“SOU ANTI!”

NÃO ME PERGUNTE, PORQUE AMO OS ANIMAIS? SE FINGIR NÃO SABER OS MOTIVOS, ME PERGUNTE PORQUE ODEIO OS HUMANOS! - SOU ANTI, SOU UM SER RACIONAL PENSANTE E LIVRE, POR ISSO SOU ANTI, SOU ANTI SISTEMA DOMINANTE, SOU ANTI ESTADO E SUAS LEIS SOU ANTI INSTITUIÇÕES OFICIAIS, SOU ANTI PATRIOTISMO E NACIONALISMO, POIS SÓ SERVEM PARA EXALTAR UMA PSEUDA PÁTRIA SUA, SOU ANTI POLÍTICA PARTIDÁRIA E O CÂNCER QUE ESSA REPRESENTA, SOU ANTI O VOTO POLÍTICO PARTIDÁRIO E A FARSA DA REPRESENTAÇÃO POLÍTICA QUE ELE “VENDE” SOU ANTI A FARSA QUE É A TAL DA DEMOCRACIA ENQUANTO REGIME, PELAS FALÁCIAS QUE “VENDE” E POR REPRESENTAR UM GOVERNO. SOU ANTI CRENÇAS DE FÉ RELIGIOSAS SEU DEUS ASSIM COMO AS MÍSTICAS, SOU ANTI CONCEITOS FALSOS DE VALORES, SOU ANTI SOCIEDADE E SUAS AMARRAS OU “CABRESTOS” MORAL, QUASE SEMPRE FALSO MORALISTA, SOU ANTI POLÍCIA E TUDO QUE ESSA REPRESENTA, OPRESSÃO, COVARDIA, DISCRIMINAÇÃO, PERSEGUIÇÃO ETC, SOU TOTALMENTE ANTI MODISMOS. SOU ANTI! POIS SOU UM SER RACIONAL MAS PENSANTE!!! - A FARSA DA VIDA - "FARSA, A VIDA É UMA GRANDE FARSA, MAS QUEM DISSE QUE NÃO É, COMO NEGAR! SIMPLES SENDO MAIS UM FARSANTE."

domingo, 15 de março de 2026

Lembrar quando o Estado prefere esquecer

Memória viva contra o esquecimento 


O lançamento do CMVV (Centro de Memória das Vítimas de Violência do Estado) em Santos (SP), fruto do trabalho incansável das Mães de Maio com apoio de outras organizações e do governo federal, materializa algo que nem sempre é devidamente valorizado no Brasil, sobretudo para corpos pretos e/ou pobres. Para o senso comum, a memória de quem é morto pelo Estado é a de que a vítima é responsável por sua morte. A eterna presunção de culpa alimentada pela extrema-direita e pelo jornalismo sensacionalista punitivista. 


Já para o Estado, esses corpos são números, meras estatísticas divulgadas todos os meses de forma fria, efeito colateral do trabalho de segurança pública da mesma forma que bombardear uma escola com mais de 100 meninas é efeito colateral dos ataques estadunidenses ao Irã. O próprio secretário de Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico, atribuiu o aumento da letalidade em janeiro deste ano – o mais letal em seis anos – a “mais trabalho, mais policial na rua, mais operações” realizadas pelas forças de segurança, o que, segundo ele, acaba gerando “mais confronto e aumenta tudo [nas estatísticas]”.


Tanto nos bombardeios estadunidenses e israelenses ao Irã quanto na gestão da segurança pública em São Paulo, letalidade parece significar trabalho “bem feito”. Resolve os crimes ou conflitos? Não, mas olha só esses números! É bom para o marketing, para a virilidade dessas instituições e para arrebanhar em tempos eleitorais, quem acredita na imbecilidade do bandido bom é bandido morto. 


Quando o Estado mata um corpo, é o filho, o irmão, o marido de alguém que vai embora. Muitas vezes, a sensação de injustiça e a dor indizível fazem nascer uma mãe de luta. E aqui digo mãe, sujeito feminino, porque, em meus quase seis anos de Ponte, elas são a esmagadora maioria na linha de frente por justiça, por memória e reparação, as três palavras, inclusive, são também femininas. 


