“SOU ANTI!”

NÃO ME PERGUNTE, PORQUE AMO OS ANIMAIS? SE FINGIR NÃO SABER OS MOTIVOS, ME PERGUNTE PORQUE ODEIO OS HUMANOS! - SOU ANTI, SOU UM SER RACIONAL PENSANTE E LIVRE, POR ISSO SOU ANTI, SOU ANTI SISTEMA DOMINANTE, SOU ANTI ESTADO E SUAS LEIS SOU ANTI INSTITUIÇÕES OFICIAIS, SOU ANTI PATRIOTISMO E NACIONALISMO, POIS SÓ SERVEM PARA EXALTAR UMA PSEUDA PÁTRIA SUA, SOU ANTI POLÍTICA PARTIDÁRIA E O CÂNCER QUE ESSA REPRESENTA, SOU ANTI O VOTO POLÍTICO PARTIDÁRIO E A FARSA DA REPRESENTAÇÃO POLÍTICA QUE ELE “VENDE” SOU ANTI A FARSA QUE É A TAL DA DEMOCRACIA ENQUANTO REGIME, PELAS FALÁCIAS QUE “VENDE” E POR REPRESENTAR UM GOVERNO. SOU ANTI CRENÇAS DE FÉ RELIGIOSAS SEU DEUS ASSIM COMO AS MÍSTICAS, SOU ANTI CONCEITOS FALSOS DE VALORES, SOU ANTI SOCIEDADE E SUAS AMARRAS OU “CABRESTOS” MORAL, QUASE SEMPRE FALSO MORALISTA, SOU ANTI POLÍCIA E TUDO QUE ESSA REPRESENTA, OPRESSÃO, COVARDIA, DISCRIMINAÇÃO, PERSEGUIÇÃO ETC, SOU TOTALMENTE ANTI MODISMOS. SOU ANTI! POIS SOU UM SER RACIONAL MAS PENSANTE!!! - A FARSA DA VIDA - "FARSA, A VIDA É UMA GRANDE FARSA, MAS QUEM DISSE QUE NÃO É, COMO NEGAR! SIMPLES SENDO MAIS UM FARSANTE."

sábado, 29 de novembro de 2025

Daniel Vorcaro, está livre para desfrutar, juntamente com seus protetores, dos bilhões roubados. Quem furta cinquenta Reais vai preso e quase sempre ainda é espancado pelos braços armados do estado opressor nazifascista terrorista tupiniquim, mas quem rouba cinquenta bilhões como Daniel Vorcaro do Banco Master, após fingirem prende-lo, liberam para ele ir pra casa desfrutar da sua riqueza proveniente do assalto ao sistema financeiro e ainda comemorar tomando vinho de milhares de Reais, por que será que isso acontece? Obviamente que quem rouba bilhões tem dinheiro para comprar sua proteção nas instituições e nas altas rodas do poder, sem dizer que golpistas como Daniel Vorcaro contou com a complacência, condescendência, conivência e cumplicidade e até como sócios figurões do poder que obviamente não querem que seus golpistas de estimação vaze seus nomes.

https://youtu.be/h7iGneUkzqI?si=p6eM7y2MccIC0YvA

https://youtu.be/56LE8A5m8ho?si=NLtYSB4xxghC7LTQ

https://youtu.be/P2MQH9nJfoc?si=MbGFAOGd5nIrR3vb

https://youtu.be/yIYOGe70Qxs?si=d2IsMUXk_o0SG47D


Segundo já vazou, os maiores correntistas e acionistas do Banco Master de Daniel Vorcaro, aquele golpista de quase 50 bilhões, é o PT e o CV, não é por acaso que o escritório de advocacia que defende e protege o banco é da família Moraes, resumindo está tudo dominado!

A côrtezinha perdulária Luiz XVI e suas Marias Antonieta vulgo STF, é alvo de denúncias internacional por crimes contra os direitos humanos e individuais, a Côrte Interamericana de Justiça e a OEA Organização dos Estados Americano promete agir contra os crimes gravíssimos cometidos pela côrtezinha perdulária Luiz XVI tupiniquim vulgo STF, contra os Direitos Humanos e individuais principalmente o JUDGE FAKE o cosplay de juíz, o déspota tirano e projeto fracassado de ditador autocrata o cabeça de rola e xerife de revista em quadrinhos Alexandre de Moraes.



 https://youtu.be/p-HNoVFadAQ?si=Svgjakd9_dHpJ66R

https://youtu.be/jjUQ6UHEjBI?si=eiU9esQFIOamcP2Y

Vladimir Putin quer ser Hitler 2.0 o ditador autocrata sanguinário e criminoso contumaz de guerra Vladimir Putin, representa hoje a maior ameaça a paz no mundo, e suas relações suspeitas com o Presidente dos Estados Unidos Donald Trump e parte de seu gabinete, ainda mais quando se sabe que Trump, além de volúvel, fraco e estúpido não é nada confiável, e ainda nutre uma grande admiração que chega a submissão e subserviência a Putin, a ponto de renegar aliados históricos dos Estados Unidos como as nações européias, não medindo as consequências reais de sua relação com um ser megalomaníaco como Putin, também nada confiável só que com projetos desestabilizadores da paz mundial, e que ainda alimenta seu conhecido desejo de poder eterno em um suposto império russo. O mundo, e principalmente a Europa, jamais irá respirar uma verdadeira paz enquanto Putin estiver vivo e com poder na Rússia. A lógica é, ou se acaba com Putin vivo ou morto, ou Putin acabará com a paz mundial, Putin tem as piores características de ditadores, autocratas, sanguinários como Hitler e Stalin, arrogância, pretensão, presunção e prepotência. Um fato é inquestionável, enquanto ele permanecer vivo com poderes na Rússia o mundo não terá Paz, hoje é a Ucrânia, amanhã certamente será a Polônia, a Finlândia, a Estônia, Letônia e Lituânia, ou quem sabe a Alemanha, copiando as pretensões de Hitler só que ao inverso, vontade de anexar estas nações certamente Putin tem. A única solução para isso tem que ser radical e passa pela deposição vivo ou morto de Putin e o esfacelamento da Rússia em várias nações, será a garantia de que não surja um outro Putin em um país com às dimensões e os recursos naturais como a federação russa e ainda com um histórico de déspotas autocratas e tiranos.


Um fato é incontestável, vivemos hoje em uma repúblqueta bananeira e esgoto chamado Brasil ou Bostil, Bananil, Chimpanzil, Cornolândia ou Primatolândia, mas pode chamar também de Togadistão ou Narcodistão! Um narco-país, com um narco-estado e nas mãos de um narco-governo stalinista, cleptocrata de toga, resumindo, vivemos em uma narco-ditadura de toga!


No mundo cruel dos humanos, onde as mentiras convenientes tem lugar de destaques, como democracia, capitalismo, comunismo, socialismo, crenças religiosas etc, os únicos verdadeiramente beneficiados são os que tem o poder econômico, afinal foram para estes que o mundo foi moldado.

Pelos muitos mecanismos que tem a seu favor que lhes facilita o não pagamento de impostos, mecanismos estes criados pelo sistema ou o ESTABLISCHMENT que existe para lhes servir, como o estado e suas instituições, os políticos e governantes, que lhes servem. 

O fato é que os super ricos e ricos de verdade não só não trabalha, seus servos é quem trabalham para eles, como eles não pagam impostos, os ricos só repassam impostos para os pobres e a classe média pagar, ou seja, é uma versão da monarquia francesa pré-revolução quando a burguesia sustentava a monarquia francesa pagando impostos cada vez mais extorsivos. 

Assim seja nos produtos que suas empresas produzem, seja nos serviços que estas prestam o fato é que eles não pagam ou quando muito pagam só uma fração dos impostos que deveriam pagar, e quando eles não conseguem repassar eles passam da produção para investir na especulação financeira ou simplesmente migram para onde eles não pagará ou pagará muito pouco impostos. 

E quando os super ricos e ricos estão no paraíso não só da especulação como da agiotagem e principalmente dos monopólios, oligopólios e cartéis, como também em um dos mercados mais fechados do mundo, onde eles não têm concorrência com produtos e serviços vindos de fora que possam concorrer em condições justas ou de igualdade, aí eles estão no paraíso perfeito, ou seja, tem o mercado exclusivamente para eles, mais seus monopólios e cartéis, e quando eles ainda acham pouco, basta chorar para os políticos e governantes correr para lhes acudir e lhes dá ainda mais ajuda, mais privilégios, mais regalias, mais vantagens, mais benefícios, benesses e proteções, inclusive incentivos fiscais, um eufemismo para isenções e empréstimos com juros de pai para filhos, e assim a vontade com tudo que sempre quis ainda tem como melhorar, para eles é claro.

