“SOU ANTI!”

NÃO ME PERGUNTE, PORQUE AMO OS ANIMAIS? SE FINGIR NÃO SABER OS MOTIVOS, ME PERGUNTE PORQUE ODEIO OS HUMANOS! - SOU ANTI, SOU UM SER RACIONAL PENSANTE E LIVRE, POR ISSO SOU ANTI, SOU ANTI SISTEMA DOMINANTE, SOU ANTI ESTADO E SUAS LEIS SOU ANTI INSTITUIÇÕES OFICIAIS, SOU ANTI PATRIOTISMO E NACIONALISMO, POIS SÓ SERVEM PARA EXALTAR UMA PSEUDA PÁTRIA SUA, SOU ANTI POLÍTICA PARTIDÁRIA E O CÂNCER QUE ESSA REPRESENTA, SOU ANTI O VOTO POLÍTICO PARTIDÁRIO E A FARSA DA REPRESENTAÇÃO POLÍTICA QUE ELE “VENDE” SOU ANTI A FARSA QUE É A TAL DA DEMOCRACIA ENQUANTO REGIME, PELAS FALÁCIAS QUE “VENDE” E POR REPRESENTAR UM GOVERNO. SOU ANTI CRENÇAS DE FÉ RELIGIOSAS SEU DEUS ASSIM COMO AS MÍSTICAS, SOU ANTI CONCEITOS FALSOS DE VALORES, SOU ANTI SOCIEDADE E SUAS AMARRAS OU “CABRESTOS” MORAL, QUASE SEMPRE FALSO MORALISTA, SOU ANTI POLÍCIA E TUDO QUE ESSA REPRESENTA, OPRESSÃO, COVARDIA, DISCRIMINAÇÃO, PERSEGUIÇÃO ETC, SOU TOTALMENTE ANTI MODISMOS. SOU ANTI! POIS SOU UM SER RACIONAL MAS PENSANTE!!! - A FARSA DA VIDA - "FARSA, A VIDA É UMA GRANDE FARSA, MAS QUEM DISSE QUE NÃO É, COMO NEGAR! SIMPLES SENDO MAIS UM FARSANTE."

terça-feira, 17 de março de 2026

Canalhas cafajestes e calhordas criminosos não cumprem acordos.

 O tal acordo secreto que dizem ter feito Trump com Stalinacio Lula da Silva, que muitos falam girar em torno de terras raras com a impressa fascista tupiniquim chegando ao ufanismo patético quando tenta inflar o Bostil, Bananil ou Togadistão, Narcodistão, vulgo Brasil, espalhando que esse tem a segunda maior reserva do planeta das tais terras raras. 

Primeiro, já está maís que provado que de rara estas terras não tem nada ela é abundante em praticamente qualquer lugar, que raro mesmo é a tecnologia para prospectar a parte que interessa nestas terras e essa tecnologia hoje quem detém é a China. Segundo, o interesse americano não é nas terras raras pois certamente lá nos Estados Unidos também existem com abundância muito menos em commodities tupiniquim que os Estados Unidos produz em abundância, o interesse americano é na influência geopolítica da China no mundo e no Bostil, Bananil como seu capacho, vassalo e serviçal na região, ainda mais no "quintal americano" e pela China dominar uma tecnologia tão importante sobre um produto tão estratégico como são as tais terras raras da prospecção ao beneficiamento.

O governo americano já sabe que o narco-governo stalinista cleptocrata lulista de toga da repúblqueta bananeira ou Bostil, Bananil, Togadistão, Narcodistão, vulgo Brasil, hoje não passa de um serviçal, capacho e vassalo da China dentro do quintal americano, e isso preocupa muito pois a China não é só uma nação oportunista, exploradora e escravocrata de nações pobres e subservientes ela quer também o aliciamento ideológico ou geopolítico compulsório destas nações para seu projeto de império eterno que seu governo ditatorial vem construindo no mundo. 