Quando ouço uma entrevista ou fala pública dessas mulheres, sempre me admira que sua luta não se resume ao caso pessoal de cada uma. Mais de uma vez as ouvi dizendo que estavam lutavam por todos filhos do Brasil, esta pátria-mãe nada gentil. Elas lutam para que sejam as últimas mães de vítimas do Estado, são as descendentes de toda mulher que buscou justiça pelos seus ao longo da história da humanidade. Seu legado não é pessoal, é coletivo. Por isso passam 5, 10, 20 anos e elas seguem, e o fazem juntas. 


Quando se diz que esta é uma luta por reparação, não é por uma compensação financeira. Você acha que algum dinheiro no mundo paga a vida de um filho? Reparar é acolher famílias enlutadas, prestar apoio jurídico, emocional e psicológico, escutar, investigar, protestar, cuidar. É se manter em estado de rebeldia teimosa e não desistir até o Estado reconhecer e se responsabilizar por sua violência, que a injustiça seja registrada na memória do país. É construir legado que deveria ser trabalho do Estado.


Não há glória pessoal ou trajetória heroica romântica. A luta e o luto podem cansar, podem adoecer mente e corpo. Algumas padeceram no caminho, mas todas seguem com a teimosia de quem passa a vida lutando para colocar comida na mesa, para dar educação aos filhos, para sobreviver à máquina de moer gente e ao patriarcado. 


Em cada história que a Ponte publica, contribuímos não apenas para visibilizar uma injustiça. Certa vez, ouvi de Geneton Moraes Neto, um grande repórter, que “fazer jornalismo é produzir memória”. Ao lado dessas mulheres, cuja coragem incansável nos inspira, estamos há 12 anos dizendo os nomes das vítimas, registrando suas histórias e denunciando a injustiça perpetrada. 


A Ponte Jornalismo é parte dessa engrenagem de memória do que o Estado busca enterrar. Como afirmou a ministra dos Direitos Humanos Macaé Evaristo no lançamento do CMVV:“A memória ajuda a impedir que práticas autoritárias se repitam, reforçando a necessidade de transparência e respeito à democracia”.

Jéssica Santos 

Diretora de Projetos especiais e marketing de Ponte Jornalismo.


sábado, 14 de março de 2026

A narco-ditadura stalinista cleptocrata lulista de toga, está brincando com os Estados Unidos, de pseuda soberania só para agradar sua corte de gado acéfalo Lula-petista/STF pois está desesperado com a eminente derrota nas urnas, e com isso ele está arrastando o Bostil, Bananil ou Togadistão, Narcodistão, vulgo Brasil para um abismo diplomático.



TIRO NO PÉ: Lula e Xandão proíbem enviado de Trump de entrar no Brasil e o troco está a caminho!

https://www.oitube.com/video/osSoZggwMn8?pub=share&subpub=share

O Bostil, Bananil ou Togadistão, Narcodistão, vulgo Brasil, se vangloria de ser auto suficiente ou está entre os maiores produtores e exportadores de produtos como petróleo, minério, carne, grãos, café etc, no entanto o consumidor brasileiro paga mais por estes mesmos produtos que consumidores de países que não são auto suficiente e por isso tem que importar tudo inclusive muitos destes produtos do próprio Bostil, e pior o que fica para ser vendido para os consumidores tupiniquim invariavelmente são da pior qualidade possível e por preços absurdos. A pergunta é: Adianta o Bostil ser auto suficiente ou grande produtor se os consumidores tupiniquim nunca se beneficiam disso muito pelo contrário são é explorados e extorquidos?


O Bostil, Bananil ou Togadistão, Narcodistão, vulgo Brasil, paraíso das facções narco-terroristas PCC e CV, assim como das milícias compostas por integrantes dos braços armados do estado opressor nazifascista terrorista tupiniquim, resumindo é um narco-estado nas mãos de um narco-governo e com uma narco-ditadura stalinista cleptocrata de toga, ou seja, é o pior dos mundos.


