“SOU ANTI!”

NÃO ME PERGUNTE, PORQUE AMO OS ANIMAIS? SE FINGIR NÃO SABER OS MOTIVOS, ME PERGUNTE PORQUE ODEIO OS HUMANOS! - SOU ANTI, SOU UM SER RACIONAL PENSANTE E LIVRE, POR ISSO SOU ANTI, SOU ANTI SISTEMA DOMINANTE, SOU ANTI ESTADO E SUAS LEIS SOU ANTI INSTITUIÇÕES OFICIAIS, SOU ANTI PATRIOTISMO E NACIONALISMO, POIS SÓ SERVEM PARA EXALTAR UMA PSEUDA PÁTRIA SUA, SOU ANTI POLÍTICA PARTIDÁRIA E O CÂNCER QUE ESSA REPRESENTA, SOU ANTI O VOTO POLÍTICO PARTIDÁRIO E A FARSA DA REPRESENTAÇÃO POLÍTICA QUE ELE “VENDE” SOU ANTI A FARSA QUE É A TAL DA DEMOCRACIA ENQUANTO REGIME, PELAS FALÁCIAS QUE “VENDE” E POR REPRESENTAR UM GOVERNO. SOU ANTI CRENÇAS DE FÉ RELIGIOSAS SEU DEUS ASSIM COMO AS MÍSTICAS, SOU ANTI CONCEITOS FALSOS DE VALORES, SOU ANTI SOCIEDADE E SUAS AMARRAS OU “CABRESTOS” MORAL, QUASE SEMPRE FALSO MORALISTA, SOU ANTI POLÍCIA E TUDO QUE ESSA REPRESENTA, OPRESSÃO, COVARDIA, DISCRIMINAÇÃO, PERSEGUIÇÃO ETC, SOU TOTALMENTE ANTI MODISMOS. SOU ANTI! POIS SOU UM SER RACIONAL MAS PENSANTE!!! - A FARSA DA VIDA - "FARSA, A VIDA É UMA GRANDE FARSA, MAS QUEM DISSE QUE NÃO É, COMO NEGAR! SIMPLES SENDO MAIS UM FARSANTE."

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

CARTA DE PRINCÍPIOS CONTRA O ESTADO MAFIOSO

 

