ANARCHY NOW!
TÃO CRÍTICO QUANTO ÁCIDO, TÃO QUESTIONADOR QUANTO CAUSTICO, TÃO CONTESTADOR QUANTO CORROSIVO E TÃO POLÊMICO QUANTO ANÁRQUICO. ESSE É ANARCHY NOW! UM BLOG OUTSIDE, REBEL, ANARCHIST, ATHEIST, INCONFORMISTA E LIBERTÁRIO, CONTEXTUALIZADOR CONTENDO CRÍTICAS, QUESTIONAMENTOS E CONTESTAÇÕES SOBRE TUDO ESPECIALMENTE SOBRE AS MEDIOCRIDADES E INFERIORIDADES DO BRASIL E DOS BRASILEIROS.
“SOU ANTI!”
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
O Bostil, Bananil ou Togadistão, Narcodistão, vulgo Brasil, se transformou em um feudo ou califado, governado pelo califa de toga que usa seu vassalo e fantoche, marionete, o gnomo e duende corrupto, oportunista e ladrão, o molusco, gambá do Guarujá, Stalinacio Lula da Silva,
EMBAIXADA DOS EUA COLOCA BRASIL EM LISTA DE PAÍSES DE “ALTO RISCO”
https://youtu.be/GXuw6BPQt4A?si=sZgENIpqwA-ENJj1
domingo, 18 de janeiro de 2026
Esse é o Bostil, Bananil, Togadistão ou Narcodistão, vulgo Brasil!
Parafraseando Monteiro Lobato, "Ou se acaba com a quadrilha máfia e organização criminosa Planalto+STF, ou essa quadrilha essa máfia e organização criminosa Planalto+STF, acaba com o Bostil, Bananil, Togadistão/Narcodistão, vulgo Brasil!"
LULA LAVAVA DINHEIRO NA VENEZUELA COM MADURO?
Como a reação dos ministros do Supremo ao noticiário negativo está expondo a imagem do tribunal
MORAES E TOFFOLI SE ENTREGARAM! O Banco Master pode derrubar o Sistema!
Imprensa denuncia as LUCRATIVAS CONEXÕES de DIAS TOFFOLI
https://www.youtube.com/watch?v=5dFwyY0BJNQ
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Toffoli blindou a fraude do Banco Master? Entenda o caso
Banco Master: Moraes, Temer e Lula surgem em rede de lobby sob suspeita | SEM RODEIOS
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Robespierre volte!
sábado, 17 de janeiro de 2026
Quando o estado falha, e ele sempre falha, seja por incompetência, ineficiência e negligência, até intencionalmente quando suas vítimas são indivíduos pertencentes às castas dominadas e suas rales, ou seja, os pobres e miseráveis, essa é só uma das formas de opressão, discriminação, exclusão, segregação, perseguição e punição dos pobres por estes serem pobres os indesejados pelas castas dominantes e suas elites privilegiadas que só usam estes para explora-los.
Silêncio, transparência negada e luto: o que o Estado deve às famílias após mortes sob sua responsabilidade. (sábado 17/01/2026)
Atenção: este artigo trata de saúde mental e suicídio — o que pode gerar gatilhos. Caso você não esteja bem e precise conversar com alguém, a Ponte recomenda entrar em contato com o Centro de Valorização à Vida (CVV), que funciona 24 horas e pode ser acionado pelo telefone 188 (ligação gratuita) ou a partir deste site. Você ainda pode buscar uma unidade de saúde mais próxima da sua casa por meio do Mapa da Saúde Mental.
“A cabeça é uma coisa fina, fia.” Era o que costumava dizer minha avó antes do Alzheimer devorar suas memórias e a ela mesma. Penso que era a forma dela de dizer o quão delicadas são as questões que envolvem nossa saúde mental e o quanto precisamos cuidar da nossa mente e das pessoas que estão ao nosso redor. Na semana em que ela faria 94 anos, a voz e a frase de minha vó voltaram à memória diante de dois casos que recebemos.
Jean e Mychelline nunca se conheceram, nem tiveram a mesma trajetória de vida. Mas suas histórias chegaram até nós por suas famílias que desconfiam que o fim de seus entes queridos não foi suicídio, mas algo que não conseguem entender. Os dois estavam sob a responsabilidade de instituições do Estado. Ele, no Exército. E ela, na prisão. Foram encontrados mortos, e as conclusões das investigações internas foram de que ambos teriam tirado a própria vida.
