo dizem, é o maior produtor e exportador de café, mas o café vendido para consumo dos brasileiros são de péssima qualidade e extremamente caros.

O Brasil é o maior produtor e consumidor de farinha de mandioca do mundo, mas esse produto mesmo de baixo valor alimentar, apesar de simples e fácil de se produzir, colher e beneficiar, custa em média 50% mais caro o kilo, que o kilo de trigo, um alimento nobre milenar e de extrema importância na alimentação humana que não dá em qualquer clima nem solo e ainda requer maquinário de alta tecnologia e caro para ser plantado, colhido e beneficiado. Sem diz que 60% do trigo consumido no Brasil é importado e em moeda forte, ou seja, em tese o trigo deveria ser bem mais caro para o consumidor brasileiro.

O Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de minérios, mas aqui dentro estes minérios custam bem mais caro que nos países que os importam.

O Brasil é o maior profutor e exportador de carnes, mas as que são vendidas para o consumidor brasileiro além de ser de baixa qualidade ou as recusadas no mercado externo, ainda são extremamente caras.

O Brasil é o maior produtor de feijão do mundo mas esse produto é vendido por preços exorbitantes para o consumidor brasileiro.

O Brasil é um dos maiores produtores de arroz, mas esse produto custa tão caro ou mais que nos países que não produz e tem que importar, inclusive do Brasil.

O Brasil tem uma das maiores bacias hidrográficas geradoras de energia hidrelétrica, mas o kW/h no Brasil é um dos mais caros do mundo, especialmente para o consumidor comum, já que as empresas médias e grandes pagam metade do valor pelo mesmo kW/h.

O Brasil é um dos maiores produtores de automóveis, mas esse produto está entre os mais caros do mundo para os compradores brasileiros e não é pela qualidade, originalidade, exclusividade etc, é pela ganância do lucro fácil do estado que tributa, das montadoras que produz e dos revendedores que revende.