Diante de tudo isso o governo de Donald Trump, tem como seu principal objetivo barrar a expansão desse projeto chinês ainda mais dentro de seu quintal, ao fazer esse acordo com o narco-governo stalinista cleptocrata lulista de toga, não foi por terras raras ou qualquer outros produtos, mas sim para tentar barrar a influência da China no Bostil, Bananil e por consequência na região, propondo ao micróbio diplomático e vassalo chinês o corrupto oportunista e ladrão Stalinacio Lula da Silva, o afastamento de negócios estratégicos com a China, desde a exploração das tais terras nem tão raras assim, acordos de Internet via satélite e a instalação de bases chinesas em território tupiniquim, em contra partida Trump faria como fez, a retirada das sanções como a lei Magnitsky Global Act, suspensão de vistos etc, contra o tutor de Stalinacio, o rábula e déspota tirano, o FAKE JUDGE, Alexandre de Moraes, o violador usurpador e estuprador dos direitos humanos contumaz.

Só que Trump, seja por ingenuidade ou burrice mesmo ignorou o quão mau-caráter e cafajeste é Stalinacio Lula da Silva, seja por estupidez ao superestimar o quanto um mau-caráter do tipo de Stalinacio é capaz, Trump acreditou que Stalinacio cumpriria o acordo, não sabia Trump que não se faz acordos com mau-caráter não foi por acaso que logo após Trump retirar as sanções do seu tutor, não só Stalinacio Lula da Silva, no seu melhor estilo quebraria o acordo como seu tutor o déspota tirano e FAKE JUDGE continuaria a fazer o que melhor sabe que é violar, usurpar e estuprar covardemente as leis, os direitos humanos e a Constituição Federal, e ainda juntamente com seu poodle de estimação o micróbio diplomático corrupto oportunista e ladrão Stalinacio, cinicamente debocharem da ingenuidade e estupidez de Trump.

segunda-feira, 16 de março de 2026

"Para todo tirano sua hora chega e geralmente é com instinto de raiva e vingança incontrolável assim seu fim invariavelmente é proporcional aos seus atos de tirania, de autoritarismo, de arbitrariedades e crueldades, atrocidades e barbaridades cometidas, foi assim com Gaddafi, foi assim com Saddam, foi assim com Maduro e sem nenhuma dúvida será assim com o rábula déspota tirano de toga e seus comparsas, o fim destes está mais próximo do que eles imaginam, e a verdadeira justiça não virá de dentro dessa republiqueta bananeira e esgoto chamado Brasil, ou Bostil, Bananil, afinal os bostileiros são tão escória quanto seus tiranos de estimação, virá de fora e será tão implacável, quanto justa, quem viver verá!"


Devido os constantes cerceamento ou censura prévia, a liberdade de expressão praticados pela plataforma Blogger, sempre sob a desculpa de "viola as diretrizes ou regras da comunidade" uma forma disfarçada de censura criada pelas plataformas digital para tentar justificar sua censura aplicada a postagens que contrariam seus interesses ideológicos ou financeiros, prática essa que infelizmente vem excluindo posts do blog e com seguidas ameaças de suspensão ou exclusão definitiva do Blog Anarchy Now! como já aconteceu com o outro Blog desse administrador nessa mesma plataforma, e pior ainda sem nenhuma desculpa, "Os Animais Pedem Socorro e Justiça! http://wwwsossocorramosanimais.blogspot.com/ Possivelmente o Blog Anarchy Now! Antes de ser excluído pela plataforma Blogger, vai migrar para uma outra plataforma provavelmente a WordPress. Pedimos a compreensão das centenas de milhares de leitores.


"Todo governo que coloca sob sigilo ou esconde dos seus cidadãos seus atos qualquer que seja a justificativa é um governo criminoso, pois não quer que os cidadãos saibam dos crimes que o governo comete."