Quando os juros sobem e quase sempre sobem, que é juntamente com a impressão de dinheiro e inflação no mesmo nível, como invariavelmente o governo faz para financiar seu saco sem fundo de gastar muito mais do que arrecada para sustentar a corrupção e roubalheiras, e com tudo isso eles os super ricos e os ricos nesse paraíso, produzem e vendem seus produtos e serviços absurdamente caros e de qualidade inferior, pois sem uma concorrência minimamente justa com os produtos e serviços vindos de fora é tudo que eles os super ricos e ricos mais querem.

Mas se ainda assim eles perceberem que estão armando para lhes extorquir eles simplesmente fazem as malas e vão embora para algum lugar mais amigável, para eles, seja para produzir sem ter parasitas sanguessugas como sócios, seja para fugir das extorsões tributárias, burocracias etc, seja saindo da produção e ficando exclusivamente na especulação financeira principalmente comprando títulos do estado com juros estratosféricos que é lucro certo sem riscos nem esforços.

No final das contas quem tem o poder econômico são eles seja para produzir, seja para especular, e quem precisa do capital deles é o estado, os políticos e governantes, o mercado de bens e serviços e principalmente as massas de trabalhadores que dependem dos empregos.

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

"Não é preciso dizer, já que todo o mundo já sabe que o gnomo corrupto e ladrão de nove dedos, o gambá do Guarujá Stalinacio Lula da Silva, precisou e precisará da côrtezinha perdulária Luiz XVI tupiniquim vulgo STF, para sobreviver politicamente e manter sua narco-ditadura stalinista cleptocrata lulista de toga de pé, assim como a côrtezinha perdulária Luiz XVI tupiniquim, vulgo STF, precisa de Stalinacio, para fingir legitimidade e ainda não ter a cabeça de suas Marias Antonieta decepadas na guilhotina de Robespierre!"


https://youtu.be/soqiN_mHp-Y?si=3OMeubghMPC1c4MX

"O bostileiro vulgo brasileiro, não fica indignado e muito menos revoltado, com políticos e governantes corruptos e ladrões, com polícia autoritária, altamente discriminatória, violenta e nazista, com estado cleptocrata, opressor e nazifascista, com instituições podres, enfim com tudo isso que causa indignação e revolta em qualquer nação minimamente séria, evoluída ou civilizada, porque o bostileiro vulgo brasileiro se identifica exatamente com toda essa podridão moral, ética, cultural, intelectual e étnica-cultural, Freud e a ciência já explicou!"


A mídia fascista, marron, chapa-branca ou bate-chapa tupiniquim, que por INTERESSES ESCUSOS nega a ditadura stalinista cleptocrata lulista de toga, essa tem os perfis de redes sociais baseados fora do Bostil vulgo Brasil, para fugir da censura que ela mesma nega para as massas invariavelmente burras e de manobras. O X ex-Twitter, resolveu tornar público a hipocrisia da retórica demagógica destas e agora qualquer pessoa pode acessar e só ir no perfil destas no X ex-Twitter para constatar.


Triste Bahia, desemprego, violência, fome, miséria, corrupção, roubalheiras etc, os piores índices do Bostil vulgo Brasil, tudo isso no maior curral eleitoral a vinte anos do gambá do Guarujá, o gnomo corrupto e ladrão de nove dedos Stalinacio Lula da Silva e sua quadrilha, máfia e organização criminosa, Lula-petista PTráfico.

 https://youtu.be/fPBD-LlUmqY?si=coVlN7hkVjZTQkFr


Em qualquer nação minimamente séria, evoluída e civilizada, um escândalo como esse último do Banco Master de Daniel do Vorcaro, seria suficiente para devastar qualquer governo instituição e seus prepostos mas nessa republiqueta bananeira e esgoto chamado Brasil ou Bostil, Bananil, Cornolândia, Primatolândia, Chimpanzil ou Togadistão, Narcodistão, não acontecerá nada, apesar de tema está em destaque até surgir o próximo escândalo que obviamente não está longe.

 

https://youtu.be/nf5eHP6UIr8?si=-TLVZ-dcRit7zXe6

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

"Ser o primeiro dos últimos!" Isso é o máximo que o Bostil vulgo Brasil chegará!

 Como dizia um antropólogo, sociólogo e historiador americano professor de Harvard University, que nos anos setenta veio para o Bostil estudar os bostileiros e ficou por aqui uns trinta anos. Esse professor tinha uma coluna no jornal a Folha de São Paulo, e dizia que a pior mistura que poderia existir na formação de uma nação foi a brasileira, que juntou o que existia de pior na Europa na época os portugueses, o que existia de mais primitivo na África, as etnias do centro da África que era capturadas pelas outras etnias e vendidas ou traficadas, para serem usadas como escravos aqui, e finalmente as piores etnias sul-americanas as tropicais, que pela facilidade de encontrar comida como caça, frutas e água, nem com vestes precisavam se preocupar devido ao clima viviam nus e até a habitação não exigia neurônio nem mesmo grandes esforços físico bastava fazer uma oca e uma rede de cipó e pronto.

Resultado, como não tinham dificuldades para viver não precisava pensar ou usar o cérebro, e assim sem se esforçar racionalmente e preguiçosos e indolentes estas etnias nem para escrevo serviram. Resumindo, o bostileiro é uma mistura só do que poderia existir de pior, os primitivos moral, ético, cultural e intelectual da Europa os portugueses, os primitivos dos primitivos da África e os primitivos preguiçosos e indolentes daqui os índios, desse infame cruzamentos nasceu os bostileiros, que como nada é tão ruim que não se consiga piorar ao longo dos séculos os bostileiros conseguiram piorar e muito o que já era péssimo.

Esse professor e estudioso americano também costumava dizer que jamais o Brasil será uma nação evoluída e civilizada, e ele citava 20 motivos para isso, entre estes além da maldita e infame mistura étnica-cultural, está também o fato do Brasil ter sido a nação que mais lucrou com uma das piores desgraças da humanidade a escravidão humana e étnica que só acabou, pelo menos na teoria, porque o Bostil foi pressionado pelas nações que já remunerava a mão de obra e por isso seus produtos era mais caros para ser exportados, enquanto no Bostil por usar mão de obra escrava os produtos era bem mais baratos no mercado mundial. 

Outro motivo para o Bostil jamais vim a se tornar uma nação evoluída e civilizada é pela sua localização na região tropical e quente onde por uma questão geográfica climática quante e insalubre nenhuma nação no mundo evolui e muito menos se torna civilizada, o clima quente conspira contra e fica ainda pior quando se junta a preguiça, a malemolência e a indolência mais o primitivismo moral, ético, cultural, intelectual e étnica-cultural como é o caso do Bostil.

O americano também dizia que os países vizinhos do Brasil têm muito mais chances de vir a se tornar evoluídos e civilizados, enquanto o Brasil o máximo que poderá alcançar será ser o primeiro dos últimos, se isso servir de consolo, bem aí é a ratificação da inferioridade, apesar de não poder fazer nada mesmo é sentar e chorar, ou se vangloriar, como os bostileiros fazem mas do que deveriam se envergonhar.

O jornal A Gazeta do Povo, acaba de publicar que a advogada da facção narco-terrorista CV, pede ou "exige", que Alexandre de Moraes, inclua o governador do Rio Cláudio Castro, no inquérito do golpe, o chamado "inquérito do fim do mundo" criado por Moraes, pelo governador ter feito a operação contra o Comando Vermelho no Rio. E qual é a surpresa nisso, afinal não estamos mesmo vivendo em estado de excessão em um narco-país, com um narco-estado e nas mãos de um narco-governo e sua narco-ditadura stalinista cleptocrata lulista de toga! A quadrilha máfia e organização criminosa narco-terrorista Lula-petista conta com total apoio e proteção da côrtezinha perdulária Luiz XVI tupiniquim vulgo STF e suas Marias Antonieta.


domingo, 23 de novembro de 2025

Talvez esse tal "Plano de Paz" que na verdade não passa de um plano de capitulação e rendição incondicional da Ucrânia, apresentado por Trump para encerrar a guerra na Ucrânia, seja a prova que faltava de que Donald Trump o Presidente da nação mais poderosa do mundo os Estados Unidos, não passe de um fantoche e marionete um Krasnov russo de Vladimir Putin, até porque Trump já vem dando indícios disso desde seu primeiro mandato, quando houve a interferência russa ou de Putin, na eleição de Trump, desde então o que vem acontecendo é disfarçada ou escancaradamente Trump sendo manipulado por Putin, até quando Trump finge desistir de negociar com Putin, alegando que esse não demonstra muito interesse em acabar com a guerra, ou quando anuncia venda de armamentos a Ucrânia, como aconteceu a poucas semanas. O fato é que se Trump já não tinha mais credibilidade moral para negociar ou intermediar o fim dessa guerra agora com esse escândalo humilhante e vergonhoso onde ele aparece como um "moleque de recado" do ditador, autocrata, sanguinário e invasor, criminoso de guerra, Vladimir Putin. Infelizmente os Estados Unidos ou os americanos, ao eleger Donald Trump para presidir a nação cometeram um erro grave e histórico ao eleger um ser não só volúvel, inseguro e indeciso com problemas psicológicos e de personalidade, como também de caráter e capaz de colocar em check a credibilidade e o respeito, assim como a segurança dos Estados Unidos, tanto como nação como potência econômica e bélica. O fato é que, por mais que o governo de Trump tente negar ser ele um fantoche e marionete ou um Krasnov russo de Vladimir Putin, mas os fatos não nega. Donald Trump irá passar mas essa mancha e esse estigma jamais será esquecida pela história, afinal presidir uma nação e nada menos que a nação mais poderosa, não é como jogar poker ou truco blefando o tempo todo, falando e desfalando e muito menos sendo manipulado ou agindo como um fantoche e marionete!


