EMBAIXADA DOS EUA COLOCA BRASIL EM LISTA DE PAÍSES DE “ALTO RISCO”
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TÃO CRÍTICO QUANTO ÁCIDO, TÃO QUESTIONADOR QUANTO CAUSTICO, TÃO CONTESTADOR QUANTO CORROSIVO E TÃO POLÊMICO QUANTO ANÁRQUICO. ESSE É ANARCHY NOW! UM BLOG OUTSIDE, REBEL, ANARCHIST, ATHEIST, INCONFORMISTA E LIBERTÁRIO, CONTEXTUALIZADOR CONTENDO CRÍTICAS, QUESTIONAMENTOS E CONTESTAÇÕES SOBRE TUDO ESPECIALMENTE SOBRE AS MEDIOCRIDADES E INFERIORIDADES DO BRASIL E DOS BRASILEIROS.
EMBAIXADA DOS EUA COLOCA BRASIL EM LISTA DE PAÍSES DE “ALTO RISCO”
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Parafraseando Monteiro Lobato, "Ou se acaba com a quadrilha máfia e organização criminosa Planalto+STF, ou essa quadrilha essa máfia e organização criminosa Planalto+STF, acaba com o Bostil, Bananil, Togadistão/Narcodistão, vulgo Brasil!"
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Silêncio, transparência negada e luto: o que o Estado deve às famílias após mortes sob sua responsabilidade. (sábado 17/01/2026)
Atenção: este artigo trata de saúde mental e suicídio — o que pode gerar gatilhos. Caso você não esteja bem e precise conversar com alguém, a Ponte recomenda entrar em contato com o Centro de Valorização à Vida (CVV), que funciona 24 horas e pode ser acionado pelo telefone 188 (ligação gratuita) ou a partir deste site. Você ainda pode buscar uma unidade de saúde mais próxima da sua casa por meio do Mapa da Saúde Mental.
“A cabeça é uma coisa fina, fia.” Era o que costumava dizer minha avó antes do Alzheimer devorar suas memórias e a ela mesma. Penso que era a forma dela de dizer o quão delicadas são as questões que envolvem nossa saúde mental e o quanto precisamos cuidar da nossa mente e das pessoas que estão ao nosso redor. Na semana em que ela faria 94 anos, a voz e a frase de minha vó voltaram à memória diante de dois casos que recebemos.
Jean e Mychelline nunca se conheceram, nem tiveram a mesma trajetória de vida. Mas suas histórias chegaram até nós por suas famílias que desconfiam que o fim de seus entes queridos não foi suicídio, mas algo que não conseguem entender. Os dois estavam sob a responsabilidade de instituições do Estado. Ele, no Exército. E ela, na prisão. Foram encontrados mortos, e as conclusões das investigações internas foram de que ambos teriam tirado a própria vida.
Em ambas as circunstâncias, as dúvidas abundam sobre a causa da morte. Respostas que não foram dadas nem às famílias, nem ao questionamento da Ponte revelam o descaso com a transparência, com o luto e com a vida alheia. A família de Mychelline sequer teve acesso aos laudos de sua morte.
Durante a apuração da reportagem sobre Jean, meu colega, o repórter Paulo Batistella, conversou com a socióloga e coordenadora-adjunta da área de ensino e pesquisa do Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio (Ippes), Fernanda Novaes Cruz. Ela usou uma palavra que eu nunca tinha ouvido, mas que fez muito sentido. Para ela, casos como o do jovem militar careciam de “posvenção”. O termo foi definido como “práticas que acolham familiares e colegas das pessoas mortas após o ocorrido”. Fala de cuidado e transparência com familiares de pessoas que podem ter cometido suicídio.
“Existe uma demanda pelo esclarecimento dessas mortes, e, ao mesmo tempo, nem sempre essas instituições têm o ímpeto de investigar esses casos e também de comunicar as famílias sobre os desdobramentos”, ela disse à Ponte. O Estado não é um bom comunicador, e isso parece piorar quando os corpos sem vida não são de pessoas brancas de classe média alta de bairros nobres, que talvez ganhassem até uma nota de condolências do governador (não que isso signifique muita coisa). O leitor há de convir que transparência pública não é nosso forte.
Essa questão da transparência e do cuidado para com as famílias enlutadas me lembrou um caso mais antigo que publicamos na Ponte. Em 2024, Maria Cristina de Almeida recebeu a notícia da morte do filho, Márcio Izaías de Almeida, por e-mail. Márcio, que era cadeirante e diabético, estava na Penitenciária 1 de Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Ela só queria informações sobre o estado de saúde do filho, mas o que recebeu foi a notícia fria do óbito. A morte foi por questões de saúde física, mas também revela o tamanho do descaso com a vida das pessoas.
Em meio a um caos de descaso, minha próxima frase talvez soe pueril, mas, se o Estado quer manter pessoas sob sua responsabilidade – sejam elas policiais, presos, militares, estudantes, pessoas em surto etc –, precisa assumir de vez o cuidado holístico ao bem-viver pleno. O cuidado com a vida das pessoas e suas comunidades. Pessoas como Jean e Mychelline não são matrículas, mas humanos com conexões familiares e afetivas que têm sido afetadas pelas mortes e pela falta de transparência. Ou, como diria minha avó, pela falta de cuidado com a “finura da cabeça” das pessoas.