Um país que tem um executivo nas mãos de um narco-governo e uma narco-ditadura stalinista cleptocrata de toga, um judiciário com as mais altas Côrtes compostas por seres abjetos, indivíduos rábulas, déspotas, tiranos e maníacos, violadores usurpadores e estupradores dos Direitos Humanos e civis, e ainda envolvidos em todos os tipos de crimes de prevaricação, enriquecimento ilícito, venda de decisões, golpes financeiros a formação de quadrilha, máfia e organização criminosa, e com estes criminosos sendo protegidos e blindados por um congresso prostituto. Um país desse é um pária mundial e uma nação extremamente tóxica, sem nenhuma credibilidade moral, para qualquer nação minimamente séria evoluída ou civilizada ter qualquer tipo de relação muito menos diplomática ou comercial. O Bostil, Bananil ou Togadistão, Narcodistão, vulgo Brasil, é indiscutivelmente a lata de lixo moral, ética, cultural, intelectual e étnica-cultural do mundo, não é por acaso que o país está ao lado de outros párias mundial como ditaduras e narco-ditaduras, e seus escórias ditadores autocratas sanguinários, violadores, usurpadores e estupradores dos Direitos Humanos, como a China de Xi Jimping, a Rússia de Putin, a Coreia do Norte de Kim Jong-un, o Turcomenistão, a Hungria de Orban, o Iran dos aiatolas, Cuba, Nicarágua de Daniel Ortega e a Venezuela de Maduro e Chávez.

Vídeos Gazeta do Povo 

https://m.youtube.com/watch?v=KP79vCX-UXk

https://m.youtube.com/watch?v=wHOj6LxNneM

https://m.youtube.com/watch?v=7FVEu7gxfRw

https://m.youtube.com/watch?v=iw-uQejPQDU

https://m.youtube.com/watch?v=0OjvUgTC0h4

https://m.youtube.com/watch?v=jTRy5bhbBX8

https://m.youtube.com/watch?v=3CuzuIYX4Qc

https://m.youtube.com/watch?v=tDmF5VPIxfk

https://m.youtube.com/watch?v=XrIs3sdAyMA

https://m.youtube.com/watch?v=_ArZIF8YxDo

https://m.youtube.com/watch?v=mfW85wG4gJc

https://youtu.be/jjaADeAHg5o?si=Wrw_Ls0IVzSS-40h

https://m.youtube.com/watch?v=BR69-yNv5VE

https://m.youtube.com/watch?v=vco5pBlCy5I

https://m.youtube.com/watch?v=8mrAWAgLyZM



'Liberdade de Expressão cerceada'. Mais uma postagem do blog censurada pela plataforma sob a desculpa de não está de acordo com a famigerada "diretrizes ou regras da comunidade" na verdade um eufemismo para censura prévia, que a plataforma exigiu "adequação" as diretrizes para republicar, adequação essa que deve ser conforme os interesses suspeitos da plataforma não com a liberdade de expressão.


domingo, 15 de março de 2026

É urgente mudanças nas Côrtes de Justiça dessa republiqueta bananeira e esgoto chamado Brasil ou Bostil, Bananil, Togadistão, Narcodistão, desde a forma como os ministros passam a fazer parte destas instituições deixando de ser indicados pelo presidente no mínimo por dívida de gratidão, e passar a serem eleitos por voto popular sendo que para se candidatar ao cargo nas Côrtes STF, STJ, CNJ e PGR, o candidato tem que ter pré requisitos como: Já ser juíz de carreira. Não ter nenhuma suspeita de má conduta de qualquer natureza por menor que seja. Ter mandato máximo de 8 anos sem direito a reeleição. Acabar com voto monocrático nas Côrtes só em plenário. Qualquer suspeita que recair sobre um ministro antes e depois de ocupar o cargo, esse deve renunciar imediatamente ou passar por um processo compulsório de impeachment. No exercício não permitir qualquer outra função ou atividade que não seja a do cargo que ocupa. Vedar todo tipo de exposição pública inclusive palestras. Vedar relações, inclusive entre integrantes dos demais poderes assim como entidades privadas que sugira conflitos de interesses ou suspeitas além de um dos preceitos é manter a máxima discrição possível. Estes deveriam ser os requisitos e critérios mínimos para alguém não só postular como permanecer no cargo, onde a ética e a moral não seja uma decisão pessoal mas uma exigência incontestável.