Além de apoiar incondicionalmente ditaduras e narco-ditaduras, ditadores e narco ditadores autocratas, sanguinários, violadores, usurpadores e estupradores dos Direitos Humanos, o desgoverno stalinista, cleptocrata, lulista de toga, é contra classificar as facções criminosas narcotraficantes PCC e CV em narco-terroristas. Se isso não for motivo suficiente para entender que esse desgoverno mais que complacente, condescendente, é também conivente e principalmente cúmplice destas organizações criminosas o que mais é preciso!


sexta-feira, 13 de março de 2026

quinta-feira, 12 de março de 2026

MANIFESTO ANARCHY NOW!

 

Contra o Império do Poder

Um espectro percorre o mundo moderno.

Não é apenas o espectro do autoritarismo clássico, dos reis e imperadores.

Esse espectro já foi enfrentado, combatido e muitas vezes derrubado.

O novo espectro é mais sutil.

Ele veste terno, toga e gravata.

Ele fala em nome da ordem, da lei, da segurança e da estabilidade.

Mas frequentemente age para preservar estruturas de poder que se alimentam da própria sociedade.

I — O Problema do Poder

A história humana é a história da luta contra o poder concentrado.

Reis absolutos governaram impérios.

Generais governaram ditaduras.

Partidos governaram estados totalitários.

Hoje, o poder se distribui entre instituições que frequentemente se apresentam como neutras e técnicas.

Mas nenhuma instituição humana é neutra.

Como alertou o filósofo político Montesquieu, todo poder tende naturalmente a expandir seus limites.

II — O Nascimento da Juristocracia

Nas democracias modernas surgiu um fenômeno novo.

Tribunais constitucionais passaram a exercer influência crescente sobre a vida política.

Esse fenômeno foi chamado pelo cientista político Ran Hirschl de juristocracia.

Ou seja:o governo crescente de juízes.

Cortes que deveriam apenas interpretar a lei passaram a:reinterpretar constituições invalidar decisões parlamentares interferir em disputas políticas moldar o destino institucional de nações

III — A Justiça como Instrumento de Poder

A história já mostrou inúmeras vezes que tribunais podem ser usados como instrumentos políticos.

Durante a Revolução Francesa, tribunais revolucionários enviaram milhares de pessoas à guilhotina.

No século XX, regimes autoritários transformaram tribunais em ferramentas de repressão.

Sob o regime de Joseph Stalin, os famosos julgamentos políticos eliminaram antigos líderes revolucionários.

A lição é clara:nenhuma instituição é imune à tentação do poder.

IV — Lawfare: a nova guerra

Nos tempos modernos, golpes militares tornaram-se mais raros.

Mas surgiu uma nova forma de disputa política: lawfare.

O conceito ganhou destaque em debates acadêmicos ligados à Harvard Law School.

Lawfare significa:usar o sistema judicial como arma política.

Processos substituem batalhas.

Sentenças substituem tanques.

V — O Perigo da Sacralização da Justiça

Em muitas sociedades, o judiciário passou a ser tratado como uma autoridade quase sagrada.

Mas uma democracia saudável exige exatamente o contrário:nenhuma instituição deve estar acima da crítica pública.

Como observou o pensador Alexis de Tocqueville, tribunais podem se tornar atores políticos invisíveis.

VI — O Chamado

O objetivo deste manifesto não é destruir instituições.

É algo mais fundamental:

restaurar o equilíbrio entre poder e liberdade.

Nenhum poder deve ser absoluto.

Nem reis.

Nem governos.

Nem tribunais.

VII — Os 12 Princípios do Anarchy Now!

1. Todo poder tende a abusar.

2. Nenhuma instituição deve ser considerada sagrada.

3. A crítica ao poder é essencial para a liberdade.

4. Justiça seletiva é forma de opressão.

5. A lei não deve ser arma política.

6. Tribunais devem aplicar leis, não governar sociedades.

7. A soberania pertence à sociedade.

8. Instituições devem ser constantemente questionadas.

9. A concentração de poder ameaça a liberdade.

10. Transparência é essencial para qualquer sistema judicial.

11. Democracia exige vigilância permanente.

12. Liberdade exige coragem intelectual.

VIII — Conclusão

A luta pela liberdade nunca termina.

