“SOU ANTI!”

NÃO ME PERGUNTE, PORQUE AMO OS ANIMAIS? SE FINGIR NÃO SABER OS MOTIVOS, ME PERGUNTE PORQUE ODEIO OS HUMANOS! - SOU ANTI, SOU UM SER RACIONAL PENSANTE E LIVRE, POR ISSO SOU ANTI, SOU ANTI SISTEMA DOMINANTE, SOU ANTI ESTADO E SUAS LEIS SOU ANTI INSTITUIÇÕES OFICIAIS, SOU ANTI PATRIOTISMO E NACIONALISMO, POIS SÓ SERVEM PARA EXALTAR UMA PSEUDA PÁTRIA SUA, SOU ANTI POLÍTICA PARTIDÁRIA E O CÂNCER QUE ESSA REPRESENTA, SOU ANTI O VOTO POLÍTICO PARTIDÁRIO E A FARSA DA REPRESENTAÇÃO POLÍTICA QUE ELE “VENDE” SOU ANTI A FARSA QUE É A TAL DA DEMOCRACIA ENQUANTO REGIME, PELAS FALÁCIAS QUE “VENDE” E POR REPRESENTAR UM GOVERNO. SOU ANTI CRENÇAS DE FÉ RELIGIOSAS SEU DEUS ASSIM COMO AS MÍSTICAS, SOU ANTI CONCEITOS FALSOS DE VALORES, SOU ANTI SOCIEDADE E SUAS AMARRAS OU “CABRESTOS” MORAL, QUASE SEMPRE FALSO MORALISTA, SOU ANTI POLÍCIA E TUDO QUE ESSA REPRESENTA, OPRESSÃO, COVARDIA, DISCRIMINAÇÃO, PERSEGUIÇÃO ETC, SOU TOTALMENTE ANTI MODISMOS. SOU ANTI! POIS SOU UM SER RACIONAL MAS PENSANTE!!! - A FARSA DA VIDA - "FARSA, A VIDA É UMA GRANDE FARSA, MAS QUEM DISSE QUE NÃO É, COMO NEGAR! SIMPLES SENDO MAIS UM FARSANTE."

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

“A justiça que existe nos tribunais raramente é a justiça verdadeira; é apenas a imposição da lei do mais forte.” Platão (427–347 a.C.)

 



🏴 MANIFESTO CONTRA O IMPÉRIO DA TOGA

Ou: A Justiça Como Máquina de Dominação, Repressão e Controle


PREÂMBULO — A FARSA FUNDADORA

A justiça institucional é apresentada como templo da razão, da neutralidade e da equidade.
Na realidade, ela sempre foi o altar sagrado do poder.

Desde os tribunais da Grécia Antiga até as cortes constitucionais modernas, o judiciário jamais foi um espaço de verdade — mas um teatro ritualizado onde a força se disfarça de lei.

A toga não é símbolo de imparcialidade.
É o manto sagrado da autoridade, a fantasia do carrasco civilizado, o uniforme do poder que não precisa mais sujar as mãos de sangue.


I — A ORIGEM REAL DA JUSTIÇA

A justiça não nasce da ética, mas do conflito.

Não surge para proteger os fracos, mas para estabilizar a dominação.

A lei nasce quando:

os vencedores precisam garantir que suas conquistas jamais sejam contestadas.

Todo código jurídico é, em sua essência:

📜 A ata notarial da vitória de uma elite sobre o restante da sociedade.


A justiça surge para:

  • Congelar relações de poder
  • Transformar desigualdade em ordem
  • Converter violência em legalidade
  • Tornar dominação sinônimo de estabilidade

II — O JUDICIÁRIO COMO IGREJA DO ESTADO

O judiciário funciona exatamente como uma instituição religiosa:

Religião Judiciário
Sacerdotes Juízes
Dogmas Leis
Rituais Processos
Pecado Crime
Excomunhão Prisão
Inferno Sistema penal

Assim como a igreja medieval:

  • Fala uma língua inacessível ao povo
  • Atua por símbolos, ritos e hierarquias
  • Se apresenta como mediadora entre o homem e a verdade
  • Nunca responde ao povo — apenas a si mesma

III — A FARSA DA NEUTRALIDADE

O maior mito do judiciário é a neutralidade.

Não existe juiz neutro.
Não existe tribunal imparcial.
Não existe lei sem ideologia.

Todo juiz carrega:

  • Classe social
  • Interesses políticos
  • Cultura
  • Medos
  • Ambições
  • Preconceitos

O martelo não bate no vazio.
Ele bate de acordo com a posição social de quem está diante do tribunal.