O Plano de Paz, que de paz não tem nada, apresentado por Trump, mais do um plano de capitulação ou rendição incondicional da Ucrânia, esconde segredos de Trump que Putin está explorando para chantagear Trump com esse plano que na verdade foi elaborado por Putin e não Trump.

 O tal plano para acabar com a guerra na Ucrânia apresentado pelo Krasnov russo Trump, que na verdade é um plano de capitulação ou rendição incondicional para a Ucrânia, esse plano de tão traidor, vergonhoso e suspeitoso, despertou o interesse de especialistas em linguagem e linguistas, entre outras coisas ao analizar vícios de linguagem que só existem na língua russa estes concluíram que na verdade esse tal plano não foi elaborado ou escrito por Trump ou sua equipe, mas sim por Putin e sua equipe que elaborou exatamente como ele quer e repassou a Trump, para passar a idéia de que foi elaborado por Trump e sua equipe. 

Mas a questão é, por que um plano de capitulação ou rendição incondicional como esse seria elaborado por Trump, por mais que ele seja volúvel, inseguro e indeciso, logo depois dele ter decidido nos últimos dias apoiar decididamente e definitivamente a Ucrânia vendendo grandes quantidades de armamentos, e ainda ter aumentado as sanções contra a Rússia, inclusive ter dito claramente que as negociações com Putin já tinham encerradas por falta de interesse de Putin em negociar ou acabar com a guerra. 

Diante de tudo isso não tem como não concluir, que certamente Putin sabendo que Trump além de volúvel, fraco, inseguro e indeciso, assim como nutrir uma forte submissão e subserviência assim como admiração por ele Putin, este deve ter feito mais que imposições e sim chantagens a Trump por saber segredos de Trump que esse teme vim a público, e as chantagens de Putin o pressionou a voltar atrás para fazer exatamente o que Putin deseja que é a rendição incondicional da Ucrânia para com isso impor terror na Europa com seu plano megalomaníaco da "Grande Rússia" um novo império com ele Putin no comando, e assim preparar para invadir e tomar nações como Polônia, Finlândia, Estônia, Letônia e lituânia, para com isso ter forte domínio no báltico. 

As nações européias já sabem que além de não poder confiar nem acreditar em nada que Trump diz também deve saber que não pode nem deve mais depender da proteção dos Estados Unidos mesmo pós-Trump, mas buscar se preparar para se defender em bloco especialmente das ameaças russa e principalmente de Putin, até porque enquanto esse estiver no comando da Rússia será uma eterna ameaça não só a Europa como a paz mundial, para Putin só existe uma solução sua derrubada ou remoção do poder vivo ou morto e ponto final!

sábado, 22 de novembro de 2025

Como qualquer rábula, ou um advogadozinho "porta de cadeia" destes que nunca passou sequer num concurso para delegado de polícia, promotor de justiça e muito menos para juíz, como esse indivíduo pode ocupar cadeira nas maiores côrte de justiça dessa republiqueta bananeira e esgoto chamado Brasil ou Bostil e assim decidir sobre a vida e a morte dos mortais do "andar ou das castas de baixo" estar acima do bem e do mau, ser imune, impune e intocável, e ainda ficar multimilionário com um salário de 35 mil? Simplesmente sendo "amigo do rei" ou "conveniente" a quem lhe indica, nomeia ou aporova sua indicação.

 

https://youtube.com/shorts/MozSKTlFsY8?si=so0vu2ioGSIBq6_T

O comportamento do presidente americano Donald Trump frequentemente se destaca pela sua volubilidade, insegurança e indecisão em diversos momentos. Muitas vezes, ele dá a impressão de agir e falar de forma intempestiva, ingênua e sem considerar adequadamente as consequências de suas palavras ou ações. Essa postura traz um certo ar de imaturidade juvenil, revelando medos e dúvidas subjacentes, especialmente nas relações com líderes como Vladimir Putin. Trump tende a voltar atrás em declarações e decisões que, inicialmente, pareciam fortes e definitivas, o que gera confusão e incerteza tanto no cenário nacional quanto internacional. Esse padrão torna difícil confiar em suas falas, pois muitas vezes parecem mais bravatas ou blefes do que compromissos reais. Para um presidente, especialmente da potência mais influente do mundo, esse tipo de comportamento é inaceitável. A liderança de um país desse porte exige firmeza, clareza e responsabilidade, qualidades que se mostram fragilizadas na postura de Trump diante de situações delicadas, o que pode comprometer a credibilidade dos Estados Unidos no contexto global.

O comportamento claramente demonstrado de admiração catatônica de Donald Trump, por déspotas governantes, ditadores, autocratas e sanguinários, como Putin, Xi Jimping, Orban, mais do que não normal não é digno nem aceitável em um Presidente da nação mais poderosa do mundo

 

O comportamento do presidente americano Donald Trump frequentemente desperta inquietação tanto dentro quanto fora dos Estados Unidos. Sua postura volúvel, marcada por mudanças bruscas de opinião e recuos inesperados, transmite a imagem de um líder inseguro e por vezes indeciso. Em vários episódios, suas declarações públicas parecem ser feitas de maneira intempestiva, impulsiva e sem o devido cálculo das consequências políticas, diplomáticas ou estratégicas. Essa tendência faz com que muitas de suas posições iniciais — aparentemente firmes e definitivas — desmoronem diante da primeira pressão, revelando uma surpreendente vulnerabilidade emocional para alguém que ocupa o cargo mais poderoso do mundo.

A situação se torna ainda mais evidente quando Trump lida com figuras como Vladimir Putin. Em diversas ocasiões, sua retórica inicial forte é seguida por recuos súbitos, contradições ou tentativas de suavização, criando a percepção de que ele fala sem ponderação e volta atrás ao se deparar com líderes mais experientes ou estrategicamente calculistas. Esse padrão alimenta a impressão de imaturidade, ingenuidade e até medo, como se Trump alternasse entre bravatas públicas e concessões privadas, incapaz de manter uma linha coerente quando o confronto político exige firmeza real.

O resultado é um déficit de credibilidade. Quando um presidente muda de posição repetidamente, suas palavras deixam de carregar peso político. Passam a ser vistas como meros impulsos, declarações de momento, frequentemente mais próximas de blefes do que de compromissos. Em um líder comum, isso já seria problemático; em um presidente — ainda mais o presidente da nação mais poderosa e influente do planeta — torna-se algo inaceitável. A previsibilidade, a consistência e o cálculo estratégico não são luxos no exercício da presidência: são requisitos básicos.

Com esse padrão de comportamento, Trump acaba transmitindo a mensagem de que suas falas não podem ser tomadas como garantias, e que qualquer declaração sua pode ser revertida poucas horas depois. Em um cenário internacional delicado, onde cada palavra presidencial é observada por aliados e adversários, essa volatilidade mina a confiança e compromete a estabilidade que se espera da liderança dos Estados Unidos.


A Volatilidade da Liderança: Uma Análise Crítica do Comportamento de Donald Trump

 A presidência de Donald Trump (2017-2021) foi marcada por um estilo de liderança que desafiou as normas diplomáticas e políticas estabelecidas, sendo frequentemente criticado por sua natureza volúvel, insegura e profundamente imprevisível. Para muitos observadores, o cerne do problema residia na comunicação intempestiva e aparentemente não filtrada, que gerava a impressão de que o presidente agia e falava de forma ingênua e sem a devida ponderação das consequências de suas ações ou recuos.

