“SOU ANTI!”

NÃO ME PERGUNTE, PORQUE AMO OS ANIMAIS? SE FINGIR NÃO SABER OS MOTIVOS, ME PERGUNTE PORQUE ODEIO OS HUMANOS! - SOU ANTI, SOU UM SER RACIONAL PENSANTE E LIVRE, POR ISSO SOU ANTI, SOU ANTI SISTEMA DOMINANTE, SOU ANTI ESTADO E SUAS LEIS SOU ANTI INSTITUIÇÕES OFICIAIS, SOU ANTI PATRIOTISMO E NACIONALISMO, POIS SÓ SERVEM PARA EXALTAR UMA PSEUDA PÁTRIA SUA, SOU ANTI POLÍTICA PARTIDÁRIA E O CÂNCER QUE ESSA REPRESENTA, SOU ANTI O VOTO POLÍTICO PARTIDÁRIO E A FARSA DA REPRESENTAÇÃO POLÍTICA QUE ELE “VENDE” SOU ANTI A FARSA QUE É A TAL DA DEMOCRACIA ENQUANTO REGIME, PELAS FALÁCIAS QUE “VENDE” E POR REPRESENTAR UM GOVERNO. SOU ANTI CRENÇAS DE FÉ RELIGIOSAS SEU DEUS ASSIM COMO AS MÍSTICAS, SOU ANTI CONCEITOS FALSOS DE VALORES, SOU ANTI SOCIEDADE E SUAS AMARRAS OU “CABRESTOS” MORAL, QUASE SEMPRE FALSO MORALISTA, SOU ANTI POLÍCIA E TUDO QUE ESSA REPRESENTA, OPRESSÃO, COVARDIA, DISCRIMINAÇÃO, PERSEGUIÇÃO ETC, SOU TOTALMENTE ANTI MODISMOS. SOU ANTI! POIS SOU UM SER RACIONAL MAS PENSANTE!!! - A FARSA DA VIDA - "FARSA, A VIDA É UMA GRANDE FARSA, MAS QUEM DISSE QUE NÃO É, COMO NEGAR! SIMPLES SENDO MAIS UM FARSANTE."

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

O ESTADO COMO MÁFIA Subtítulo: Como o poder sequestra a lei, normaliza o crime e governa sob a máscara da democracia

 

Não é peça jurídica nem acusação formal — é denúncia política, metáfora histórica e análise de poder.

O ESTADO COMO MÁFIA:

Quando o Crime Veste Toga, Fala em Democracia e Governa em Nome da Lei.

Não foi a Sicília que inventou o pacto de silêncio.

Não foi a Calábria que criou o medo institucional.

Não foi Moscou, Tóquio ou Nova York que ensinaram como transformar o Estado num cartel blindado por legalidade seletiva.

A máfia apenas aperfeiçoou o que o poder político corrupto sempre soube fazer.

Hoje, o Brasil vive algo mais sofisticado que a velha ditadura militar:

vive uma ditadura simbiótica, onde partido, Estado, Judiciário e mídia operam como uma organização mafiosa de novo tipo — limpa por fora, podre por dentro.

I — A Cosa Nostra e o Partido: lealdade acima da lei

A Cosa Nostra siciliana ensinou ao mundo três regras:

Lealdade absoluta ao clã

Silêncio (omertà)

Justiça interna, nunca externa

O lulismo institucionalizado replica isso em escala estatal.

Militância substitui cidadania

Fidelidade partidária vale mais que legalidade

Críticos são tratados como traidores

Investigações só existem contra inimigos

A lei não desaparece — ela é sequestrada.

II — ’Ndrangheta e o Judiciário: família, sangue e blindagem

A ’Ndrangheta é poderosa porque:

Funciona por laços internos inquebráveis

Não se infiltra: se reproduz por dentro

No Brasil, a casta togada cumpre função análoga:

Autorrecrutamento

Autodefesa corporativa

Autolegitimação moral

Julgamento seletivo

Quando juízes viram atores políticos, a toga deixa de ser símbolo de justiça e vira colete à prova de responsabilidade.

III — Camorra e o caos administrado

A Camorra napolitana não controla tudo — ela controla o suficiente:

Caos organizado

Violência simbólica

Dependência econômica

Assistencialismo criminoso

O Estado lulista opera da mesma forma:

Cria dependência social permanente

Troca autonomia por benefício

Compra silêncio com subsídio

Alimenta o caos para justificar o controle

Não é incompetência.

É método.

IV — Bratva russa: cleptocracia como sistema

A Rússia pós-soviética mostrou que:

O crime pode virar governo

O governo pode virar empresa

A empresa pode virar lavagem

A cleptocracia brasileira funciona em moldes semelhantes:

Orçamento público como butim

Estatais como cofres

ONGs como fachadas

“Democracia” como slogan de exportação

Tudo dentro da lei — desde que a lei seja moldada depois.

V — Yakuza: legalidade como fachada

A Yakuza japonesa teve escritórios, cartões, contadores. Não se escondia — se normalizava.

O sistema brasileiro faz o mesmo:

Abuso institucional travestido de defesa da democracia

Censura chamada de “combate à desinformação”

Perseguição política rotulada como “estado de direito”

Quando o crime fala a língua da virtude, a sociedade aplaude a própria prisão.

VI — A máfia americana e o inimigo interno

A máfia ítalo-americana caiu quando:

O Estado decidiu aplicar a lei igualmente

O RICO Act quebrou a estrutura, não os indivíduos

No Brasil, ocorre o oposto:

A lei é arma política

O processo é punição

A exceção vira regra

O inimigo interno é fabricado diariamente

Não se combate o crime.

Define-se quem é o criminoso.

VII — A narco-dimensão: o pacto invisível

Toda máfia sobrevive de três pilares:

Dinheiro ilícito

Território

Proteção institucional

Onde o Estado abandona fronteiras, relativiza crime organizado e demoniza polícia independente, não há neutralidade — há conivência estrutural.

Não é preciso provar ordens diretas.

A máfia moderna funciona por sinais, omissões e recompensas indiretas.

CONCLUSÃO — Quando o Estado vira a maior organização criminosa

A diferença entre a máfia clássica e a máfia estatal é simples:

A máfia tradicional teme o Estado

A máfia estatal é o Estado

Ela não mata com balas — mata com processos.

Não extorque com armas — extorque com impostos.

Não cala com ameaça — cala com censura.

E o mais perverso: faz tudo isso em nome da democracia.

Afinal todo regime que criminaliza a crítica, protege aliados, reescreve leis para salvar os seus e chama isso de justiça, não é democracia.

É máfia com orçamento público e legitimidade artificial.



Nenhum comentário:

Postar um comentário