BLOOMBERG EXPÕE MORAES AO MUNDO, ELON MUSK MANDA RECADO E LULA BARRA ASSESSOR DE TRUMP

https://www.premiumtuberapp.com/video/1XyL1MqheTQ?pub=pureshare&subpub=pureshare

Segundo dados divulgados dos celulares do golpista Daniel Vorcaro pela PF, esse não passa do "laranja" e testa-de-ferro e por trás do banco Master está lavagem de dinheiro do narcotráfico e outro golpista o Augusto Lima fundador do banco e parsa dos petistas Jacques Wagner e Rui Costa, e obviamente que o micróbio diplomático o gnomo duende de nove dedos, o corrupto oportunista e ladrão Stalinacio Lula da Silva sabia de tudo.

 

https://www.youtube.com/watch?v=d6tjsRVyWHE

https://youtu.be/XXUT6TFLELo?si=bUggIn0IMrSAADDi 

Quem trabalha para quem no Brasil? O Estado cresce e o país empobrece

 



O Brasil se encontra em uma encruzilhada histórica que exige uma análise rigorosa de suas instituições.

A divulgação do Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2025, os dados recordes do Impostômetro e a persistência de um arcabouço trabalhista anacrônico expõem um sistema que contribui para a asfixia econômica e para a erosão da confiança pública. O Estado, sob o argumento de proteger o cidadão, frequentemente acaba por restringir sua iniciativa, sua propriedade e suas perspectivas de prosperidade.

O Índice de Percepção da Corrupção da Transparência Internacional — relatório anual que avalia os níveis percebidos de corrupção no setor público ao redor do mundo — oferece um contexto relevante para avaliar a governança e a confiança institucional em países como o Brasil.

O relatório de 2025 confirma o que analistas vêm apontando há anos: com apenas 35 pontos em uma escala de zero a 100, o Brasil ocupa a 107ª posição entre 182 países, registrando um dos piores desempenhos recentes da série histórica.

Corrupção: o imposto invisível

Esse resultado não é apenas um indicador estatístico, mas a expressão quantitativa de um ambiente institucional em que o poder público é frequentemente capturado por interesses privados, corroendo a confiança social. O declínio também aponta para fragilidades nos mecanismos de controle e fiscalização, frequentemente associadas ao debate sobre a crescente politização das instituições de justiça.

Do ponto de vista econômico, a corrupção funciona como um imposto invisível e arbitrário. Ela eleva os custos de transação, inibe investimentos de longo prazo e favorece o florescimento do chamado “capitalismo de compadrio”, no qual relações políticas substituem a concorrência aberta.

Em ambientes com elevado poder regulatório do Estado, empresas ineficientes podem sobreviver às custas do contribuinte, enquanto empreendedores produtivos enfrentam barreiras burocráticas para prosperar. O resultado é um processo gradual de enfraquecimento da moralidade pública e da dinâmica de mercado.

Conforme apontam índices internacionais de liberdade econômica, como os elaborados por entidades como Heritage Foundation e pelo Fraser Institute, há uma forte correlação entre liberdade econômica e menores níveis de corrupção. Países que limitam o escopo do governo e protegem de forma consistente a propriedade privada tendem a apresentar maior estabilidade institucional.

No Brasil, observa-se muitas vezes o fenômeno oposto: o tamanho e a complexidade do Estado criam amplas zonas de discricionariedade, nas quais a burocracia pode se transformar em moeda de troca. A politização das instituições, mencionada no relatório de 2025, sugere que até mesmo os mecanismos de freios e contrapesos podem estar sob pressão.

Quarenta dias, R$ 500 bilhões em impostos

Embora a integridade institucional do Estado brasileiro seja frequentemente questionada, sua capacidade de arrecadar recursos é notável.

