https://wwwanarchynow.blogspot.com/2026/01/como-os-monstros-de-estimacao-que.html
https://wwwanarchynow.blogspot.com/2026/01/estes-sao-os-monstros-legitimos.html
TÃO CRÍTICO QUANTO ÁCIDO, TÃO QUESTIONADOR QUANTO CÁUSTICO, TÃO CONTESTADOR QUANTO CORROSIVO E TÃO POLÊMICO QUANTO ANÁRQUICO. ESSE É ANARCHY NOW! UM BLOG OUTSIDE, REBEL, ANARCHIST, ATHEIST, INCONFORMISTA E LIBERTÁRIO, CONTEXTUALIZADOR CONTENDO CRÍTICAS, QUESTIONAMENTOS E CONTESTAÇÕES SOBRE TUDO ESPECIALMENTE SOBRE AS MEDIOCRIDADES E INFERIORIDADES DO BRASIL E DOS BRASILEIROS.
https://wwwanarchynow.blogspot.com/2026/01/como-os-monstros-de-estimacao-que.html
https://wwwanarchynow.blogspot.com/2026/01/estes-sao-os-monstros-legitimos.html
O caso da atrocidade, da barbaridade e bestialidade, praticada contra o cãozinho Orelha e seus companheiros, em Santa Catarina, pelos monstros de estimação de seus procriadores, além de não ser um caso isolado por não ser o primeiro praticado por estes excrementos e escórias humana, também parece ser parte de um comportamento social doente desse estado que se julga superior ao lixo do qual pertence essa repúblqueta bananeira chamada Brasil ou Bostil, Bananil, Primatolândia, Chimpanzil, Cornolândia ou Togadistão, Narcodistão.
Diversos casos ao longo dos anos e até de sua história, já vieram a público, como por exemplo a matança de cães para venda e consumo da carne embutida de cães, denunciado anos atrás, episódios de preconceitos contra pessoas de outros estados, principalmente do norte e nordeste do Bostil.
As castas dominantes e suas elites privilegiadas podres do Bostil parece ter encontrado nas cidades do estado como Camboriú, Itapema e Florianópolis, sua vitrine e o refúgio perfeito do que existe de mais podre, mais escravocrata, mais segregativo e mais discriminatório da cultura primitiva e inferior do Bostil, Bananil, vulgo Brasil, e seus bostileiros, o comportamento de ostentação como auto-afirmação da elite podre, é uma prática comum a seus integrantes.
O estado que por ter uma descendência da imigração de alemães, se acha a "Alemanha dos trópicos", a impressão que se tem é que os alemães que vieram para Santa Catarina foram "exportados" não só pela crise da Alemanha no final do século 19 até a segunda grande guerra, como também por ser a escória os indesejados de lá, pois seus "descendentes" no Bostil, Bananil, vulgo Brasil, demonstram ter os piores resquícios cultural, moral e ético da cultura alemã.
Se o filósofo alemão Friedrich Nietzsche, que era um crítico ferrenho da cultura alemã, se vivo fosse o que ele não diria então da subcultura alemã que migrou para o Bostil, Bananil, vulgo Brasil, que inclusive tem até um sentimento de eugenia muito mais pela pele desbotada que tem, do que por alguma qualidade e virtude cultural.
A justiça institucional é apresentada como templo da razão, da neutralidade e da equidade.
Na realidade, ela sempre foi o altar sagrado do poder.
Desde os tribunais da Grécia Antiga até as cortes constitucionais modernas, o judiciário jamais foi um espaço de verdade — mas um teatro ritualizado onde a força se disfarça de lei.
A toga não é símbolo de imparcialidade.
É o manto sagrado da autoridade, a fantasia do carrasco civilizado, o uniforme do poder que não precisa mais sujar as mãos de sangue.
A justiça não nasce da ética, mas do conflito.
Não surge para proteger os fracos, mas para estabilizar a dominação.
A lei nasce quando:
os vencedores precisam garantir que suas conquistas jamais sejam contestadas.
Todo código jurídico é, em sua essência:
📜 A ata notarial da vitória de uma elite sobre o restante da sociedade.
O judiciário funciona exatamente como uma instituição religiosa:
| Religião | Judiciário |
|---|---|
| Sacerdotes | Juízes |
| Dogmas | Leis |
| Rituais | Processos |
| Pecado | Crime |
| Excomunhão | Prisão |
| Inferno | Sistema penal |
Assim como a igreja medieval:
O maior mito do judiciário é a neutralidade.
Não existe juiz neutro.
Não existe tribunal imparcial.
Não existe lei sem ideologia.
Todo juiz carrega:
O martelo não bate no vazio.
Ele bate de acordo com a posição social de quem está diante do tribunal.
