ANARCHY NOW!
TÃO CRÍTICO QUANTO ÁCIDO, TÃO QUESTIONADOR QUANTO CAUSTICO, TÃO CONTESTADOR QUANTO CORROSIVO E TÃO POLÊMICO QUANTO ANÁRQUICO. ESSE É ANARCHY NOW! UM BLOG OUTSIDE, REBEL, ANARCHIST, ATHEIST, INCONFORMISTA E LIBERTÁRIO, CONTEXTUALIZADOR CONTENDO CRÍTICAS, QUESTIONAMENTOS E CONTESTAÇÕES SOBRE TUDO ESPECIALMENTE SOBRE AS MEDIOCRIDADES E INFERIORIDADES DO BRASIL E DOS BRASILEIROS.
“SOU ANTI!”
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
Mesmo com todas as mediocridades da pior espécie animal que existe a espécie humana, o fato é que nem precisará que todos se tornam vegano, apesar de ser a pior espécie animal ainda existem uma minoria que tem respeito pelos direitos dos animais e luta pela causa animal, mesmo essa minoria se ela desapegassem de suas mediocridades, vaidades e carências, para ser vegano, certamente provocaria um bom estrago no mercado de produtos derivados de animais, impactando assim nos lucros bilionários daqueles que vivem e lucram com a dor, o sofrimento e a morte de bilhões de animais que em seu silêncio ensurdecedor pedem socorro todos os dias no mundo, e que desgraçadamente conta com a tão vergonhosa quanto revoltante ajuda direta de bilhões de pessoas que consomem produtos de origem animal, dos derivados como carne, miúdos etc, a pele, couro e adornos, apesar de muitos hipocritamente ainda dizer que gosta de animais, mas que por ação, inação ou omissão são cúmplices do holocausto animal.
Em mais uma verborragia típica de um canalha cafajeste e calhorda que ainda é um ignóbil e energúmeno, além de corrupto oportunista e ladrão, o molusco, o gambá do Guarujá, o gnomo duende de nove dedos, o micróbio diplomático Stalinacio Lula da Silva, que passou toda sua infeliz vida parasitando de sindicato a cargo político. Esse excremento e escória humana, diz que pobre não nasceu para estudar, que estudo é para ricos, ou seja, para esse canalha, cafajeste e calhorda, esse corrupto, oportunista e ladrão, pobre nasceu para ser "burro de carga" ou escravo do sistema explorador, escravocrata, discriminador, exclusor, segregador e perseguidor, sistema esse que ele é um legítimo representante, esse excremento e escória que usa e sempre usou os pobres e miseráveis como massa burra e de manobras, como gado em seu curral eleitoral, não é por acaso que ele sempre usa o assistencialismo como instrumento eleitoreiro para comprar votos com migalhas e esmolas que caem das mesas fartas das castas dominantes e suas elites privilegiadas podres, por isso quanto mais idiotas, imbecis, ignorantes, ignóbeis e energúmenos for os indivíduos, mais gado acéfalo no seu curral eleitoral.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
O Bostil, Bananil ou Togadistão, Narcodistão, vulgo Brasil, se transformou em um feudo ou califado, governado pelo califa de toga que usa seu vassalo e fantoche, marionete, o gnomo e duende corrupto, oportunista e ladrão, o molusco, gambá do Guarujá, Stalinacio Lula da Silva,
EMBAIXADA DOS EUA COLOCA BRASIL EM LISTA DE PAÍSES DE “ALTO RISCO”
https://youtu.be/GXuw6BPQt4A?si=sZgENIpqwA-ENJj1
domingo, 18 de janeiro de 2026
Esse é o Bostil, Bananil, Togadistão ou Narcodistão, vulgo Brasil!
Parafraseando Monteiro Lobato, "Ou se acaba com a quadrilha máfia e organização criminosa Planalto+STF, ou essa quadrilha essa máfia e organização criminosa Planalto+STF, acaba com o Bostil, Bananil, Togadistão/Narcodistão, vulgo Brasil!"
LULA LAVAVA DINHEIRO NA VENEZUELA COM MADURO?
Como a reação dos ministros do Supremo ao noticiário negativo está expondo a imagem do tribunal
MORAES E TOFFOLI SE ENTREGARAM! O Banco Master pode derrubar o Sistema!
Imprensa denuncia as LUCRATIVAS CONEXÕES de DIAS TOFFOLI
https://www.youtube.com/watch?v=5dFwyY0BJNQ
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Toffoli blindou a fraude do Banco Master? Entenda o caso
Banco Master: Moraes, Temer e Lula surgem em rede de lobby sob suspeita | SEM RODEIOS
ESQUEMÃO BILIONÁRIO: Banco Master e a ação suspeita do STF
Robespierre volte!
sábado, 17 de janeiro de 2026
Quando o estado falha, e ele sempre falha, seja por incompetência, ineficiência e negligência, até intencionalmente quando suas vítimas são indivíduos pertencentes às castas dominadas e suas rales, ou seja, os pobres e miseráveis, essa é só uma das formas de opressão, discriminação, exclusão, segregação, perseguição e punição dos pobres por estes serem pobres os indesejados pelas castas dominantes e suas elites privilegiadas que só usam estes para explora-los.