Essa dinâmica criava um ciclo de bravatas e blefes, onde declarações fortes e aparentemente definitivas eram rapidamente seguidas por reversões, correções ou uma total negação de posições anteriores. Tal inconstância, vista como uma "imaturidade juvenil", minava a credibilidade da Casa Branca, pois a confiança de que o que era dito hoje permaneceria válido amanhã se dissipava. A política externa, em particular, era percebida como refém de impulsos momentâneos, e não de uma estratégia coerente e de longo prazo.

Um dos pontos mais sensíveis e notórios dessa instabilidade era a forma como Trump lidava com o Presidente russo Vladimir Putin. Enquanto demonstrava uma postura de confronto e crítica aguda a aliados históricos e instituições democráticas, Trump manifestava uma deferência pública notável e, para seus críticos, alarmante em relação a Putin. Declarações que a princípio pareciam duras eram recorrentemente suavizadas ou desmentidas, levantando suspeitas de medo, fraqueza ou uma insegurança subjacente em relação ao líder russo. Essa tendência de "voltar atrás" em momentos cruciais, após declarações que poderiam ser decisivas, reforçava a percepção de que sua força era, na verdade, uma pose, ou uma simples cortina de fumaça.

Em última análise, esse padrão de comportamento, onde a volatilidade e a indecisão se tornam a tônica, é considerado inaceitável para o presidente da nação mais poderosa do mundo. A estabilidade e a previsibilidade são pilares essenciais da política global. Quando a palavra do líder da maior potência mundial perde seu peso e é interpretada apenas como mais uma bravata descartável, o risco de erros de cálculo por parte de adversários aumenta, e a influência diplomática americana se fragiliza, comprometendo a segurança e a coerência da liderança global.


A Inconstância no Poder: A Impulsividade como Estratégia (ou Falha) de Trump

 A presidência de Donald Trump foi marcada por um estilo de governar e comunicar que frequentemente beirava o caótico. Uma de suas características mais notáveis — e, para muitos, mais preocupantes — era a sua volubilidade, uma insegurança e indecisão mascaradas por uma fachada de força inflexível. Longe de ser a imagem do líder resoluto que pretendia projetar, Trump muitas vezes dava a clara impressão de um homem que age e fala de forma intempestiva, ingênua e sem medir as consequências de seus atos ou recuos.

Esse padrão de comportamento revela uma imaturidade juvenil incompatível com o cargo mais elevado da nação mais poderosa do mundo. Em vez de uma estratégia calculada, suas ações frequentemente pareciam motivadas por impulsos momentâneos, por uma necessidade patológica de validação imediata e, em muitos casos, por um medo subjacente de ser percebido como fraco. Ele governava pelo drama, criando crises via Twitter e depois recuando, alterando ou simplesmente negando suas próprias declarações, como se o ciclo de notícias de 24 horas fosse um tabuleiro de xadrez onde as jogadas de ontem não contam.

Nenhum exemplo é mais emblemático desse fenômeno do que sua relação com o presidente russo, Vladimir Putin. Repetidas vezes Trump posicionou-se publicamente de forma subserviente e crédula em relação ao líder do Kremlin, recusando-se consistentemente a confrontá-lo ou a endossar as conclusões de suas próprias agências de inteligência sobre a interferência russa nas eleições americanas. No entanto, mesmo após essas demonstrações de deferência, quando a pressão política e midiática se tornava insustentável, ele era capaz de ordenar uma ação mais dura — como um ataque cibernético ou a expulsão de diplomatas — apenas para, em seguida, voltar atrás ou minimizar a importância da medida.

Esse vaivém constante criou um cenário perigoso: a palavra do Presidente dos Estados Unidos tornou-se uma moeda desvalorizada. Aliados não podiam confiar em seus compromissos, pois um acordo anunciado com pompa numa segunda-feira poderia ser desfeito por um tuíte na terça-feira. Adversários, como Putin, aprenderam a explorar essa inconsistência, manipulando-o com elogios e aguardando pacientemente sua próxima guinada autodestrutiva ou sua inevitável retratação.

A consequência mais profunda desse temperamento é a erosão da credibilidade. Quando um líder é percebido como alguém cujas declarações "fortes e definitivas" são, na verdade, bravatas ou blefes descartáveis, ele perde o seu ativo mais vital: a confiança. Nunca se podia acreditar plenamente no que Trump dizia, pois suas palavras não eram o produto de uma reflexão sólida ou de uma política estruturada, mas sim de um estado de espírito volátil.

Um comportamento assim é mais do que simplesmente "não-presidencial"; é perigosamente disfuncional. Para o presidente da nação mais influente do globo, a previsibilidade, a solidez estratégica e a confiabilidade não são meras virtudes — são requisitos fundamentais para a estabilidade internacional e a segurança nacional. A imaturidade juvenil de Trump, com seus medos e sua impulsividade, mostrou-se não apenas inaceitável, mas como uma vulnerabilidade estratégica que o mundo todo foi forçado a testemunhar e a navegar, muitas vezes à beira do imprevisível.

Que Donald Trump nunca inspirou confiança nem demonstra muito caráter, além de revelar traços de distúrbios de caráter, personalidade e problemas psicológicos, não se tem dúvidas, mas ele também pode guardar segredos que Putin teve acesso e por temer que este torne público, inclusive sendo chantageado, ele mudou de idéia repentinamente ao trair a Ucrânia apresentando um plano de capitulação ou rendição incondicional a Putin, ou essa idéia já fazia parte dos planos de Trump a muito tempo para entregar a Ucrânia a Putin e ao perceber que com a destruição acelerada da infraestrutura da Rússia promovida ultimamente pela Ucrânia isso poderia acelerar a derrota de seu alter ego Vladimir Putin, e assim Trump resolveu de vez mostrar sua cara de Krasnov russo e chantagear Zelensky exigindo uma rendição incondicional e imediata. Ou Putin sabendo de segredos sobre Trump e sentindo a possibilidade de ser derrotado e ainda perder o poder dentro da Rússia, resolveu chantagear Trump exigindo que esse lhe ajude imediatamente a tomar a Ucrânia.


sexta-feira, 21 de novembro de 2025

"Eu prefiro morrer de pé, que viver de joelhos!" dizia Charb o editor da revista Charlie HEBDO, morto juntamente com seus colegas, pelos fanáticos fundamentalistas religiosos mulçumanos. Diante do tão vergonhoso, quanto altamente suspeito, acordo ou rendição, proposto ou imposta pelo Krasnov russo Trump, a Zelensky para esse se render ou capitular diante do invasor da Ucrânia, o ditador autocrata, sanguinário e criminoso contumaz de guerra Vladimir Putin. Que Donald Trump tem problemas psicológicos mas também moral com desvios de personalidade e de caráter, disso não existe dúvidas, assim como existem algo não explicado ou que não pode vim a público e muito suspeito com Trump, com relação a Putin, quem sabe até pelo fato de Putin saber de segredos sobre Trump que esse treme de medo que Putin revele, principalmente para a justiça americana, e sabendo disso Trump lhe teme, assim Putin faz Trump de capacho a todo instante, além do fato de Trump ter um indisfarsavel fetiche e muito forte por autocratas como Vladimir Putin, Viktor Orban e Xi Jimping, e estes serem exemplos de alter ego de Trump.


COP30 a COP da vergonha alheia mundial, COP essa que o molusco corrupto e ladrão de nove dedos o micróbio diplomático e gnomo Stalinacio Lula da Silva, queria transformar em seu palco particular para ele tentar, mais uma vez, desfilar seu festival de verborragias, hipocrisia e retóricas demagógicas, só que deu tudo errado e a tal COP30 se tornou mesmo foi num festival de vexames e vergonha alheia, de circo mambembe e patético a uma montanha de dinheiro público gasto como sempre com a corrupção e roubalheiras típica da quadrilha, máfia e organização criminosa Lula-petista, a vergonhosa desorganização exposta na estrutura ou a total falta desta. E tudo isso acontecendo em uma cidade que como a maioria das cidades bostileiras é dominada pelo crime principalmente o crime organizado que foi oficializado e institucionalizado, uma cidade assolada pela insegura e violência, uma cidade sem sequer saneamento básico onde 90% dos esgotos e degetos são jogados diretamente nos rios, apesar do tema da reunião ser a sustentabilidade ambiental o que mais se viu foi totalmente o contrário começando com a absurda queima de combustíveis fósseis, a devastação ambiental para instalar a estrutura para a COP30 que simplesmente não existia ou não funcionou e que para completar aconteceu de tudo, mas claro tudo que não presta e vergonhoso, de desabamento de marquise, falta de alojamentos para os visitantes, falta de energia elétrica e até incêndio aconteceu nas dependências. A repúblqueta bananeira chamada Brasil ou Bostil, com seu narco-governo stalinista cleptocrata e seu narco-regime que nem consegue mais negar a narco-ditadura de toga.