A justiça moderna é um sistema de blindagem das elites.
⚖️ O código penal é severo com o miserável e dócil com o milionário.
| Classe | Tratamento |
|---|---|
| Elite econômica | Garantias, recursos, prescrições |
| Classe média | Julgamentos longos e punitivos |
| Pobres | Cadeia imediata |
| Periferia | Violência, encarceramento em massa |
O judiciário não é apenas conservador.
Ele é ator político central.
Quando convém, juízes:
A toga substituiu o fuzil.
A sentença substituiu o pelotão de fuzilamento.
🩸 É o golpe sem tanques, a ditadura sem quartéis, o autoritarismo sem botas.
O processo judicial é, em si, uma forma de punição:
Mesmo quando absolvido, o indivíduo já foi punido.
⚖️ O processo não busca justiça.
Ele busca esgotamento, desgaste, submissão e exemplo público.
O juridiquês não é técnico — é elitista.
Sua função não é esclarecer, mas afastar o povo da compreensão do próprio destino jurídico.
Quem não entende a linguagem do tribunal não pode se defender.
Quem não se defende, obedece.
O cárcere é o monumento máximo do fracasso moral da justiça.
Não recupera. Não educa. Não ressocializa. Não resolve.
Ele:
🏚️ A prisão é o depósito final da miséria social produzida pelo próprio sistema.
A justiça moderna não visa equilíbrio.
Visa gestão populacional.
Ela administra:
O judiciário integra um sistema maior de vigilância, normalização e punição, ao lado da polícia, da mídia e da burocracia estatal.
Juízes:
⚠️ São uma aristocracia jurídica, uma casta togada acima do povo.
O judiciário é hoje:
A mais poderosa e menos controlada força política do Estado.
Justiça real não nasce do Estado.
Não nasce da toga.
Não nasce do código.
Ela nasce de:
🏴 Sem povo soberano, toda justiça é apenas dominação organizada.
Toda estrutura de poder que se apresenta como sagrada está destinada a ruir.
O judiciário, tal como existe hoje, não é reformável.
Ele é intrinsecamente autoritário, elitista, classista e político.
Não precisa ser ajustado.
Precisa ser desconstruído, desmistificado e superado.
Enquanto houver toga acima do povo, não haverá justiça — apenas obediência.
Se existe uma falácia, uma farsa, enfim uma tão grande, quanto vergonhosa mentira, na sociedade, é o conceito de justiça praticado pelo estado e suas instituições. Dos mitos que cercam os atos, que começam pelos inquéritos feitos pela polícia que invariavelmente são tão falhos quanto propositalmente tendenciosos ou parcial, principalmente a depender dos interesses e interessados envolvidos, inquéritos estes que podem ir do insuficiente ou inconclusivo, ao totalmente parcial ou tendenciosos, são estes inquéritos já viciados e que invariavelmente constroem a narrativa que define os rumos da ação, afinal ele mais que contaminado pela infame e maldita "fé pública" dos agentes, o inquérito dificilmente é revertido por mais erros e vícios inclusive propositais, que este possuam, a menos que uma das partes tenha poder econômico ou influência para contestar e refutar.
Depois de tudo isso o tal inquérito chega ao MP ou Ministério Público, e se o inquérito já estava contaminado, viciado ou no mínimo falho propositalmente "ou não", o MP mesmo podendo questionar ou recusar, a depender dos interessados na causa ou dentro do próprio MP, e se as partes ou mesmo uma parte mesmo a prejudicada, não tem dinheiro e muito menos poder para influenciar ou intervir, o que acontece em praticamente 100% dos casos que envolve pessoas pobres e sem nem sequer algum "padrinho" influente, é também praticamente certo, que a condenação desta será pedida e aceita pela próxima etapa a do juíz.
O todo poderoso oniciente e onipotente ser togado o juíz, que nessa republiqueta bananeira chamado Brasil ou Bostil Bananil está acima do bem e do mal, é imune, impune e intocável, independente das desgraças que cometam, estes além de nunca, literalmente nunca, se debruçar sobre processos de pessoas pobres para detectar minimamente os erros processuais, os vícios e etc, invariavelmente seus assistentes é quem "as vezes" ler os processos e caso "sua magestade" o juíz já não tiver sua "opinião formada" sobre o caso, leia-se interesses invariavelmente escusos, assim uma palavrinha dos seus assistentes, que são quem de fato ainda ler os processos, já define a decisão do ungido pela sabedoria divina o meritíssimo, que quase sempre é pela condenação, a pedido do promotor, sem sua magestade questionar ou sequer se interessar pelas possíveis falhas no processo que é o que mais existem, como a parcialidade e as distorções tendenciosas contidas neste, desde a fase policial do inquérito, investigações, testemunhas etc, e muito menos do MP ou o promotor, que invariavelmente é um "carimbador" dos inquéritos policiais, a menos que estes contrarie os interesses pessoais do primotor, mais via de regra isso não acontece pois quando os inquéritos chegam ao promotor já foi "depurado" pelas influências já na etapa policial, pelos interesses invariavelmente escusos dos interessados mais poderosos.
