TÃO CRÍTICO QUANTO ÁCIDO, TÃO QUESTIONADOR QUANTO CÁUSTICO, TÃO CONTESTADOR QUANTO CORROSIVO E TÃO POLÊMICO QUANTO ANÁRQUICO. ESSE É ANARCHY NOW! UM BLOG OUTSIDE, REBEL, ANARCHIST, ATHEIST, INCONFORMISTA E LIBERTÁRIO, CONTEXTUALIZADOR CONTENDO CRÍTICAS, QUESTIONAMENTOS E CONTESTAÇÕES SOBRE TUDO ESPECIALMENTE SOBRE AS MEDIOCRIDADES E INFERIORIDADES DO BRASIL E DOS BRASILEIROS.
“SOU ANTI!”
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
O infame e maldito crime de "desacato a autoridade" existente nessa republiqueta bananeira e esgoto chamado Brasil ou Bostil, Bananil, Togadistão, Narcodistão, nada mais é se não uma forma de oficializar o despotismo, o autoritarismo e a discriminação de castas, colocando o servidor público, principalmente os de gravata, farda e toga, como seres superior, acima do bem e do mal, seres inquestionáveis e incontestáveis, como se ainda vivêssemos em uma monarquia medieval onde o rei e sua corte fossem inquestionáveis e incontestáveis pela plebe. Os infames e malditos pseudos poderes dos servidores públicos, como por exemplo o tal "desacato a autoridade", assim como, a palavra de servidor público tem "poder de fé pública", "foro privilegiado" e até a conhecida "carteirada", mais que resquícios escravocrata é uma clara demonstração de que a cultura escravocrata assim como seus senhores de engenho, continua tão forte nessa republiqueta bananeira como em seus primórdios só que agora mal disfarçada e pior travestida de lei exatamente para delinear bem a diferença entre as castas dominantes e suas elites privilegiadas, e as castas dominadas e suas rales, ou seja, os pobres e miseráveis.
Por mais criminosas cruéis e sádicas que forem, as mulheres são sempre tratadas como eternas coitadinhas e vítimas desprotegidas
Assim como em praticamente qualquer caso criminoso em que tenha mulheres envolvidas, seja como suspeitas ou como acusadas formalmente, elas invariavelmente são beneficiadas pela tal justiça, no mínimo aliviando suas penas quando não minimizando ou inocentando-as, por maior que seja a culpa ou participação delas no ato criminoso, sem contar o teatrinho que invariavelmente elas fazem se fingindo de inocentes, de vítimas ou coitadinhas, para comover e convencer, principalmente polícia, jurados, promotor e juízes, e invariavelmente elas conseguem com estes passando o pano e aliviando ou inocentando-as.
Nesse caso recente acontecido no Hospital Anchieta em Brasília, onde duas mulheres as técnicas de enfermagem Marcela Camilly Alves da Silva e Amanda Rodrigues de Souza, mais o técnico também de enfermagem, Marcos Vinicius Barbosa de Araújo, assassinaram friamente três pacientes premeditadamente, até agora confirmado, podendo ser mais, injetando desinfetantes e outras substâncias nos pacientes para mata-los. Sem dizer que casos assim de assassinatos deliberados especialmente em unidades públicas de saúde e mais comum do que se imagina, sendo os casos de 90% de mortes entre os entubados na pandemia de COVID, algo nunca visto nem nas maiores catástrofes naturais ou guerras nem mesmo em acidentes, ou seja, o que era para ser um ato para salvar se tornava uma condenação de morte para pacientes com COVID-19, mas esse absurdo foi visto como normal nas umidades de saúde do Bostil, Bananil ou Togadistão, Narcodistão vulgo Brasil.
Os três acusados mesmo tendo a mesma participação e parcela de culpa ou de responsabilidade, certamente elas as duas mulheres, receberão penas menores que homem, disso não se tem a menor dúvida, e as alegações para isso do juíz ao aplicar as penas, serão às mais estapafúrdias possíveis mas prevalecerá no final, pois é sempre assim as mulheres até quando são indiscutivelmente criminosas elas são beneficiadas, privilegiadas, tem regalias quando são presas e invariavelmente além de pegar penas menores que os homens, mesmo elas cometendo os mesmos crimes, elas ainda recebem benefícios nas progressões de pena, ou seja, elas continuam tendo vantagens, benefícios, benesses e proteções do estado.
É só aguardar o julgamento desse caso para mais uma vez se confirmar isso, afinal a mulher é sempre vista e tratada pelo estado e suas instituições e pela sociedade hipócrita, maniqueísta e falso-moralista, como a eterna coitadinha desprotegida e vítima, não só dos eternos vilões e lobo-mau predador os homens, como pasmem, da própria sociedade, quanta incoerência.