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LULINHA É ACUSADO DE TER SIDO ASSESSOR DA FICTOR; DEFESA NEGA QUALQUER RELAÇÃO
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SENADO APROVA PROJETO DE LEI QUE CRIMINALIZA A MISOGINIA
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Ana Paula Henkel expõe face sombria do PL da Misoginia: 'Destruição da família'
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PL da Misoginia: censura e cadeia até para brincadeiras sobre mulher!
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A LEI DA MISOGINIA VAI PREJUDICAR AS MULHERES (E A CIÊNCIA PROVA ISSO)
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Críticas à Janja são fruto de machismo estrutural? Coppolla comenta PL da Misoginia
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PL da Misoginia: Ameaça à liberdade de expressão no Brasil?
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DIREITA APROVA LEI DA MISOGINIA E ENFURECE A BASE
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Diminuto em comparação ao cromossomo X e com apenas cerca de 50 genes funcionais, o cromossomo Y vem há décadas ganhando manchetes, muitas vezes em tom apocalíptico. Muito se especula sobre um eventual “fim dos homens”. Por trás da discussão, está o consenso de que o cromossomo Y sofreu uma degradação histórica considerável, mas, na comunidade científica, não há consenso sobre seu desaparecimento.
A bióloga evolutiva Jenny Graves estimou que, se a perda de genes continuasse no ritmo observado, o cromossomo Y poderia desaparecer em cerca de 4,5 milhões de anos. “Surpreende-me que alguém se preocupe com a extinção dos homens dentro de cinco ou seis milhões de anos”, disse ela ao Science Alert. O isolamento do Y é um fator: ele não troca segmentos de DNA com um homólogo para corrigir erros.
Por outro lado, a bióloga Jenn Hughes, do MIT, sustenta que os genes essenciais do Y se mantêm estáveis há 25 milhões de anos. Seu argumento é que há forte pressão evolutiva para preservá-los. Graves não nega a estabilidade atual, mas ressalta: “qualquer coisa entre agora e nunca”. A discussão sobre o destino do cromossomo Y permanece aberta na ciência.
Além de tudo isso as últimas gerações de homens tem sido compostas só de homens fracos, frouxos, inseguros, sem atitudes, adestrados pelas mulheres, homens que não passam de escravocetas, e isso não é normal, apesar de ter sido normalizado por atender a interesses escusos como o falso-moralismo, estes lambe-salto, "poodle de madame", serviçais e capachos das mulheres, os Beta provedores, Manginas e Miquéias, resumindo uma vergonha para o gênero masculino.
LEI DA MISOGINIA, FEMINISMO e a CRIMINILIZAÇÃO da EXISTÊNCIA do HOMEM - ANA CAMPAGNOLO
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Publicado em 22 de março de 2026 às 06:08
Entre quedas, conflitos e tédio, crianças dos anos 60 e 70 desenvolveram competências hoje consideradas essenciais!
Psicologia aponta que crianças dos anos 60 e 70 desenvolveram mais resiliência emocional
Entenda como a infância com mais liberdade fortaleceu habilidades emocionais
Geração que cresceu sem supervisão constante aprendeu a lidar melhor com frustrações
Autonomia na infância pode explicar maior resistência emocional em adultos e idosos
Muito antes de celulares, GPS e agendas lotadas de atividades, crianças cresciam com um nível de liberdade que hoje parece impensável. Era comum passar horas na rua, sem supervisão constante, voltando para casa apenas quando escurecia!
Segundo uma análise publicada pelo portal Global English Editing, esse cenário, típico das décadas de 1960 e 1970, acabou gerando um efeito inesperado: a formação de uma das gerações mais emocionalmente resilientes da história recente. E o mais curioso? Isso não foi planejado.
Uma 'experiência' que ninguém tentou fazer mas funcionou
Na época, pais não seguiam manuais de criação nem buscavam fóruns sobre desenvolvimento infantil. Muitos estavam ocupados trabalhando e lidando com suas próprias dificuldades, o que fazia com que as crianças tivessem mais autonomia no dia a dia. Esse contexto acabou estimulando algo essencial: a autossuficiência.
Como resume a autora Cher Hill Shetlands, citada no texto original, esse cenário “favoreceu a independência - uma das principais forças mentais que hoje está em falta”. Sem entretenimento constante ou supervisão rígida, crianças precisavam encontrar formas de se divertir, resolver conflitos e lidar com o tédio sozinhas.
Resiliência emocional construída na prática
A lógica, segundo especialistas, é semelhante ao que acontece com o corpo. Assim como a pele cria “calos” para se proteger de atritos constantes, o emocional também se fortalece diante de pequenas frustrações.
Crescer sem intervenção imediata significava aprender a lidar com decepções, quedas e conflitos sem apoio instantâneo. Nem todo problema gerava uma reação imediata dos adultos - e isso exigia adaptação!
De acordo com o psicólogo Marc Brackett, esse tipo de experiência contribui para o desenvolvimento da chamada regulação emocional interna, considerada hoje uma habilidade fundamental para a saúde mental.
A paciência que o mundo atual desaprendeu
Outro ponto destacado é a relação com o tempo. Crianças das décadas de 60 e 70 cresceram em um mundo sem gratificação imediata.
Era preciso esperar:
- por um programa de TV específico
- para comprar algo desejado
- para receber respostas ou resolver situações
Esse contexto ajudava a desenvolver tolerância à frustração e paciência - competências emocionais que, segundo estudos, estão diretamente ligadas à resiliência. Hoje, com respostas instantâneas e acesso imediato a praticamente tudo, essa experiência é cada vez mais rara.
Resolver problemas sem ajuda era parte da rotina
Antes da tecnologia, errar fazia parte do processo e encontrar soluções também. Se alguém se perdia, precisava se virar. Se surgia um conflito, era necessário negociar. Se algo dava errado, a saída era improvisar.
Pesquisas citadas no artigo indicam que esse tipo de vivência, com brincadeiras livres e pouca intervenção adulta, estimulava habilidades como:
- pensamento criativo
- autonomia
- capacidade de adaptação
- resolução de problemas
Tudo isso contribuía diretamente para uma maior resistência emocional.
O excesso de proteção pode ter um efeito contrário
O texto também levanta um alerta: na tentativa de oferecer uma infância mais segura e estruturada, a sociedade pode ter ido longe demais. Ambientes altamente controlados, agendas cheias e supervisão constante reduzem o espaço para que crianças enfrentem desafios por conta própria.
O resultado, segundo a análise, pode ser uma dificuldade maior em lidar com frustrações, tomar decisões e regular emoções sem apoio externo.
O paradoxo da criação moderna
Existe uma ironia evidente nesse processo. Ao tentar evitar desconfortos e dificuldades, muitos pais acabaram limitando experiências fundamentais para o desenvolvimento emocional.
Quando tudo é resolvido rapidamente, não há espaço para aprendizado. Quando todo desconforto é evitado, não há oportunidade de adaptação. E, sem esses “treinos”, habilidades importantes deixam de se desenvolver!
O que fica de aprendizado hoje
Apesar das diferenças entre gerações, especialistas não defendem um retorno ao passado. O ponto central é outro: encontrar equilíbrio. Criar espaços seguros, mas que também permitam:
- autonomia
- pequenas frustrações
- resolução de problemas
- independência gradual
Porque, como sugere o texto, nem todo desconforto é negativo. Em muitos casos, ele é justamente o que prepara para a vida real.
No fim das contas, talvez a maior lição seja simples - e contraintuitiva: em alguns momentos, fazer menos pode ser exatamente o que mais ajuda no desenvolvimento emocional.