IV — A JUSTIÇA DE CLASSE: O DIREITO DOS RICOS

A justiça moderna é um sistema de blindagem das elites.

  • Crimes financeiros raramente resultam em prisão.
  • Corrupção política gera processos infinitos.
  • Crimes do colarinho branco viram tecnicalidades jurídicas.
  • Pobre vai preso.
  • Rico vai recorrer.

⚖️ O código penal é severo com o miserável e dócil com o milionário.


O padrão universal:

Classe Tratamento
Elite econômica Garantias, recursos, prescrições
Classe média Julgamentos longos e punitivos
Pobres Cadeia imediata
Periferia Violência, encarceramento em massa

V — A TOGA COMO ARMA POLÍTICA

O judiciário não é apenas conservador.
Ele é ator político central.

Quando convém, juízes:

  • Derrubam governos
  • Anulam eleições
  • Criminalizam movimentos sociais
  • Blindam aliados
  • Perseguem dissidentes

A toga substituiu o fuzil.
A sentença substituiu o pelotão de fuzilamento.

🩸 É o golpe sem tanques, a ditadura sem quartéis, o autoritarismo sem botas.


VI — O PROCESSO COMO TORTURA PSICOLÓGICA

O processo judicial é, em si, uma forma de punição:

  • Anos de espera
  • Custos financeiros absurdos
  • Insegurança permanente
  • Destruição emocional
  • Estigmatização social

Mesmo quando absolvido, o indivíduo já foi punido.

⚖️ O processo não busca justiça.
Ele busca esgotamento, desgaste, submissão e exemplo público.


VII — O DIREITO COMO LINGUAGEM DE EXCLUSÃO

O juridiquês não é técnico — é elitista.

Sua função não é esclarecer, mas afastar o povo da compreensão do próprio destino jurídico.

Quem não entende a linguagem do tribunal não pode se defender.
Quem não se defende, obedece.


VIII — PRISÕES: A FACE FINAL DA JUSTIÇA

O cárcere é o monumento máximo do fracasso moral da justiça.

Não recupera. Não educa. Não ressocializa. Não resolve.

Ele:

  • Armazena pobres
  • Moa vidas
  • Reproduz violência
  • Fortalece o crime organizado
  • Normaliza a barbárie

🏚️ A prisão é o depósito final da miséria social produzida pelo próprio sistema.


IX — A JUSTIÇA COMO TECNOLOGIA DE CONTROLE

A justiça moderna não visa equilíbrio.
Visa gestão populacional.

Ela administra:

  • Medo
  • Disciplina
  • Conformismo
  • Submissão

O judiciário integra um sistema maior de vigilância, normalização e punição, ao lado da polícia, da mídia e da burocracia estatal.


X — A TIRANIA DOS TOGADOS

Juízes:

  • Não são eleitos
  • Não prestam contas
  • Possuem estabilidade vitalícia
  • Operam com poder quase absoluto

⚠️ São uma aristocracia jurídica, uma casta togada acima do povo.

O judiciário é hoje:

A mais poderosa e menos controlada força política do Estado.


XI — OS 10 MANDAMENTOS CONTRA A JUSTIÇA DO PODER

  1. Não acreditarás na neutralidade da toga.
  2. Não chamarás dominação de ordem.
  3. Não aceitarás legalidade como sinônimo de justiça.
  4. Não reverenciarás tribunais como templos sagrados.
  5. Não confundirás processo com verdade.
  6. Não obedecerás cegamente a leis injustas.
  7. Não chamarás privilégio de direito.
  8. Não aceitarás prisão como solução social.
  9. Não reconhecerás autoridade sem legitimidade popular.
  10. Não silenciarás diante da tirania judicial.

XII — A ÚNICA JUSTIÇA POSSÍVEL

Justiça real não nasce do Estado.
Não nasce da toga.
Não nasce do código.

Ela nasce de:

  • Autonomia
  • Equidade material
  • Autogestão social
  • Justiça comunitária
  • Responsabilidade coletiva
  • Reparação real

🏴 Sem povo soberano, toda justiça é apenas dominação organizada.


EPÍLOGO — A QUEDA DO ALTAR

Toda estrutura de poder que se apresenta como sagrada está destinada a ruir.

O judiciário, tal como existe hoje, não é reformável.
Ele é intrinsecamente autoritário, elitista, classista e político.

Não precisa ser ajustado.
Precisa ser desconstruído, desmistificado e superado.


🔥 FRASE FINAL — PARA O ANARCHY NOW!

Enquanto houver toga acima do povo, não haverá justiça — apenas obediência.