E finalmente o bendito inquérito chega a sua magestade, o excelentíssimo, o digníssimo e brilhantissimo ser divino, o oráculo da verdade e arauto da consciência humana, o togado, que com uma canetada pode absolver o acusado, independente de deste ter culpa ou não, desde que tenha dinheiro, poderes e influência, e condena, também independente deste ser culpado ou inocente mas sem dinheiro, sem poderes e influência e sem sequer padrinho influente, é "game over" e masmorra ou calabouço.
Só lembrando que ficamos só nos supostos "autos do processo" eufemismo para farsa mesmo, sem contar que, suponhamos que nada disso existisse que tudo fossem feito de maneira correta e justa, e ficassemos só dependente das mediocridades da natureza humana como as vaidades pessoais, os desequilíbrios emocionais e os fatores psicológicos inerentes a cada ser humano, já seria uma temeridade e ingenuidade ou mesmo estupidez, acreditar que problemas pessoais ou existencial e até seus conceitos de valor pessoal influenciados e modelados conforme sua cultura ou círculo de relações muitas vezes sem ética nem moral, de cada um destes indivíduos envolvidos em uma ação judicial, dos policiais e das testemunhas, aos jurados, promotor e juíz, não tenham influencia decididamente em suas decisões, que estes agem ou agiriam de forma minimamente imparcial e correta.
E como uma máxima versa que, "onde haver uma dúvida por menor que seja não pode existir justiça" cabe a luz da razão ou do mínimo bom senso jamais acreditar ou confiar, ou no mínimo desconfiar de tudo que envolve o ser humano e principalmente da justiça feita por ele, sob pena de ser mais que um ingênuo, inocente um estúpido ou idiota e imbecil, ser conivente e cúmplice com as injustiças.
“A justiça que existe nos tribunais raramente é a justiça verdadeira; é apenas a imposição da lei do mais forte.”
Crítica central: Platão via o sistema judiciário como facilmente corrompível por interesses políticos e econômicos. Para ele, a justiça institucional raramente refletia a Justiça Ideal.
Essência:
“A lei é razão sem desejo, mas os juízes frequentemente decidem movidos por paixões.”
Crítica central: A justiça humana é imperfeita porque os juízes são humanos — logo, passionais, falíveis e suscetíveis a pressões.
Essência:
“Sem justiça, o que são os reinos senão grandes bandos de ladrões?”
Crítica central: O Estado e seu judiciário, sem justiça moral verdadeira, tornam-se máquinas legalizadas de opressão.
Essência:
“Os tribunais são instrumentos do poder.”
Crítica central: A justiça é usada como ferramenta política, não como busca da verdade.
Essência:
“A justiça é aquilo que o soberano determina.”
Crítica central: A justiça não é moral: é produto da força estatal.
Essência:
“Todo aquele que detém poder tende a abusar dele.”
Crítica central: O judiciário, sem controle, torna-se tirânico.
Essência:
“As leis são sempre úteis aos que possuem e nocivas aos que nada têm.”
Crítica central: O judiciário protege os interesses da elite econômica.
Essência:
“O direito é a vontade da classe dominante erigida em lei.”
Crítica central: O judiciário é um instrumento de dominação de classe.
Essência:
“A justiça nasce do ressentimento dos fracos.”
Crítica central: O judiciário é fruto da moral dos escravos, criado para domesticar os fortes.
Essência:
“O judiciário é uma engrenagem central da máquina disciplinar.”
Crítica central: Tribunais não buscam justiça, mas controle social e normalização.
Essência:
“A justiça é um labirinto sem saída.”
Crítica central: O judiciário é opaco, absurdo e desumanizante.
Essência:
| Pensador | Acusação Central |
|---|---|
| Platão | Justiça corrompida pelo poder |
| Agostinho | Estado injusto = crime organizado |
| Maquiavel | Tribunais como arma política |
| Hobbes | Justiça = imposição da força |
| Rousseau | Proteção dos ricos |
| Marx | Dominação de classe |
| Nietzsche | Vingança dos fracos |
| Foucault | Controle social |
| Kafka | Máquina burocrática desumana |
Ao longo da história, os maiores pensadores concordam em um ponto central:
⚠️ O judiciário raramente é neutro.
Ele tende a servir ao poder, às elites, ao Estado e à manutenção da ordem dominante.