Jéssica Santos - Editora de Relacionamento de Ponte Jornalismo
Imprensa denuncia as LUCRATIVAS CONEXÕES de DIAS TOFFOLI
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(Manifesto político-investigativo)
Quando o Estado protege os seus, persegue críticos, relativiza crimes aliados e chama isso de justiça, não governa — extorque.
Não é democracia degenerada.
É máfia madura.
Não é peça jurídica nem acusação formal — é denúncia política, metáfora histórica e análise de poder.
O ESTADO COMO MÁFIA:
Quando o Crime Veste Toga, Fala em Democracia e Governa em Nome da Lei.
Não foi a Sicília que inventou o pacto de silêncio.
Não foi a Calábria que criou o medo institucional.
Não foi Moscou, Tóquio ou Nova York que ensinaram como transformar o Estado num cartel blindado por legalidade seletiva.
A máfia apenas aperfeiçoou o que o poder político corrupto sempre soube fazer.
Hoje, o Brasil vive algo mais sofisticado que a velha ditadura militar:
vive uma ditadura simbiótica, onde partido, Estado, Judiciário e mídia operam como uma organização mafiosa de novo tipo — limpa por fora, podre por dentro.
I — A Cosa Nostra e o Partido: lealdade acima da lei
A Cosa Nostra siciliana ensinou ao mundo três regras:
Lealdade absoluta ao clã
Silêncio (omertà)
Justiça interna, nunca externa
O lulismo institucionalizado replica isso em escala estatal.
Militância substitui cidadania
Fidelidade partidária vale mais que legalidade
Críticos são tratados como traidores
Investigações só existem contra inimigos
A lei não desaparece — ela é sequestrada.
II — ’Ndrangheta e o Judiciário: família, sangue e blindagem
A ’Ndrangheta é poderosa porque:
Funciona por laços internos inquebráveis
Não se infiltra: se reproduz por dentro
No Brasil, a casta togada cumpre função análoga:
Autorrecrutamento
Autodefesa corporativa
Autolegitimação moral
Julgamento seletivo
Quando juízes viram atores políticos, a toga deixa de ser símbolo de justiça e vira colete à prova de responsabilidade.
III — Camorra e o caos administrado
A Camorra napolitana não controla tudo — ela controla o suficiente:
Caos organizado
Violência simbólica
Dependência econômica
Assistencialismo criminoso
O Estado lulista opera da mesma forma:
Cria dependência social permanente
Troca autonomia por benefício
Compra silêncio com subsídio
Alimenta o caos para justificar o controle
Não é incompetência.
É método.
IV — Bratva russa: cleptocracia como sistema
A Rússia pós-soviética mostrou que:
O crime pode virar governo
O governo pode virar empresa
A empresa pode virar lavagem
A cleptocracia brasileira funciona em moldes semelhantes:
Orçamento público como butim
Estatais como cofres
ONGs como fachadas
“Democracia” como slogan de exportação
Tudo dentro da lei — desde que a lei seja moldada depois.
V — Yakuza: legalidade como fachada
A Yakuza japonesa teve escritórios, cartões, contadores. Não se escondia — se normalizava.
O sistema brasileiro faz o mesmo:
Abuso institucional travestido de defesa da democracia
Censura chamada de “combate à desinformação”
Perseguição política rotulada como “estado de direito”
Quando o crime fala a língua da virtude, a sociedade aplaude a própria prisão.
VI — A máfia americana e o inimigo interno
A máfia ítalo-americana caiu quando:
O Estado decidiu aplicar a lei igualmente
O RICO Act quebrou a estrutura, não os indivíduos
No Brasil, ocorre o oposto:
A lei é arma política
O processo é punição
A exceção vira regra
O inimigo interno é fabricado diariamente
Não se combate o crime.
Define-se quem é o criminoso.
VII — A narco-dimensão: o pacto invisível
Toda máfia sobrevive de três pilares:
Dinheiro ilícito
Território
Proteção institucional
Onde o Estado abandona fronteiras, relativiza crime organizado e demoniza polícia independente, não há neutralidade — há conivência estrutural.
Não é preciso provar ordens diretas.
A máfia moderna funciona por sinais, omissões e recompensas indiretas.
CONCLUSÃO — Quando o Estado vira a maior organização criminosa
A diferença entre a máfia clássica e a máfia estatal é simples:
A máfia tradicional teme o Estado
A máfia estatal é o Estado
Ela não mata com balas — mata com processos.
Não extorque com armas — extorque com impostos.
Não cala com ameaça — cala com censura.
E o mais perverso: faz tudo isso em nome da democracia.
Afinal todo regime que criminaliza a crítica, protege aliados, reescreve leis para salvar os seus e chama isso de justiça, não é democracia.
É máfia com orçamento público e legitimidade artificial.