UMA FARSA CHAMADA 'JUSTIÇA INSTITUCIONAL'

 Se existe uma falácia, uma farsa, enfim uma tão grande, quanto vergonhosa mentira, na sociedade, é o conceito de justiça praticado pelo estado e suas instituições. Dos mitos que cercam os atos, que começam pelos inquéritos feitos pela polícia que invariavelmente são tão falhos quanto propositalmente tendenciosos ou parcial, principalmente a depender dos interesses e interessados envolvidos, inquéritos estes que podem ir do insuficiente ou inconclusivo, ao totalmente parcial ou tendenciosos, são estes inquéritos já viciados e que invariavelmente constroem a narrativa que define os rumos da ação, afinal ele mais que contaminado pela infame e maldita "fé pública" dos agentes, o inquérito dificilmente é revertido por mais erros e vícios inclusive propositais, que este possuam, a menos que uma das partes tenha poder econômico ou influência para contestar e refutar. 

Depois de tudo isso o tal inquérito chega ao MP ou Ministério Público, e se o inquérito já estava contaminado, viciado ou no mínimo falho propositalmente "ou não", o MP mesmo podendo questionar ou recusar, a depender dos interessados na causa ou dentro do próprio MP, e se as partes ou mesmo uma parte mesmo a prejudicada, não tem dinheiro e muito menos poder para influenciar ou intervir, o que acontece em praticamente 100% dos casos que envolve pessoas pobres e sem nem sequer algum "padrinho" influente, é também praticamente certo, que a condenação desta será pedida e aceita pela próxima etapa a do juíz.

O todo poderoso oniciente e onipotente ser togado o juíz, que nessa republiqueta bananeira chamado Brasil ou Bostil Bananil está acima do bem e do mal, é imune, impune e intocável, independente das desgraças que cometam, estes além de nunca, literalmente nunca, se debruçar sobre processos de pessoas pobres para detectar minimamente os erros processuais, os vícios e etc, invariavelmente seus assistentes é quem "as vezes" ler os processos e caso "sua magestade" o juíz já não tiver sua "opinião formada" sobre o caso, leia-se interesses invariavelmente escusos, assim uma palavrinha dos seus assistentes, que são quem de fato ainda ler os processos, já define a decisão do ungido pela sabedoria divina o meritíssimo, que quase sempre é pela condenação, a pedido do promotor, sem sua magestade questionar ou sequer se interessar pelas possíveis falhas no processo que é o que mais existem, como a parcialidade e as distorções tendenciosas contidas neste, desde a fase policial do inquérito, investigações, testemunhas etc, e muito menos do MP ou o promotor, que invariavelmente é um "carimbador" dos inquéritos policiais, a menos que estes contrarie os interesses pessoais do primotor, mais via de regra isso não acontece pois quando os inquéritos chegam ao promotor já foi "depurado" pelas influências já na etapa policial, pelos interesses invariavelmente escusos dos interessados mais poderosos.

E finalmente o bendito inquérito chega a sua magestade, o excelentíssimo, o digníssimo e brilhantissimo ser divino, o oráculo da verdade e arauto da consciência humana, o togado, que com uma canetada pode absolver o acusado, independente de deste ter culpa ou não, desde que tenha dinheiro, poderes e influência, e condena, também independente deste ser culpado ou inocente mas sem dinheiro, sem poderes e influência e sem sequer padrinho influente, é "game over" e masmorra ou calabouço. 

Só lembrando que ficamos só nos supostos "autos do processo" eufemismo para farsa mesmo, sem contar que, suponhamos que nada disso existisse que tudo fossem feito de maneira correta e justa, e ficassemos só dependente das mediocridades da natureza humana como as vaidades pessoais, os desequilíbrios emocionais e os fatores psicológicos inerentes a cada ser humano, já seria uma temeridade e ingenuidade ou mesmo estupidez, acreditar que problemas pessoais ou existencial e até seus conceitos de valor pessoal influenciados e modelados conforme sua cultura ou círculo de relações muitas vezes sem ética nem moral, de cada um destes indivíduos envolvidos em uma ação judicial, dos policiais e das testemunhas, aos jurados, promotor e juíz, não tenham influencia decididamente em suas decisões, que estes agem ou agiriam de forma minimamente imparcial e correta. 

E como uma máxima versa que, "onde haver uma dúvida por menor que seja não pode existir justiça" cabe a luz da razão ou do mínimo bom senso jamais acreditar ou confiar, ou no mínimo desconfiar de tudo que envolve o ser humano e principalmente da justiça feita por ele, sob pena de ser mais que um ingênuo, inocente um estúpido ou idiota e imbecil, ser conivente e cúmplice com as injustiças. 