(Manifesto político-investigativo)
Preâmbulo — Quando o crime vence sem dar um tiro
O Estado Mafioso não nasce de quartéis.
Nasce de tribunais capturados.
Não se impõe por tanques, mas por sentenças.
Não censura queimando livros — censura apagando vozes.
Ele não destrói a democracia de fora.
Ele a ocupa por dentro, usando sua linguagem, seus símbolos e sua retórica como disfarce.
Onde o poder se torna inimputável, a máfia deixa de ser clandestina e vira regime.
CAPÍTULO I — A lei sequestrada (Cosa Nostra institucional)
A Cosa Nostra ensinou que lealdade ao clã vem antes da lei.
O Estado Mafioso faz o mesmo, apenas trocando o clã por partido, corporação ou toga.
A lei deixa de ser universal
O processo vira punição
A absolvição vira prêmio político
Não há justiça: há gestão seletiva da legalidade.
CAPÍTULO II — A toga como escudo (’Ndrangheta togada)
A ’Ndrangheta não domina pela força, mas pela blindagem familiar.
No Estado Mafioso, a toga cumpre a mesma função:
Autorrecrutamento
Autoproteção
Autolegitimação
Autonomia sem responsabilidade
Quando juízes se tornam atores políticos, a Justiça morre — e ninguém é julgado por isso.
CAPÍTULO III — O caos como método (Camorra estatal)
A Camorra prospera no caos controlado.
O Estado Mafioso produz desordem para vender tutela.
Cria dependência social permanente
Normaliza a precariedade
Compra silêncio com benefício
Troca autonomia por sobrevivência
Miséria não é falha.
É ferramenta de controle.
CAPÍTULO IV — A cleptocracia normalizada (Bratva tropical)
A Bratva russa mostrou que o crime pode virar governo.
O Estado Mafioso brasileiro aperfeiçoou:
Orçamento como butim
Estatais como cofres
ONGs como lavanderias
“Democracia” como slogan internacional
A corrupção deixa de ser desvio e vira sistema operacional.
CAPÍTULO V — Legalidade como fachada (Yakuza institucional)
A Yakuza tinha sede, contadores e cartões de visita.
O Estado Mafioso também:
Abuso vira “defesa da democracia”
Censura vira “combate à desinformação”
Perseguição vira “estado de direito”
Quando o crime fala a língua da virtude, a população aprende a aplaudir a própria prisão.
CAPÍTULO VI — O inimigo fabricado (máfia americana às avessas)
A máfia americana caiu quando a lei foi aplicada a todos.
No Estado Mafioso ocorre o oposto:
A lei escolhe alvos
O rótulo precede o crime
O dissenso vira ameaça
A crítica vira extremismo
Não se combate ilegalidade.
Produz-se inimigos.
CAPÍTULO VII — O pacto invisível do crime organizado
Toda máfia precisa de:
Dinheiro
Território
Proteção institucional
Quando o Estado:
Relativiza crime organizado
Enfraquece forças independentes
Abandona fronteiras
Criminaliza quem denuncia
Não há neutralidade.
conivência estrutural.
CAPÍTULO VIII — A nova ditadura
A ditadura clássica proibia.
O Estado Mafioso autoriza para aliados e proíbe para críticos.
Ela não precisa fechar o Congresso.
Basta torná-lo irrelevante.
Não precisa censurar jornais.
Basta controlar algoritmos, tribunais e narrativas.
É a ditadura sem farda, com carimbo legal.
DECLARAÇÃO FINAL
Quando o Estado protege os seus, persegue críticos, relativiza crimes aliados e chama isso de justiça, não governa — extorque.
Não é democracia degenerada.
É máfia madura.



O ESTADO COMO MÁFIA Subtítulo: Como o poder sequestra a lei, normaliza o crime e governa sob a máscara da democracia

 

Não é peça jurídica nem acusação formal — é denúncia política, metáfora histórica e análise de poder.

O ESTADO COMO MÁFIA:

Quando o Crime Veste Toga, Fala em Democracia e Governa em Nome da Lei.

Não foi a Sicília que inventou o pacto de silêncio.

Não foi a Calábria que criou o medo institucional.

Não foi Moscou, Tóquio ou Nova York que ensinaram como transformar o Estado num cartel blindado por legalidade seletiva.

A máfia apenas aperfeiçoou o que o poder político corrupto sempre soube fazer.

Hoje, o Brasil vive algo mais sofisticado que a velha ditadura militar:

vive uma ditadura simbiótica, onde partido, Estado, Judiciário e mídia operam como uma organização mafiosa de novo tipo — limpa por fora, podre por dentro.

I — A Cosa Nostra e o Partido: lealdade acima da lei

A Cosa Nostra siciliana ensinou ao mundo três regras:

Lealdade absoluta ao clã

Silêncio (omertà)

Justiça interna, nunca externa

O lulismo institucionalizado replica isso em escala estatal.

Militância substitui cidadania

Fidelidade partidária vale mais que legalidade

Críticos são tratados como traidores

Investigações só existem contra inimigos

A lei não desaparece — ela é sequestrada.

II — ’Ndrangheta e o Judiciário: família, sangue e blindagem

A ’Ndrangheta é poderosa porque:

Funciona por laços internos inquebráveis

Não se infiltra: se reproduz por dentro

No Brasil, a casta togada cumpre função análoga:

Autorrecrutamento

Autodefesa corporativa

Autolegitimação moral

Julgamento seletivo

Quando juízes viram atores políticos, a toga deixa de ser símbolo de justiça e vira colete à prova de responsabilidade.