Em ambas as circunstâncias, as dúvidas abundam sobre a causa da morte. Respostas que não foram dadas nem às famílias, nem ao questionamento da Ponte revelam o descaso com a transparência, com o luto e com a vida alheia. A família de Mychelline sequer teve acesso aos laudos de sua morte.
Durante a apuração da reportagem sobre Jean, meu colega, o repórter Paulo Batistella, conversou com a socióloga e coordenadora-adjunta da área de ensino e pesquisa do Instituto de Pesquisa, Prevenção e Estudos em Suicídio (Ippes), Fernanda Novaes Cruz. Ela usou uma palavra que eu nunca tinha ouvido, mas que fez muito sentido. Para ela, casos como o do jovem militar careciam de “posvenção”. O termo foi definido como “práticas que acolham familiares e colegas das pessoas mortas após o ocorrido”. Fala de cuidado e transparência com familiares de pessoas que podem ter cometido suicídio.
“Existe uma demanda pelo esclarecimento dessas mortes, e, ao mesmo tempo, nem sempre essas instituições têm o ímpeto de investigar esses casos e também de comunicar as famílias sobre os desdobramentos”, ela disse à Ponte. O Estado não é um bom comunicador, e isso parece piorar quando os corpos sem vida não são de pessoas brancas de classe média alta de bairros nobres, que talvez ganhassem até uma nota de condolências do governador (não que isso signifique muita coisa). O leitor há de convir que transparência pública não é nosso forte.
Essa questão da transparência e do cuidado para com as famílias enlutadas me lembrou um caso mais antigo que publicamos na Ponte. Em 2024, Maria Cristina de Almeida recebeu a notícia da morte do filho, Márcio Izaías de Almeida, por e-mail. Márcio, que era cadeirante e diabético, estava na Penitenciária 1 de Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Ela só queria informações sobre o estado de saúde do filho, mas o que recebeu foi a notícia fria do óbito. A morte foi por questões de saúde física, mas também revela o tamanho do descaso com a vida das pessoas.
Em meio a um caos de descaso, minha próxima frase talvez soe pueril, mas, se o Estado quer manter pessoas sob sua responsabilidade – sejam elas policiais, presos, militares, estudantes, pessoas em surto etc –, precisa assumir de vez o cuidado holístico ao bem-viver pleno. O cuidado com a vida das pessoas e suas comunidades. Pessoas como Jean e Mychelline não são matrículas, mas humanos com conexões familiares e afetivas que têm sido afetadas pelas mortes e pela falta de transparência. Ou, como diria minha avó, pela falta de cuidado com a “finura da cabeça” das pessoas.
Jéssica Santos - Editora de Relacionamento de Ponte Jornalismo
"Sabem porque os crimes cometidos por Lula, principalmente corrupção, roubalheiras, formação de quadrilha máfia e organização criminosa, das mentiras e exploração da ignorância das massas invariavelmente burras e de manobras, exploração do povo se vende em troca de migalhas e esmolas, e da eterna miséria social, moral e cultural, tudo isso revolta menos ou até nem revolta essa escória de povo, do que os crimes cometidos por Bolsonaro. Porque a maioria esmagadora dos bostileiros, vulgo brasileiros, se identificam muito mais com os crimes praticados por Lula do que os praticados por Bolsonaro, por mais que os dois sejam criminosos repugnantes e deploráveis."
"No Bostil, Bananil, Togadistão ou Narcodistão, vulgo Brasil, o crime organizado foi oficializado, institucionalizado e normalizado, aqui ele usa gravata, farda, coturno, insígnia, distintivo e toga!"
Imprensa denuncia as LUCRATIVAS CONEXÕES de DIAS TOFFOLI
https://li.oitube.com/N4ORlc
O que faz o homem totalmente diferente da mulher não é só a testosterona, a barba, o órgão genital masculino, a força física e outras características típicas do gênero masculino, o que faz o homem totalmente diferente da mulher é seu modo de pensar e agir, é o uso da razão, é o controle psicológico das emoções, é a visão de mundo e o pragmatismo, quando o homem perde todas estas capacidades ele não só perde sua verdadeira masculinidade como se nivela a mulher, e não adiantará mais ter testosterona, barba, músculos, força física etc, acabou o homem e seu maior patrimônio sua mentalidade masculina, até porque o homem não tem como seu objetivo vender só a embalagem sem conteúdo como faz a mulher, mas sim apresentar o conteúdo que é seu grande capital e legado que ficará quando ele morrer.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
Em qualquer nação minimamente séria, evoluída ou civilizada, só esse escândalo do Banco Master já séria suficiente para jogar na cadeia por séculos, derreter as chaves, e deixar apodrecerem, nem precisariam os incontáveis outros escândalos criminosos, só esse já seria suficiente para colocar toda essa quadrilha, essa máfia e organização criminosa de gravata e toga do Planalto+STF e de quebra também os integrantes do outro prostíbulo o senado, por cumplicidade ou compactuar, ou no mínimo por omissão e prevaricação, mas infelizmente não estamos e jamais estaremos em uma nação minimamente séria quanto mais evoluída ou civilizada!.