Abra os links abaixo para vê os vídeos.

https://youtu.be/cZmpx1ax6PQ?si=zEw-uaXsSjbQu0hj

https://youtu.be/aCWmo_e_tAk?si=Drz0oUxZZ0WqBn72



Se alguém pensa que chegamos ao fundo do poço ainda não viu nada e está muito enganado, o pior dos mundos para essa repúblqueta bananeira chamada Brasil ou Bostil, Bananil, Cornolândia, Primatolândia, Chimpanzil, ainda estar por vim caso desgraçadamente aconteça a reeleição do corrupto oportunista e ladrão, o molusco, o gnomo e gambá do Guarujá, Stalinacio Lula da Silva em 2026 e ainda mais trágica se a quadrilha Lula-petista fizer maioria no prostíbulo congresso, pois não só será mantida a quadrilha, máfia e organização criminosa Lula-petista+STF, que empoleira o desgoverno com toda a corrupção e roubalheiras típica dos PTralhas, assim como a quebradeira da economia será incontrolável, o desemprego, a fuga de capital, a inflação sem controle, que não seja mantendo os juros estratosférico, o aumento ainda mais do déficit fiscal, e para piorar o aumento mais ainda da mordaça e censura, da repressão contra a liberdade de expressão e as vozes dissonantes, o aprofundamento das arbitrariedades, do autoritarismo, das violações das liberdades individuais, principalmente promovida pela ditadura de toga, assim como o fortalecimento do narco-estado e seu narco-governo stalinista, cleptocrata, lulista de toga, consolidando definitivamente a narco-ditadura em curso com o narcotráfico se tornando ainda mais forte e incontrolável. Esse será o mundo em viveremos eternamente no Bostil vulgo Brasil.


O Escândalo do Banco Master teria força suficiente para devastar a quadrilha máfia e organização criminosa Planalto+STF+Congresso que EMPOLEIRA o desgoverno stalinista, cleptocrata lulista de toga, mas se não estivéssemos em um estado criminoso e mafioso como estamos.

Em qualquer nação minimamente séria evoluída ou civilizada qualquer escândalo, ainda mais criminoso, causa um verdadeiro terremoto e derruba qualquer governo, cabeças rolam e as punições são como deve ser exemplar mas na republiqueta bananeira e esgoto chamado Brasil ou Bostil, os criminosos responsáveis pelo escândalo, mais do que não serem punidos ainda são protegidos e blindados pelo ESTABLISCHMENT e pelo deep-state, ou seja, pelo sistema dominante e suas elites privilegiadas podres, afinal todos os criminosos do alto escalão do deep-state faz parte do ESTABLISCHMENT são imunes, impunes e intocáveis, até porque se um cair pode afetar ou arrastar consigo outros destes criminosos nessa estrutura criminosa, e quando estes criminosos integra o deep-state a "operação abafa" no melhor estilo máfia, é logo posto em prática, ainda mais quando esse deep-state é também um narco-estado com um narco-governo em uma narco-ditadura stalinista cleptocrata de toga, como vive hoje o Bostil vulgo Brasil.

Que o Bostil vulgo Brasil é o paraíso da corrupção, roubalheiras e outras desgraças mais como as facções e organizações criminosas de todos os tipos possíveis, como por exemplo o narcotráfico e do mercado financeiro, máfias estas oficiais e para-oficial com e sem gravata, farda, coturno, insígnia, distintivo e toga, nada disso é novidade nem surpreende ninguém mais e de escândalo em escândalo a cada dia mesmo sendo só a ponta de um gigantesco iceberg, vem a público mais coisas escabrosa, assim nesse pantano de podridão moral, ética e cultural dessa republiqueta bananeira e esgoto chamado Brasil ou Bostil, aqui nada jamais surpreende ninguém afinal estamos mesmo em narco-país, uma repúblqueta bananeira e transformada em uma narco-ditadura com um narco-estado e nas mãos de um narco-governo stalinista cleptocrata de toga. 

O último escândalo só nessa semana, foi a prisão, já em fuga, do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, que aplicou um golpe no mercado de mais de doze bilhões e que tem em sua carteira de parceiros além do Barce o escritório da família Moraes(o conhecido déspota tirano, o FAKE JUDGE e violador dos direitos humanos, Alexandre de Moraes), escritório esse contratado para defender e obviamente proteger os crimes golpistas financeiros, Michel Temer, indicador de Moraes para o STF, Ricardo Lewandowski ministro da tal justiça, Gilmar Mendes e José Roberto Barroso, parsas do FAKE JUDGE na côrtezinha perdulária Luiz XVI tupiniquim vulgo STF, os ex-ministros da fazenda Henrique Meireles, Guido Mantega, todos figurinhas carimbadas do álbum do paraíso da corrupção e roubalheiras Bostil, Bananil vulgo Brasil. 

Reduzir só a um simples "conflitos de interesses" o fato de um escritório de advocacia de um ministro da última instância de justiça ser o defensor e protetor dos interesses, invariavelmente escusos, diga se de passagem, de pessoas ou corporações, que tem causas bilionárias na tal justiça e que estas causas bilionárias certamente cairão na mesa destes mesmo ministros que julgará, é ser no mínimo displicente, para não dizer complacente e conivente minimizar tamanho crime.

A verdade é que nesse pantano de corrupção e roubalheiras em que está assentado e enterrado o Bostil vulgo Brasil, com o crime organizado oficializado e institucionalizado protegido pelo narco-estado e suas instituições onde um narco-governo stalinista cleptocrata de toga é quem dá as cartas, "o criminoso bate o escanteio, corre para matar no peito e chutar para fazer o gol, ainda sem o goleiro que estará deitado lá dentro do gol!"

Abra os links abaixo para saber mais.

http://youtube.com/post/UgkxFhnGjyG1x6Eoqq7tUdCrfstl_eZmsF8j?si=_ryRFyDi9B5jZCnw

https://youtu.be/PHNf4_MypGM?si=CUy5aTC0Y1za7o-O

https://youtu.be/y3urnrlsao4?si=MHdxvPtEuOIUhHp-

https://youtu.be/sDR2BTBxe_M?si=IEgHH1plkSrq11zn

https://www.youtube.com/live/BlIsNk0YBts?si=gFcuKYPBwbV5vYKP

https://youtu.be/VQ0BkCb0rVA?si=NfqhSRsI0L-FSfxU

https://youtu.be/70UMatNXTKs?si=tN1GXCGYOVJpgtsJ

https://youtu.be/setTX3UVo_Y?si=boOnLfuxiB8AcxD2

https://youtu.be/vwLOFHluseA?si=Ds-KIEokd01BrjKZ

https://youtu.be/ZMrJkrI1DdA?si=RuYWX8SpJrmAHZAs

https://youtu.be/3b65e97kWVc?si=l9BqoNTxAqKe_NAZ



quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Infelizmente e desgraçadamente, como já disseram os grandes pensadores, o futuro da humanidade pertence aos sem noção, os idiotas, os imbecis, os estúpidos, os ignóbeis, os energúmenos enfim o futuro da humanidade pertence aos ACÉFALOS, não por inteligência, que obviamente eles não tem, nem por competência, eficiência e muito por virtudes e qualidades, mas porque eles, por serem assim, se reproduzem tanto biologicamente como culturalmente como nenhum outro tipo. As redes sociais é provavelmente um dos maiores vetores destes tipos basta observar quem são às maiores figuras do YouTube, TikTok, Instagram, Facebook, são seres tão vazios, idiotas, patéticos quanto oportunistas, mas vendidos e comprados como estereótipos de vencedores e símbolos de sucesso, subcelebridades barata, estes tem dezenas milhões e centenas de milhões de seguidores, obviamente tão idiotas, imbecis, patéticos e acéfalos quanto seus "ídolos" midiáticos. Quantos neurônios será que tem figuras como Mr.Beast, Lady Gaga, Khaby Lame, Justin Bieber, Filipe Neto, Whindersson Nunes, Ariana Grande, Selena Gomez, Kim Kardashian e outros acéfalos semelhantes! Mas estes arrastam bilhões de outros acéfalos que os vê como oráculos da verdade e arautos da inteligência rara, AFF!!! O nível de decadência racional da humanidade é tão absurda que se figuras icônicas da inteligência humana como Einstein, Newton, Tesla, Hawking, D'Vinci e outros gênios, reaparecessem hoje sem que ninguém soubesse que eram eles certamente seria ignorados e descartados como pessoas insignificantes principalmente nas redes sociais.


quarta-feira, 19 de novembro de 2025

"Os políticos e a política partidária assim como os líderes religiosos e as religiões, se alimentam, se nutren e se sustentam explorando a ignorância e a miséria das pessoas, não é por acaso que o poder dos políticos e dos líderes religiosos sobre as massas, é proporcional a ignorância intelectual e a miséria social destas massas, também não é por acaso que a principal ferramenta dos políticos, especialmente os populistas, e dos líderes religiosos, é a promessa de solução dos problemas que afligem os indivíduos e as massas que os seguem, que o apoiam e que acredita neles, já que sem seus problemas, sejam estes econômico, físico, psicológicos ou existencial, não precisariam mais ficar se iludindo e se enganado atrás deles políticos e religiosos, e mesmo se fosse possível que suas promessas a seus seguidores e apoiadores fossem cumpridas eles políticos e líderes religiosos não os fariam pois matariam sua "galinha de ovos de ouro" ou perderiam seus seguidores e apoiadores".