Em 31 de dezembro de 2025, o Impostômetro, painel mantido pela Associação Comercial de São Paulo para acompanhar em tempo real a arrecadação tributária no país, registrou a cifra recorde de R$ 3,98 trilhões pagos em impostos. O valor representa crescimento nominal de 10,56% em relação ao ano anterior, superando com folga a inflação do período.

Esse aumento não ocorreu por acaso. A reoneração dos combustíveis, a tributação de apostas eletrônicas, a taxação de encomendas internacionais de baixo valor, a incidência de impostos sobre fundos exclusivos e offshores, além da revisão de benefícios fiscais setoriais, ampliaram significativamente o peso do Estado sobre a produção e o consumo.

Em fevereiro de 2026, os brasileiros já haviam pago cerca de R$ 500 bilhões em impostos apenas nos primeiros 40 dias do ano.

Pobres são os mais penalizados

De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desde o lançamento do Plano Real, em 1994, até 2026, a moeda brasileira acumulou inflação de aproximadamente 982,5%, o que significa que os preços ficaram cerca de 10,8 vezes maiores nesse período. Em termos práticos, R$ 100 em 1994 equivalem hoje a cerca de R$ 11,75 em poder de compra.

Além disso, segundo o Índice de Retorno de Bem-Estar à Sociedade (Irbes) — estudo que compara carga tributária e qualidade dos serviços públicos em diferentes países —, o Brasil ocupa há 14 anos consecutivos a posição de país que mais cobra impostos e oferece um dos menores retornos à população.

Enquanto governos celebram recordes de arrecadação, muitos brasileiros enfrentam uma perda contínua do poder de compra, agravada por um sistema tributário que incide fortemente sobre o consumo e acaba penalizando de forma desproporcional os mais pobres.

A burocracia tira da população

A deterioração institucional também se reflete no mercado de trabalho. Em 2026, quando convertido para dólares, o salário mínimo brasileiro figurava entre os mais baixos da América do Sul.

Fixado em R$ 1.621, ele equivale a aproximadamente US$ 290 a US$ 300, valor inferior ao observado em países como Paraguai (cerca de US$ 435), Chile (aproximadamente US$ 560) e Uruguai (cerca de US$ 630).

Essa diferença não decorre necessariamente de falta de potencial produtivo, mas de obstáculos estruturais. Entre eles estão a elevada tributação sobre a folha de pagamento, encargos trabalhistas que praticamente dobram o custo do emprego formal, baixa produtividade sistêmica e a desvalorização recorrente da moeda associada a desequilíbrios fiscais persistentes.

O resultado é um mercado de trabalho que tem dificuldade em sustentar salários reais mais elevados, mesmo em uma economia de grande escala.

Nesse contexto, muitos analistas argumentam que o empobrecimento relativo do trabalhador brasileiro está ligado à baixa liberdade econômica e às dificuldades para empreender e gerar empregos.

A crítica à carga tributária brasileira não decorre de insensibilidade social, mas da constatação de seu caráter frequentemente regressivo. A promessa de justiça social por meio da expansão fiscal muitas vezes ignora os efeitos indiretos da tributação sobre o consumo e da inflação crônica.

Como observou o economista americano Thomas Sowell, tentativas de igualar resultados por meio de redistribuição estatal podem reduzir a liberdade individual e ampliar o poder de uma burocracia que consome parte significativa dos recursos destinados à população.

CLT: um modelo anacrônico

A dificuldade de empreender no Brasil também tem raízes históricas que remontam à década de 1940.

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), promulgada por Getúlio Vargas em 1943, é frequentemente celebrada como um marco de proteção social. No entanto, análises críticas apontam que sua estrutura foi influenciada pelo modelo corporativista europeu do início do século XX.

Entre as inspirações frequentemente citadas está a Carta del Lavoro, documento publicado em 1927 durante o regime de Benito Mussolini, na Itália, que estabelecia a mediação estatal entre capital e trabalho como princípio central do sistema corporativo. Nesse modelo, o Estado assume o papel de árbitro das relações trabalhistas, buscando substituir o conflito entre classes por uma coordenação institucional centralizada.