CARTA DE PRINCÍPIOS CONTRA O ESTADO MAFIOSO
(Manifesto político-investigativo)
Preâmbulo — Quando o crime vence sem dar um tiro
O Estado Mafioso não nasce de quartéis.
Nasce de tribunais capturados.
Não se impõe por tanques, mas por sentenças.
Não censura queimando livros — censura apagando vozes.
Ele não destrói a democracia de fora.
Ele a ocupa por dentro, usando sua linguagem, seus símbolos e sua retórica como disfarce.
Onde o poder se torna inimputável, a máfia deixa de ser clandestina e vira regime.
CAPÍTULO I — A lei sequestrada (Cosa Nostra institucional)
A Cosa Nostra ensinou que lealdade ao clã vem antes da lei.
O Estado Mafioso faz o mesmo, apenas trocando o clã por partido, corporação ou toga.
A lei deixa de ser universal
O processo vira punição
A absolvição vira prêmio político
Não há justiça: há gestão seletiva da legalidade.
CAPÍTULO II — A toga como escudo (’Ndrangheta togada)
A ’Ndrangheta não domina pela força, mas pela blindagem familiar.
No Estado Mafioso, a toga cumpre a mesma função:
Autorrecrutamento
Autoproteção
Autolegitimação
Autonomia sem responsabilidade
Quando juízes se tornam atores políticos, a Justiça morre — e ninguém é julgado por isso.
CAPÍTULO III — O caos como método (Camorra estatal)
A Camorra prospera no caos controlado.
O Estado Mafioso produz desordem para vender tutela.
Cria dependência social permanente
Normaliza a precariedade
Compra silêncio com benefício
Troca autonomia por sobrevivência
Miséria não é falha.
É ferramenta de controle.
CAPÍTULO IV — A cleptocracia normalizada (Bratva tropical)
A Bratva russa mostrou que o crime pode virar governo.
O Estado Mafioso brasileiro aperfeiçoou:
Orçamento como butim
Estatais como cofres
ONGs como lavanderias
“Democracia” como slogan internacional
A corrupção deixa de ser desvio e vira sistema operacional.
CAPÍTULO V — Legalidade como fachada (Yakuza institucional)
A Yakuza tinha sede, contadores e cartões de visita.
O Estado Mafioso também:
Abuso vira “defesa da democracia”
Censura vira “combate à desinformação”
Perseguição vira “estado de direito”
Quando o crime fala a língua da virtude, a população aprende a aplaudir a própria prisão.
CAPÍTULO VI — O inimigo fabricado (máfia americana às avessas)
A máfia americana caiu quando a lei foi aplicada a todos.
No Estado Mafioso ocorre o oposto:
A lei escolhe alvos
O rótulo precede o crime
O dissenso vira ameaça
A crítica vira extremismo
Não se combate ilegalidade.
Produz-se inimigos.
CAPÍTULO VII — O pacto invisível do crime organizado
Toda máfia precisa de:
Dinheiro
Território
Proteção institucional
Quando o Estado:
Relativiza crime organizado
Enfraquece forças independentes
Abandona fronteiras
Criminaliza quem denuncia
Não há neutralidade.
Há conivência estrutural.
CAPÍTULO VIII — A nova ditadura
A ditadura clássica proibia.
O Estado Mafioso autoriza para aliados e proíbe para críticos.
Ela não precisa fechar o Congresso.
Basta torná-lo irrelevante.
Não precisa censurar jornais.
Basta controlar algoritmos, tribunais e narrativas.
É a ditadura sem farda, com carimbo legal.
DECLARAÇÃO FINAL
Quando o Estado protege os seus, persegue críticos, relativiza crimes aliados e chama isso de justiça, não governa — extorque.
Não é democracia degenerada.
É máfia madura.