Comemorar algo que prejudica a si próprio e principalmente ao país em que supostamente governa ou desgoverna, seja por ignorância e estupidez genética, seja por malvadeza e crueldade intencional imaginando que só o povo é que será prejudicado. Isso é o que aconteceu com o micróbio diplomático o molusco e gnomo corrupto e ladrão Stalinacio Lula da Silva e seus asseclas, cupinchas, apaniguados e comparsas, quando Trump removeu "zerando" para todos os exportadores para os Estados Unidos a tarifa recíproca de 10% mas manteve o tarifação "político" de 40% para todos os produtos tupiniquins exportados para o mercado americano. A comemoração da quadrilha, máfia e organização criminosa Lula-petista do que já estava ruim e ficou pior mostra ainda mais a o nível de deficiência moral, ética, cultural, intelectual e étnica-cultural dessa gangue, quadrilha, máfia, facção e organização criminosa Lula-petista que tomou de assalto o país.


Os déspotas tiranos togados da côrtezinha perdulária Luiz XVI tupiniquim vulgo STF, são mais sujos que pau de galinheiro, essas figuras sinistras só por usarem toga se julgam acima do bem e do mal, intocáveis, imunes e impunes, talvez até sejam mesmo afinal fazem parte das instituições podres do estado opressor nazifascista tupiniquim essa republiqueta bananeira e esgoto chamado Brasil ou Bostil, não é por acaso que os déspotas tiranos protagonizam crimes desde estuprar as leis, os Direitos Humanos, a Constituição Federal até ter relações simbiótica com quadrilhas, máfias e organizações criminosas, não é por acaso que protegem narcotraficantes, vivem embolados com todo tipo de criminoso, mafioso do andar de cima de Bananil, Cornolândia, Primatolândia, Chimpanzil ou Bostil, vulgo Brasil, estes déspotas tiranos cometem todos os tipos de crimes pela certeza de sua intocabilidade, instaura censura, tribunal de excessão, da suporte a narco-ditadura, pratica crimes como, estupro das leis e da Constituição Federal, violação dos direitos humanos, proteção de golpistas, inclusive do mercado financeiro como Daniel Vorcaro dono do Banco Master, além de outras coisas.

 Abra o link abaixo para saber mais.

http://youtube.com/post/UgkxvkOvrg0qiLKgM2fP3zVu2WuDz7ceyCoD?si=oUbhVj5k8g0INAmU

https://youtu.be/JjK3DU_D-us?si=3hsIam5xzkyuDI93

https://vt.tiktok.com/ZSf8qjV1y/

https://youtu.be/PHNf4_MypGM?si=CUy5aTC0Y1za7o-O

Na narco-ditadura stalinista cleptocrata o crime organizado oficializado e institucionalizado "subiu no telhado" e tomou de assalto o país, um gambá do Guarujá, o gnomo corrupto e ladrão de nove dedos, Stalinacio Lula da Silva e sua quadrilha, máfia e organização criminosa Lula-petista, juntamente com a côrtezinha perdulária Luiz XVI tupiniquim, vulgo STF, liderada pelo FAKE JUDGE o pseudo juíz o déspota tirano e projeto fracassado de ditador autocrata, o cabeça de rola e xerife de revista em quadrinhos, o sancionado violador dos direitos humanos. O fato é que, se o inferno existir com certeza esse inferno se chama Brasil.


A FLOP30 vulgo COP30, foi mais um exemplo do que é Bananil, Cornolândia, Primatolândia, Chimpanzil, essa repúblqueta bananeira e esgoto chamado Brasil ou Bostil, além da já conhecida cultura de corrupção e roubalheiras, de insegurança e violência, de incompetência, incapacidade e desorganização, de devastação, cinismo, hipocrisia, deboche etc. A tal COP30 foi um show de falta de noção, vexames e horrores, esse circo mambembe de horrores, instalado em uma cidade sem nenhum saneamento básico, sem nenhuma infraestrutura básica, sem sequer estrutura mínima para nenhum evento muito menos um evento que fosse receber milhares de visitantes ainda mais estrangeiros, e para piorar tudo isso nesse quadro de horrores Belém capital do Pará é uma cidade como todas as demais cidades do Bostil, Bananil vulgo Brasil, dominada pelo crime organizado, não por acaso oficializado e institucionalizado pelo narco-governo stalinista cleptocrata lulista de toga. Diante de tudo isso será que os visitantes sem nenhuma noção imaginavam que seria diferente. Quando o Chanceler alemão Friederich Merz, disse que todos estavam felizes por voltar pra casa depois dessa trágica experiência, ou seja, em outras palavras, "de terem sobrevivido ao inferno" os primatas primitivos e símios bonobos bostileiros vulgo brasileiros adestrados pela narco-ditadura, stalinista, cleptocrata lulista de toga, só não lincharam Friederich Merz, porque ele já tinha deixado o inferno de Dande ou melhor, do gnomo corrupto oportunista e ladrão, o micróbio diplomático e molusco, o gambá do Guarujá Stalinacio Lula da Silva e sua quadrilha, máfia e organização criminosa Planalto+STF+Congresso.

Abra o link abaixo e veja esse vídeo 

https://youtu.be/goAPE03hFEA?si=INqLWNOFPQd0nl90


terça-feira, 18 de novembro de 2025

Esse é o oráculo da mentira, do cinismo, da canalhice, da cafajestice, da corrupção e das roubalheiras, o apoiador das narco-ditaduras e narco-ditadores sanguinários, o micróbio diplomático, molusco e gnomo corrupto e ladrão, o gambá do Guarujá, Stalinacio Lula da Silva, na sua essência!

 https://youtu.be/OJYwCB3QlRk?si=kBkSBCV4zrsfx7zG


Mais VERGONHA ALHEIA - O Chanceler Federal da Alemanha Friedrich Merz, disse, e de forma clara, sobre as suas péssimas impressões que teve na tal COP30 que aconteceu em Belém capital do Pará no Bostil, vulgo Brasil, onde como acontece em todas as cidades bostileiras a insegurança e violência, o crime organizado, é quem manda, onde a caótica infraestrutura com seus péssimos serviços públicos é uma marca registrada das cidades bostileiras ou uma característica indissociável do Bostil e suas cidades. Merz ficou horrorizado com a desorganização, o descaso e a incompetência, do desgoverno do micróbio diplomático o molusco corrupto e ladrão e gambá do Guarujá, Stalinacio Lula da Silva. O Chanceler alemão deixou bem claro que não só ele mas todos que estiveram na COP30 certamente tiveram uma das piores experiências na vida e que voltar para casa era tudo que todos mais queriam depois de ter estado na 'filial ou matriz do inferno' enfim no verdadeiro inferno na terra, afinal além desorganização e incompetência do desgoverno Lula-petista e sua quadrilha máfia e organização criminosa de um narco-país com um narco-estado e nas mãos de um narco-governo stalinista cleptocrata de toga. Nem a ONU suportou o show de horrores e vexames da desorganização, a incompetência e a ineficiência do desgoverno do micróbio diplomático o molusco corrupto e ladrão Stalinacio Lula da Silva e seu narco-governo stalinista cleptocrata de toga. E veja que esse pessoal não tiveram a infelicidade que a maioria dos bostileiros tem que é não só de ter nascido como viver no Bostil, Bananil, Cornolândia, Chimpanzil, Primatolândia, vulgo Brasil.