No Brasil, essa lógica contribuiu para a criação de um sistema marcado pela forte presença do Estado nas relações de trabalho. Elementos como o sindicato único por categoria, contribuições obrigatórias — hoje parcialmente reformadas — e uma justiça do trabalho especializada refletem essa tradição institucional que, com adaptações, atravessou diferentes períodos políticos do país.

Na prática, a estrutura trabalhista pode impor custos elevados à contratação formal. Em 2026, estimativas indicam que o custo total de um trabalhador contratado pelo regime da CLT pode se aproximar de 190% do salário nominal, considerando encargos e provisões obrigatórias. Isso significa que, para cada real pago ao empregado, o empregador precisa arcar com uma série de custos adicionais.

Esse modelo tende a desestimular a formalização, reduzir a criação de empregos e afetar especialmente trabalhadores em início de carreira, profissionais em transição de área e pequenas e médias empresas.

Pensadores conservadores como o filósofo britânico Roger Scruton argumentaram que a substituição da responsabilidade individual por sistemas amplos de tutela estatal pode enfraquecer laços sociais baseados em confiança e cooperação voluntária. Economias mais flexíveis, como a dos EUA, permitem maior diversidade de arranjos contratuais e, como resultado, costumam apresentar mercados de trabalho mais adaptáveis a choques econômicos.

O caminho para a prosperidade

O ambiente de negócios brasileiro reflete essa combinação de corrupção, elevada carga tributária e rigidez regulatória. No Índice de Liberdade Econômica de 2025, o país aparece na 117ª posição, com desempenho particularmente fraco em indicadores como saúde fiscal e integridade governamental.

A burocracia tributária também é um dos principais entraves. Estimativas internacionais indicam que empresas brasileiras gastam cerca de 1,5 mil horas por ano apenas para cumprir obrigações fiscais — um volume extraordinário de tempo e recursos que poderia ser dedicado à produção, inovação e expansão dos negócios.

Uma das consequências é a elevada mortalidade empresarial: menos de 40% das empresas brasileiras sobrevivem após cinco anos de atividade. Entre os fatores mais citados estão o alto custo do crédito, a insegurança jurídica e a complexidade regulatória, que afetam especialmente o pequeno empreendedor.

Comparações internacionais reforçam esse contraste. Países que frequentemente lideram rankings de liberdade econômica — como Singapura, Suíça, Irlanda e Nova Zelândia — apresentam maior estabilidade institucional, menores níveis de corrupção e melhores indicadores de bem-estar social.

Defensores da liberdade econômica argumentam que ela não é apenas um atributo de países ricos, mas um dos caminhos para a prosperidade. Dados comparativos mostram que economias mais livres tendem a registrar renda per capita mais elevada e melhores condições de vida, inclusive para as camadas mais pobres da população.

Em contraste, economias fortemente dependentes de transferências estatais podem enfrentar dificuldades para sustentar um crescimento de longo prazo.

A degradação institucional apontada pelo IPC de 2025 também tem implicações políticas. A polarização social e o enfraquecimento da confiança nas instituições refletem, em parte, a percepção de que o Estado nem sempre responde às demandas da sociedade.

O Brasil vive hoje uma tensão entre a vitalidade de sua sociedade produtiva e o peso de um Estado complexo e intervencionista. Romper esse ciclo exigiria, segundo muitos analistas, reformas voltadas à simplificação tributária, à redução da burocracia, ao fortalecimento da segurança jurídica e à modernização das regras que regem a atividade econômica.

Deborah Palma escreve sobre liberdade econômica, educação financeira e o papel do Estado. Publica artigos em institutos de pensamento liberal como Millenium, IFL e Damas de Ferro.