III — Camorra e o caos administrado

A Camorra napolitana não controla tudo — ela controla o suficiente:

Caos organizado

Violência simbólica

Dependência econômica

Assistencialismo criminoso

O Estado lulista opera da mesma forma:

Cria dependência social permanente

Troca autonomia por benefício

Compra silêncio com subsídio

Alimenta o caos para justificar o controle

Não é incompetência.

É método.

IV — Bratva russa: cleptocracia como sistema

A Rússia pós-soviética mostrou que:

O crime pode virar governo

O governo pode virar empresa

A empresa pode virar lavagem

A cleptocracia brasileira funciona em moldes semelhantes:

Orçamento público como butim

Estatais como cofres

ONGs como fachadas

“Democracia” como slogan de exportação

Tudo dentro da lei — desde que a lei seja moldada depois.

V — Yakuza: legalidade como fachada

A Yakuza japonesa teve escritórios, cartões, contadores. Não se escondia — se normalizava.

O sistema brasileiro faz o mesmo:

Abuso institucional travestido de defesa da democracia

Censura chamada de “combate à desinformação”

Perseguição política rotulada como “estado de direito”

Quando o crime fala a língua da virtude, a sociedade aplaude a própria prisão.

VI — A máfia americana e o inimigo interno

A máfia ítalo-americana caiu quando:

O Estado decidiu aplicar a lei igualmente

O RICO Act quebrou a estrutura, não os indivíduos

No Brasil, ocorre o oposto:

A lei é arma política

O processo é punição

A exceção vira regra

O inimigo interno é fabricado diariamente

Não se combate o crime.

Define-se quem é o criminoso.

VII — A narco-dimensão: o pacto invisível

Toda máfia sobrevive de três pilares:

Dinheiro ilícito

Território

Proteção institucional

Onde o Estado abandona fronteiras, relativiza crime organizado e demoniza polícia independente, não há neutralidade — há conivência estrutural.

Não é preciso provar ordens diretas.

A máfia moderna funciona por sinais, omissões e recompensas indiretas.

CONCLUSÃO — Quando o Estado vira a maior organização criminosa

A diferença entre a máfia clássica e a máfia estatal é simples:

A máfia tradicional teme o Estado

A máfia estatal é o Estado

Ela não mata com balas — mata com processos.

Não extorque com armas — extorque com impostos.

Não cala com ameaça — cala com censura.

E o mais perverso: faz tudo isso em nome da democracia.

Afinal todo regime que criminaliza a crítica, protege aliados, reescreve leis para salvar os seus e chama isso de justiça, não é democracia.

É máfia com orçamento público e legitimidade artificial.



A diferença entre a máfia clássica e a máfia estatal é simples: A máfia tradicional teme o Estado A máfia estatal é o Estado Ela não mata com balas — mata com processos. Não extorque com armas — extorque com impostos. Não cala com ameaça — cala com censura. E o mais perverso: faz tudo isso em nome da democracia "Todo regime que criminaliza a crítica, protege aliados, reescreve leis para salvar os seus e chama isso de justiça, não é democracia. É máfia com orçamento público e legitimidade artificial."


OS 10 MANDAMENTOS CONTRA O ESTADO MAFIOSO

 

I. Não aceitarás autoridade sem responsabilidade.

II. Não chamarás censura de democracia.

III. Não confundirás legalidade com justiça.

IV. Não tolerarás juiz militante nem promotor político.

V. Não trocarás liberdade por benefício estatal.

VI. Não aceitarás corrupção seletiva como normalidade.

VII. Não permitirás que o crime organizado tenha padrinhos institucionais.

VIII. Não chamarás perseguição de combate ao extremismo.

IX. Não aceitarás a mentira repetida como verdade oficial.

X. Reconhecerás: o maior crime é um Estado acima da crítica.


O crime organizado, oficializado e institucionalizado de toga!

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