🏛️ Grandes Críticas Filosóficas à Justiça e ao Judiciário


⚖️ Platão (427–347 a.C.)

“A justiça que existe nos tribunais raramente é a justiça verdadeira; é apenas a imposição da lei do mais forte.”

Crítica central: Platão via o sistema judiciário como facilmente corrompível por interesses políticos e econômicos. Para ele, a justiça institucional raramente refletia a Justiça Ideal.

Essência:

  • A lei frequentemente serve aos interesses dos governantes.
  • O tribunal não busca a verdade, mas a manutenção da ordem vigente.

🏺 Aristóteles (384–322 a.C.)

“A lei é razão sem desejo, mas os juízes frequentemente decidem movidos por paixões.”

Crítica central: A justiça humana é imperfeita porque os juízes são humanos — logo, passionais, falíveis e suscetíveis a pressões.

Essência:

  • O judiciário sofre com subjetividade e parcialidade.
  • As leis são gerais, mas os casos são particulares → injustiças estruturais.

🕯️ Santo Agostinho (354–430)

“Sem justiça, o que são os reinos senão grandes bandos de ladrões?”

Crítica central: O Estado e seu judiciário, sem justiça moral verdadeira, tornam-se máquinas legalizadas de opressão.

Essência:

  • Legalidade ≠ justiça.
  • Leis injustas são formas institucionalizadas de crime.

🪓 Nicolau Maquiavel (1469–1527)

“Os tribunais são instrumentos do poder.”

Crítica central: A justiça é usada como ferramenta política, não como busca da verdade.

Essência:

  • Julgamentos servem para eliminar inimigos e consolidar o poder.
  • O direito é subordinado à razão de Estado.

🔥 Thomas Hobbes (1588–1679)

“A justiça é aquilo que o soberano determina.”

Crítica central: A justiça não é moral: é produto da força estatal.

Essência:

  • Leis refletem a vontade do poder dominante.
  • O judiciário é apenas o braço técnico do Leviatã.

🧠 Montesquieu (1689–1755)

“Todo aquele que detém poder tende a abusar dele.”

Crítica central: O judiciário, sem controle, torna-se tirânico.

Essência:

  • Juízes também buscam ampliar poder.
  • Necessidade absoluta de freios e contrapesos.

🩸 Jean-Jacques Rousseau (1712–1778)

“As leis são sempre úteis aos que possuem e nocivas aos que nada têm.”

Crítica central: O judiciário protege os interesses da elite econômica.

Essência:

  • Justiça formal = dominação disfarçada.
  • Tribunais preservam desigualdades sociais.

💣 Karl Marx (1818–1883)

“O direito é a vontade da classe dominante erigida em lei.”

Crítica central: O judiciário é um instrumento de dominação de classe.

Essência:

  • Leis servem à burguesia.
  • Justiça = controle social travestido de neutralidade.

🕶️ Friedrich Nietzsche (1844–1900)

“A justiça nasce do ressentimento dos fracos.”

Crítica central: O judiciário é fruto da moral dos escravos, criado para domesticar os fortes.

Essência:

  • Justiça como vingança institucionalizada.
  • Tribunais funcionam como mecanismos de castração social.

🧬 Michel Foucault (1926–1984)

“O judiciário é uma engrenagem central da máquina disciplinar.”

Crítica central: Tribunais não buscam justiça, mas controle social e normalização.

Essência:

  • Justiça como tecnologia de poder.
  • Prisões e tribunais = sistemas de vigilância e adestramento social.

🧱 Franz Kafka (1883–1924)

“A justiça é um labirinto sem saída.”

Crítica central: O judiciário é opaco, absurdo e desumanizante.

Essência:

  • O indivíduo é esmagado pela burocracia jurídica.
  • O sistema é inacessível, incompreensível e opressor.

⚠️ Síntese Brutal das Críticas

Pensador Acusação Central
Platão Justiça corrompida pelo poder
Agostinho Estado injusto = crime organizado
Maquiavel Tribunais como arma política
Hobbes Justiça = imposição da força
Rousseau Proteção dos ricos
Marx Dominação de classe
Nietzsche Vingança dos fracos
Foucault Controle social
Kafka Máquina burocrática desumana

🧨 Conclusão filosófica direta

Ao longo da história, os maiores pensadores concordam em um ponto central:

⚠️ O judiciário raramente é neutro.
Ele tende a servir ao poder, às elites, ao Estado e à manutenção da ordem dominante.