Para mais detalhes abra o link abaixo.

https://youtu.be/p00MXpB7U0w?si=mggo39gPqg_kiz82

https://youtu.be/aZZZ5y0Zffs?si=NKAlLDGzaPl36zIR

https://youtu.be/AiBwStm5uNE?si=EU0A5_Q5ZLG1JitJ

https://youtu.be/VXB8BRWXM3M?si=m0IIu8cdowSNvNQ4

sábado, 15 de novembro de 2025

Enquanto a remoção dos 10% de tarifa sobre alguns produtos importados pelos Estados Unidos, vale para todo o mundo e não só para o Bostil vulgo Brasil, o gado acéfalo Lula-petista, burros, imbecis, ignóbeis e energúmenos como são, já estavam comemorando a retirada para todos os países, os 10% das tarifas recíproca, sobre carne, café, banana, tomate, que agora poderão exportar estes produtos para os Estados Unidos com tarifa 0% e com preços muito mais competitivos devido seus custos menores que os produtores bostileiros que tem uma montanha de impostos, custo d mão de obra, transportes, energia, insumos etc, isso além do fato do Bostil continuar com os 40% sobre todos os demais produtos. Mas o gado acéfalo Lula-petista, sem entender nada só no vácuo do que dissemina os papagaios de pirata, macaquinhos adestrados de auditório e vaquinhas de presépio controlados e manipulados pelos integrantes da quadrilha, máfia e organização criminosa do gnomo de nove dedos e gambá do Guarujá, o molusco corrupto e ladrão Stalinacio Lula da Silva.


https://youtu.be/MQH0SYI83xA?si=n0LLqRV7RahxUepS

https://youtu.be/s7MP7kZdJXo?si=BZsMh97NxTkFXEHK

https://youtu.be/_vzUko8Bs5A?si=ThTF8vt4aW9SoeUG

https://youtu.be/jAaojI25SJ8?si=wGUZoEJBL1ngSfyU

https://youtu.be/zUSCht8CV3o?si=wBrguDPEpWP54bXZ

https://youtu.be/s7MP7kZdJXo?si=zYWwIH4MKXPe_Fdj


sexta-feira, 14 de novembro de 2025

E o festival de VERGONHA ALHEIA a FLOP30 vugo COP30, que acontece em uma das Gotham City do Bostil vulgo Brasil, esse, ou mais esse festival que mistura muita hipocrisia, maniqueísmo e retóricas demagógicas com horrores, parece não ter limites para seu show de vexames e vergonha alheia. O anfitrião uma narco-ditadura stalinista cleptocrata de toga, que não só normalizou como convive simbioticamente com o crime organizado, oficializado e institucionalizado social e ambiental.

https://youtu.be/cjw-s4I2Q3U?si=9b7BS-qJG0fxAyA6

https://youtu.be/aZ-BxgW9IUE?si=ENJSbp7Ad6wL5skk

Em qualquer nação minimamente seria, evoluída ou civilizada, algo como o que está acontecendo no Bostil vulgo Brasil, seria mais que impensável seria visto como uma piada de humor-negro, ou algo típico só das piores ditaduras no estilo stalinista, cubana, norte-coreana, madurenha, putiniana, maoista, nazista, fascista etc, mas na narco-ditadura stalinista cleptocrata lulista de toga, com um narco-estado e nas mãos de déspotas tiranos de toga e um presidente fantoche e marionete que finge governar mas só para seus cupinchas, asseclas, apaniguados e comparsas, que integram a quadrilha, máfia e organização criminosa Lula-petista+STF+congresso, que mantém um narco-estado com um narco-governo stalinista cleptocrata de toga, e tudo isso é visto como normal, já que para uma nação onde uma quadrilha, máfia e organização criminosa, composta pelos três poderes executivo, legislativo e judiciário, que tomou de assalto sequestrando o país da pior forma possível, as castas dominantes e suas elites privilegiadas podres por interesses escusos apoiam, enquanto as castas dominadas e suas rales, ou seja, os pobres e miseráveis, sub-vivem em um universo onde misturam ignorância, conformismo e servidão.

https://youtu.be/cQUcQ5e6AJs?si=dmnMLbg5PJh0elKK


quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Estados Unidos e Brasil ou Bostil, semelhantes mas só na idade.

 Por quê os Estados Unidos, apesar de não ser nenhum exemplo de civilidade, ainda assim deu certo, enquanto o Bostil vulgo Brasil mesmo tendo a mesma idade dos Estados Unidos, não deu, e dificilmente dará certo!

Os motivos são vários mas nem são dimensões, população ou recursos naturais que são semelhantes em ambas, os motivos são diferentes do que a maioria principalmente dos bostileiros imaginam mas foram determinantes para enquanto os Estados Unidos cresceram e se desenvolveram, o Bostil vulgo Brasil, ficou cada vez mais para trás e atrasado nessa corrida.

1- Os Estados Unidos ter sido descoberto e colonizado pela Inglaterra e não por Portugal, que das três maiores matrizes colonizadoras da época, indiscutivelmente a pior e mais atrasada era a portuguesa.

2- Não está localizado em região tropical. Não é por acaso que não existem nenhuma nação desenvolvida e muito menos evoluida e civilizada, na região tropical, e as explicações para isso são muitas e históricas, comodismo e preguiça, primitivismo cultural, clima insalubre para o desenvolvimento intelectual dos indivíduos e etc.

3- Não ter etnias tropicais reconhecidamente primitivas e preguiçosas pelo comodismo e indolência como as etnias amazônicas, além do fato de que as etnias indígenas americanas mesmo sendo perseguidas e dizimadas pelos colonizadores sempre mantiveram sua independência e identidade cultural.

4- Não ter uma cultura excravocrata tão arraigada e profunda como o Bostil, e ainda ter acabado com essa indignadade e vergonha bem antes do Bostil. 

5- Apesar de toda e qualquer crença de fé religiosa ser um grande atraso racional e cultural para qualquer indivíduo e nação ou povo, diferente dos portugueses e espanhóis que colonizaram a América Latina, os colonizadores dos Estados Unidos não impuseram a força sua religião, como os colonizadores latino-americanos portugueses e espanhóis impuseram a religião católica na América Latina.

6- Apesar de que a miscigenação étnica-cultural ser negativa na formação de uma nação pelas mediocridades da natureza humana que invariavelmente prevalece quando da mistura de culturas, não é por acaso que as nações mais evoluídas e civilizadas são as com maior seletividade ou menor miscigenação, enfim misturas étnicas, goste ou não, concorde ou não alguns. A população americana apesar de uma grande variedade étnica foi mais seletiva nessa mistura ao atrair em seus primórdios etnias mais evoluídas socialmente e culturalmente.

7- Como a cultura de um povo jamais se muda depois de formada no máximo se traveste mas essa continuará latente e pronta para explodir nos piores momentos, quando essa cultura tem uma formação minimamente digna suas consequências colaboram decididamente para um desenvolvimento mais digno e sustentável da sociedade, e nos Estados Unidos a mistura étnica-cultural foi menos miserável que no Bostil vulgo Brasil, onde se as origens colonizadora já era ruim e evoluíram sempre para pior também nunca foi atraente. Outros fatores contribuíram para os Estados Unidos atrair culturas mais evoluídas socialmente e culturalmente, principalmente por ser mais receptivel a esse tipo de colonização e imigração oferecendo oportunidades para todos, diferente do Bostil que sem atrativos para os imigrantes com maior nível cultural e intelectual atraem sempre o que tem de pior nas outras culturas.

8- No rastro da herança étnica-cultural de qualquer nação está seus conceitos moral e quando estes já trazem um legado de mediocridades, de mazelas e inferioridades moral e ética, por mais que se tente reverte-los é praticamente impossível e em alguns casos pode até piorar, quando não se reconhece suas mediocridades e mazelas como coisas negativas e de inferioridades moral e cultural, até porque a cultura de um povo é algo praticamente imutável, quando não publicamente mas sim intimamente, e se o indivíduo tosco tem dificuldade para esconder ou disfarçar suas mediocridades, vícios e comportamentos desprezíveis, o indivíduo com maior nível intelectual sabe tanto disfarçar mais sendo falso como ser mais sofisticado e danoso em suas atitudes ou ações medíocres. O tosco, ignóbil e energúmeno é mais espontâneo e previsível em suas ações, enquanto os mais letrados ou com maior poder econômico invariavelmente sabem disfarçar suas mediocridades e leviandade, o indivíduo mais rico e culto é muito mais perigoso que o indivíduo pobre e inculto. 

Aqui nessa comparação nem tratou de conceitos político-ideológicos, geopolítico etc, só mesmo histórico sociológico, etimológico e geográfico.