Cada geração enfrenta suas próprias formas de poder.

No passado foram reis.

Depois ditadores.

Depois partidos únicos.

Hoje, em muitas partes do mundo, o desafio é garantir que instituições criadas para proteger a liberdade não se transformem em centros de poder inquestionável.

A liberdade exige algo simples e difícil ao mesmo tempo:coragem para questionar todos os poderes.

ANARCHY NOW!

Donald Trump, armou uma arapuca para o FAKE JUDGE Alexandre de Moraes, e enviou seu assessor senior, Darren Beattie, simplesmente um dos críticos mais ferrenhos do FAKE JUDGE, e o cara que pediu que Moraes e sua família fosse "agraciados" com a lei Magnitsky Global Act e junto com Elon Musk, pediu a prisão do FAKE JUDGE. Quero ver se o rábula, déspota, tirano e projeto fracassado de ditador autocrata de toga, o xerife de revista em quadrinhos e pseudo juíz ou FAKE JUDGE, Alexandre de Moraes, tem culhões suficiente para mandar seus jagunços de preto prender o enviado de Trump, Darren Beattie, claro que dúvido até porque já dizem às más línguas que ele o FAKE JUDGE é boiola e corno de goteira, assim como seu poodle de estimação o corrupto e ladrão, Stalinacio Lula da Silva. Vamos levantar a hashtag @moraesprendadarren para o FAKE JUDGE assinar seu atestado de óbito!


As plataformas digital disfarçadamente e descaradamente, criaram um eufemismo para a censura prévia a liberdade de expressão, o famigerado "diretrizes ou regras da comunidade", quando se sabe que nenhuma "comunidade" deve nem pode estabelecer regras que limite ou impeça a liberdade de expressão de quem quer que seja, o máximo que as plataformas digital podem fazer é responsabilizar dentro da lei, cada pessoa pelo que ela fala, e isso já existe dentro das leis de responsabilidades civis e criminais, não precisando que terceiros criem limites ou barreiras. A famigerada e infame "diretrizes ou regras da comunidade" é um crime contra a liberdade de expressão que as plataformas praticam sob a desculpa de regras a serem seguidas em seu ambiente digital, ou seja, as plataformas digital com isso modela o que pode ou não pode ser publicado, moldando e bitolando seus usuários conforme os interesses invariavelmente escusos das plataformas. Na verdade as BigTech querem mesmo é criar uma orda de seres acéfalos capazes de consumir só o que elas moldelar como interessante para seus interesses invariavelmente escusos, elas pregam mesmo é um falso-moralismo e sem nenhuma preocupação com a tal da comunidade nem sequer com outra infâmia moralista o "politicamente correto" ou os "bons costumes" não é por acaso que desde que se paguem para "impulsionar" qualquer coisa de postagens a principalmente anúncios, vele tudo, de mentir e enganar a dar golpes, tudo com a anuência das plataformas.


quarta-feira, 11 de março de 2026

"Stalinacio Lula da Silva, pede a Trump que não coloque as facções criminosas narcotraficantes PCC(Primeiro Comando da Capital) e CV(Comando Vermelho)". Será que precisa de provas maior de que Stalinacio Lula da Silva e sua quadrilha máfia e organização criminosa Planalto+STF são cúmplices do narcotráfico e mantém uma narco-ditadura stalinista cleptocrata lulista de toga.

O narco-governo stalinista cleptocrata lulista de toga é contra os Estados Unidos classificar PCC e CV como grupos terroristas, adivinham por que?

https://m.youtube.com/watch?v=Az-dM4w_WZ4

LULA promete ENTREGAR MINERAIS CRÍTICOS para TRUMP em TROCA de PROTEÇÃO para CV e PCC: COMO ASSIM?

https://www.oitube.com/video/gFCL63ToZ88?pub=share&subpub=share

https://youtu.be/_UeR2OOSBu4?si=6gfCw1pzna4U9PrR