O ESTADO COMO MÁFIA Subtítulo: Como o poder sequestra a lei, normaliza o crime e governa sob a máscara da democracia
Não é peça jurídica nem acusação formal — é denúncia política, metáfora histórica e análise de poder.
O ESTADO COMO MÁFIA:
Quando o Crime Veste Toga, Fala em Democracia e Governa em Nome da Lei.
Não foi a Sicília que inventou o pacto de silêncio.
Não foi a Calábria que criou o medo institucional.
Não foi Moscou, Tóquio ou Nova York que ensinaram como transformar o Estado num cartel blindado por legalidade seletiva.
A máfia apenas aperfeiçoou o que o poder político corrupto sempre soube fazer.
Hoje, o Brasil vive algo mais sofisticado que a velha ditadura militar:
vive uma ditadura simbiótica, onde partido, Estado, Judiciário e mídia operam como uma organização mafiosa de novo tipo — limpa por fora, podre por dentro.
I — A Cosa Nostra e o Partido: lealdade acima da lei
A Cosa Nostra siciliana ensinou ao mundo três regras:
Lealdade absoluta ao clã
Silêncio (omertà)
Justiça interna, nunca externa
O lulismo institucionalizado replica isso em escala estatal.
Militância substitui cidadania
Fidelidade partidária vale mais que legalidade
Críticos são tratados como traidores
Investigações só existem contra inimigos
A lei não desaparece — ela é sequestrada.
II — ’Ndrangheta e o Judiciário: família, sangue e blindagem
A ’Ndrangheta é poderosa porque:
Funciona por laços internos inquebráveis
Não se infiltra: se reproduz por dentro
No Brasil, a casta togada cumpre função análoga:
Autorrecrutamento
Autodefesa corporativa
Autolegitimação moral
Julgamento seletivo
Quando juízes viram atores políticos, a toga deixa de ser símbolo de justiça e vira colete à prova de responsabilidade.
III — Camorra e o caos administrado
A Camorra napolitana não controla tudo — ela controla o suficiente:
Caos organizado
Violência simbólica
Dependência econômica
Assistencialismo criminoso
O Estado lulista opera da mesma forma:
Cria dependência social permanente
Troca autonomia por benefício
Compra silêncio com subsídio
Alimenta o caos para justificar o controle
Não é incompetência.
É método.
IV — Bratva russa: cleptocracia como sistema
A Rússia pós-soviética mostrou que:
O crime pode virar governo
O governo pode virar empresa
A empresa pode virar lavagem
A cleptocracia brasileira funciona em moldes semelhantes:
Orçamento público como butim
Estatais como cofres
ONGs como fachadas
“Democracia” como slogan de exportação
Tudo dentro da lei — desde que a lei seja moldada depois.
V — Yakuza: legalidade como fachada
A Yakuza japonesa teve escritórios, cartões, contadores. Não se escondia — se normalizava.
O sistema brasileiro faz o mesmo:
Abuso institucional travestido de defesa da democracia
Censura chamada de “combate à desinformação”
Perseguição política rotulada como “estado de direito”
Quando o crime fala a língua da virtude, a sociedade aplaude a própria prisão.
VI — A máfia americana e o inimigo interno
A máfia ítalo-americana caiu quando:
O Estado decidiu aplicar a lei igualmente
O RICO Act quebrou a estrutura, não os indivíduos
No Brasil, ocorre o oposto:
A lei é arma política
O processo é punição
A exceção vira regra
O inimigo interno é fabricado diariamente
Não se combate o crime.
Define-se quem é o criminoso.
VII — A narco-dimensão: o pacto invisível
Toda máfia sobrevive de três pilares:
Dinheiro ilícito
Território
Proteção institucional
Onde o Estado abandona fronteiras, relativiza crime organizado e demoniza polícia independente, não há neutralidade — há conivência estrutural.
Não é preciso provar ordens diretas.
A máfia moderna funciona por sinais, omissões e recompensas indiretas.
CONCLUSÃO — Quando o Estado vira a maior organização criminosa
A diferença entre a máfia clássica e a máfia estatal é simples:
A máfia tradicional teme o Estado
A máfia estatal é o Estado
Ela não mata com balas — mata com processos.
Não extorque com armas — extorque com impostos.
Não cala com ameaça — cala com censura.
E o mais perverso: faz tudo isso em nome da democracia.
Afinal todo regime que criminaliza a crítica, protege aliados, reescreve leis para salvar os seus e chama isso de justiça, não é democracia.
É máfia com orçamento público e legitimidade artificial.