Silêncio, transparência negada e luto: o que o Estado deve às famílias após mortes sob sua responsabilidade. (sábado 17/01/2026)
Atenção: este artigo trata de saúde mental e suicídio — o que pode gerar gatilhos. Caso você não esteja bem e precise conversar com alguém, a Ponte recomenda entrar em contato com o Centro de Valorização à Vida (CVV), que funciona 24 horas e pode ser acionado pelo telefone 188 (ligação gratuita) ou a partir deste site. Você ainda pode buscar uma unidade de saúde mais próxima da sua casa por meio do Mapa da Saúde Mental.
“A cabeça é uma coisa fina, fia.” Era o que costumava dizer minha avó antes do Alzheimer devorar suas memórias e a ela mesma. Penso que era a forma dela de dizer o quão delicadas são as questões que envolvem nossa saúde mental e o quanto precisamos cuidar da nossa mente e das pessoas que estão ao nosso redor. Na semana em que ela faria 94 anos, a voz e a frase de minha vó voltaram à memória diante de dois casos que recebemos.
Jean e Mychelline nunca se conheceram, nem tiveram a mesma trajetória de vida. Mas suas histórias chegaram até nós por suas famílias que desconfiam que o fim de seus entes queridos não foi suicídio, mas algo que não conseguem entender. Os dois estavam sob a responsabilidade de instituições do Estado. Ele, no Exército. E ela, na prisão. Foram encontrados mortos, e as conclusões das investigações internas foram de que ambos teriam tirado a própria vida.
Em ambas as circunstâncias, as dúvidas abundam sobre a causa da morte. Respostas que não foram dadas nem às famílias, nem ao questionamento da Ponte revelam o descaso com a transparência, com o luto e com a vida alheia. A família de Mychelline sequer teve acesso aos laudos de sua morte.
Durante a apuração da reportagem sobre Jean, meu colega, o repórter Paulo Batistella, conversou com a socióloga e coordenadora-adjunta da área de ensino e pesquisa do Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio (Ippes), Fernanda Novaes Cruz. Ela usou uma palavra que eu nunca tinha ouvido, mas que fez muito sentido. Para ela, casos como o do jovem militar careciam de “posvenção”. O termo foi definido como “práticas que acolham familiares e colegas das pessoas mortas após o ocorrido”. Fala de cuidado e transparência com familiares de pessoas que podem ter cometido suicídio.
“Existe uma demanda pelo esclarecimento dessas mortes, e, ao mesmo tempo, nem sempre essas instituições têm o ímpeto de investigar esses casos e também de comunicar as famílias sobre os desdobramentos”, ela disse à Ponte. O Estado não é um bom comunicador, e isso parece piorar quando os corpos sem vida não são de pessoas brancas de classe média alta de bairros nobres, que talvez ganhassem até uma nota de condolências do governador (não que isso signifique muita coisa). O leitor há de convir que transparência pública não é nosso forte.
Essa questão da transparência e do cuidado para com as famílias enlutadas me lembrou um caso mais antigo que publicamos na Ponte. Em 2024, Maria Cristina de Almeida recebeu a notícia da morte do filho, Márcio Izaías de Almeida, por e-mail. Márcio, que era cadeirante e diabético, estava na Penitenciária 1 de Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Ela só queria informações sobre o estado de saúde do filho, mas o que recebeu foi a notícia fria do óbito. A morte foi por questões de saúde física, mas também revela o tamanho do descaso com a vida das pessoas.
Em meio a um caos de descaso, minha próxima frase talvez soe pueril, mas, se o Estado quer manter pessoas sob sua responsabilidade – sejam elas policiais, presos, militares, estudantes, pessoas em surto etc –, precisa assumir de vez o cuidado holístico ao bem-viver pleno. O cuidado com a vida das pessoas e suas comunidades. Pessoas como Jean e Mychelline não são matrículas, mas humanos com conexões familiares e afetivas que têm sido afetadas pelas mortes e pela falta de transparência. Ou, como diria minha avó, pela falta de cuidado com a “finura da cabeça” das pessoas.
Jéssica Santos - Editora de Relacionamento de Ponte Jornalismo
"Sabem porque os crimes cometidos por Lula, principalmente corrupção, roubalheiras, formação de quadrilha máfia e organização criminosa, das mentiras e exploração da ignorância das massas invariavelmente burras e de manobras, exploração do povo se vende em troca de migalhas e esmolas, e da eterna miséria social, moral e cultural, tudo isso revolta menos ou até nem revolta essa escória de povo, do que os crimes cometidos por Bolsonaro. Porque a maioria esmagadora dos bostileiros, vulgo brasileiros, se identificam muito mais com os crimes praticados por Lula do que os praticados por Bolsonaro, por mais que os dois sejam criminosos repugnantes e deploráveis."
"No Bostil, Bananil, Togadistão ou Narcodistão, vulgo Brasil, o crime organizado foi oficializado, institucionalizado e normalizado, aqui ele usa gravata, farda, coturno, insígnia, distintivo e toga!"
Imprensa denuncia as LUCRATIVAS CONEXÕES de DIAS TOFFOLI
https://li.oitube.com/N4ORlc