Artigo publicado pela FEE. Original em inglês: Brazil at a Historical Crossroads

Lembrar quando o Estado prefere esquecer

Memória viva contra o esquecimento 


O lançamento do CMVV (Centro de Memória das Vítimas de Violência do Estado) em Santos (SP), fruto do trabalho incansável das Mães de Maio com apoio de outras organizações e do governo federal, materializa algo que nem sempre é devidamente valorizado no Brasil, sobretudo para corpos pretos e/ou pobres. Para o senso comum, a memória de quem é morto pelo Estado é a de que a vítima é responsável por sua morte. A eterna presunção de culpa alimentada pela extrema-direita e pelo jornalismo sensacionalista punitivista. 


Já para o Estado, esses corpos são números, meras estatísticas divulgadas todos os meses de forma fria, efeito colateral do trabalho de segurança pública da mesma forma que bombardear uma escola com mais de 100 meninas é efeito colateral dos ataques estadunidenses ao Irã. O próprio secretário de Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico, atribuiu o aumento da letalidade em janeiro deste ano – o mais letal em seis anos – a “mais trabalho, mais policial na rua, mais operações” realizadas pelas forças de segurança, o que, segundo ele, acaba gerando “mais confronto e aumenta tudo [nas estatísticas]”.


Tanto nos bombardeios estadunidenses e israelenses ao Irã quanto na gestão da segurança pública em São Paulo, letalidade parece significar trabalho “bem feito”. Resolve os crimes ou conflitos? Não, mas olha só esses números! É bom para o marketing, para a virilidade dessas instituições e para arrebanhar em tempos eleitorais, quem acredita na imbecilidade do bandido bom é bandido morto. 


Quando o Estado mata um corpo, é o filho, o irmão, o marido de alguém que vai embora. Muitas vezes, a sensação de injustiça e a dor indizível fazem nascer uma mãe de luta. E aqui digo mãe, sujeito feminino, porque, em meus quase seis anos de Ponte, elas são a esmagadora maioria na linha de frente por justiça, por memória e reparação, as três palavras, inclusive, são também femininas. 


Quando ouço uma entrevista ou fala pública dessas mulheres, sempre me admira que sua luta não se resume ao caso pessoal de cada uma. Mais de uma vez as ouvi dizendo que estavam lutavam por todos filhos do Brasil, esta pátria-mãe nada gentil. Elas lutam para que sejam as últimas mães de vítimas do Estado, são as descendentes de toda mulher que buscou justiça pelos seus ao longo da história da humanidade. Seu legado não é pessoal, é coletivo. Por isso passam 5, 10, 20 anos e elas seguem, e o fazem juntas. 


Quando se diz que esta é uma luta por reparação, não é por uma compensação financeira. Você acha que algum dinheiro no mundo paga a vida de um filho? Reparar é acolher famílias enlutadas, prestar apoio jurídico, emocional e psicológico, escutar, investigar, protestar, cuidar. É se manter em estado de rebeldia teimosa e não desistir até o Estado reconhecer e se responsabilizar por sua violência, que a injustiça seja registrada na memória do país. É construir legado que deveria ser trabalho do Estado.


Não há glória pessoal ou trajetória heroica romântica. A luta e o luto podem cansar, podem adoecer mente e corpo. Algumas padeceram no caminho, mas todas seguem com a teimosia de quem passa a vida lutando para colocar comida na mesa, para dar educação aos filhos, para sobreviver à máquina de moer gente e ao patriarcado. 


Em cada história que a Ponte publica, contribuímos não apenas para visibilizar uma injustiça. Certa vez, ouvi de Geneton Moraes Neto, um grande repórter, que “fazer jornalismo é produzir memória”. Ao lado dessas mulheres, cuja coragem incansável nos inspira, estamos há 12 anos dizendo os nomes das vítimas, registrando suas histórias e denunciando a injustiça perpetrada. 


A Ponte Jornalismo é parte dessa engrenagem de memória do que o Estado busca enterrar. Como afirmou a ministra dos Direitos Humanos Macaé Evaristo no lançamento do CMVV:“A memória ajuda a impedir que práticas autoritárias se repitam, reforçando a necessidade de transparência e respeito à democracia”.

Jéssica Santos 

Diretora de Projetos especiais e marketing de Ponte Jornalismo.