Conclusão. Os Estados Unidos e os americanos, passam longe de ser uma nação evoluída e civilizada, mas se desenvolveram e cresceram pela sua história, desde sua descoberta e colonização, até sua atração pelo que podia oferecer aos que para lá íam e apesar de tudo que tem acontecido, ainda vão. Já o Bostil vulgo Brasil e os bostileiros, pelo que foram e são passa a anos luz da evolução e mais ainda da civilidade humana e por mais que tentasse porque nem tentar tenta pois cagaram e sentaram na merda, o máximo que essa repúblqueta bananeira e esgoto chamado Brasil ou Bostil e seu povo bostileiro conseguirá chegar será ser o primeiro dos últimos, se isso o consola, que se resigne com suas próprias mediocridades e inferioridades.

quarta-feira, 12 de novembro de 2025

Só mesmo a tal da democracia, com seus regimes de faixada, é capaz de permitir ou protagonizar tamanhas aberrações, ou seja, vende a grande farsa de povo no poder atravéz do voto popular, da falácia da representação política, das instituições pública do estado etc, enquanto o ESTABLISCHMENT ou o sistema, manda e desmanda usando seus fantoches e marionetes os políticos e governantes que também não por acaso escolhe os serviçais que melhor se adequar ao sistema como os integrantes das tais Côrtes de justiça, do MPF(PGR), etc, ou seja, é como o jogador que bate o escanteio e corre para fazer o gol, e o mesmo se coloca como vítima é o mesmo que prende, denuncia, julga e condena, estuprando assim com o conflito de interesses e a suspeição todo o processo minimamente legal.


https://youtu.be/aHHGfwMeuAI?si=yvosmxLbMTHWHYtL

Greta Thumberg, tem suas convicções e luta por elas, algumas são oportunistas como a defesa de um meio ambiente seletivo que premia só a natureza midiática como as devastações na terra e nos mares sem considerar as crueldades, barbaridades, atrocidades e sadismo praticados pelos humanos contra os animais domésticos, como se fosse possível defender o meio-ambiente ignorando estes animais ainda mais o que eles representam para o bem estar humano. Mas ela também faz uma defesa justa como a causa do povo palestino tão perseguido, genocidado e exterminado pelo estado opressor, nazifascista, terrorista genocida exterminador, segregacionista, supremacista, excravocrata e colonialista, judeu-sionista israelense, esse filhinho bastardo, mimado e inconsequente dos Estados Unidos.


terça-feira, 11 de novembro de 2025

Como se fosse pouco os milhares de privilégios, regalias, vantagens, benefícios, benesses e proteções, que as mulheres desfrutam, mais o "clube da Luluzinha" a famigerada delegacia da mulher e a l lei Maria da Penha, assim como a imunidade, a impunidade, a imputabilidade e a intocabilidade, mais a altamente discriminatória tipificação de feminicidio, para crimes cometidos por homens contra mulheres, já que o inverso não acontece.


Vivemos em um mundo distópico que cria o estereótipo do homem fraco, inseguro, sem atitude nem iniciativa e dependente de um ser muito mais fraco, inseguro, instável, desequilibrado, carente e dependente do que ele, a mulher, para decidir tudo na vida dele, mulher que foi emputerada vulgo empoderada para fazer um papel que ela não sabe, não tem capacidade nem competência e no fundo nem mesmo quer. Essa é a sinopse de um filme que já nasceu fadado ao fracasso e que tem como protagonistas só atores canastrões como o pobre Beta provedor, o Mangina, o Miquéia e o escravoceta lambe-salto, o poodle de madame. O roteiro woke é, já que não tem como fortalecer quem já nasce fraco e incapaz, enfraquece quem nasce para ser e permanecer forte retirando ou destruindo suas virtudes natural, e assim invertendo a ordem natural das coisas concebendo inúmeros privilégios, regalias, vantagens, benefícios, benesses e proteções, para quem não tem capacidades muito menos competências para protagonizar nada. O fato é que, quando quem deveria liderar, ou protagonizar, pede licença ou se torna submisso e subserviente a quem pela ordem natural da vida deveria ser liderado e só coadjuvar, a conclusão inevitável que se chega, é que esse filme já fracassou antes mesmo de estrear. A verdade é que. Homens fracos criam filhos fracos inseguros, sem atitude, submissos e subservientes, que moldam gerações de homens fracos, inseguros, sem atitude, submissos e subservientes!

Abra o link abaixo para saber mais.

 https://youtu.be/xnQNp7F5log?si=IWiW8Frrd_as-MpH



segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Vergonha alheia. A FLOP30 vulgo COP30, transformada em palco pelo gambá do Guarujá o gnomo corrupto, oportunista e ladrão, Stalinacio Lula da Silva, com sua peça teatral tipo "boca do lixo" foi um verdadeiro festival do que poderia existir de pior mas que é a verdadeira cara do Bostil vulgo Brasil e sua narco-ditadura stalinista cleptocrata lulista de toga, em um narco-país com um narco-estado e nas mãos de um narco-governo. Esse circo mambembe da hipocrisia e suas retóricas demagógicas não poderia mesmo acontecer em lugar melhor e patrocinado por outro vilão se não Stalinacio Lula da Silva, o devastador do meio-ambiente, amigo dos maiores destruidores ambientais, apoiador das narco-ditaduras e narco-ditadores sanguinários e protetor dos narco-terroristas. O local onde esse circo mambembe armou sua lona também não poderia ser melhor, Belém a capital do tráfico de madeira onde a miséria social e estrutural é uma de suas características não por acaso sem saneamento básico mais de 80% da população despeja seus dejetos nos rios amazônicos, e como não poderia faltar é só maís uma cidade bostileira ou tupiniquim dominada pelo narcotráfico e narco-terroristas, que inclusive empareda e aterroriza os poucos visitantes que se aventurou a participar desse circo mambembe, mas como a maioria dos visitantes, principalmente do Bostil vulgo Brasil, são da quadrilha, máfia e organização criminosa Lula-petista não houve maiores problemas afinal estes são parsas do CV e PCC ou narcotraficantes e narco-terroristas.

 

Abra o link abaixo para saber mais sobre o assunto.

https://youtu.be/j_xnu6-TrOM?si=1s0p_krA481KrAst

https://youtu.be/WDgY05T6yWI?si=PsdhnWZOt6YjdvZX

https://youtu.be/uRtYXH-8fSo?si=g-7uOqAxIrooOuAi

https://youtu.be/qU8I4jMlT8w?si=rBcMCVtblSnAK3tH

https://youtu.be/d_wfpLCrEe0?si=SRRH1b-8albZU6dJ

https://youtu.be/uRtYXH-8fSo?si=99JCGw3jZl1wD22M

https://youtu.be/nEGt2t8rpUw?si=dizu1FKExAGZvwPW


A mulher é uma predadora contumaz e oportunista mas nunca é tratada como tal muito pelo contrário é tratada como eterna coitadinha a "chapeuzinho vermelho" vítima do lobo mau o homem. Com base nessa falácia de eterna vítima foram dado a elas tantos privilégios, regalias, vantagens, benefícios, benesses e proteções, até na criminalização e penalização, o famigerado feminicidio é um destes privilégios, quando ela é vítima de um crime praticado pelo homem invariavelmente esse é tipificado como feminicidio, ou seja, diz se que ela foi vítima por ser mulher, mas o inverso não acontece, quando a mulher pratica um crime contra o homem, independente de ter sido pela vítima ser homem por vingança como invariavelmente acontece, com premeditação e tudo. Se os crimes cometidos pelas mulheres, principalmente contra os homens "se justificam" por ela ser mulher pela sua fragilidade psicoemocional, ou incapacidade física de resistir ao homem, então o por que da hipocrisia e falácia de que a mulher tem menos direitos que os homens, ainda mais quando se sabe que essa alegação é totalmente falsa e ao contrário do que se diz a mulher tem muito mais direitos que os homens e invariavelmente em forma de privilégios, regalias, vantagens, benefícios, benesses e proteções, que para piorar invariavelmente é em prejuízo dos direitos deles homens, ou seja, retira ou reduz direitos deles para dá privilégios, regalias, vantagens, benefícios, benesses e proteções a elas, certamente não vai demorar para criminalizar o homem por ser homem, a penalização moral e material já existem, assim como já existem a desmasculinização do homem para esse se tornar um eterno Beta provedor, um Mangina, Miquéia, um lambe-salto escravoceta e poodle de madame, o perfeito idiota esse estereótipo imposto pela sociedade hipócrita, maniqueísta e falso-moralista.


sábado, 8 de novembro de 2025

"O ócio, o tempo livre e a não submissão a falsos conceitos de valor moral e material como o trabalho, é um direito inalienável e uma resistência a escravização do tempo e da mão-de-obra!"

"A Revolução Industrial aperfeiçoou a escravidão humana e criou a escravidão material!"

"O Trabalho como uma suposta liberdade é uma grande falácia."


"POR QUE SERÁ QUE OS RICOS NÃO TRABALHAM SÓ OS POBRES E A CLASSE MÉDIA? SERÁ SÓ PORQUE ELES NÃO PRECISAM, OU PORQUE A SOCIEDADE FALSO-MORALISTA PRECISA DE UMA SUPREMACIA DE CLASSE DISFARÇADA EM UM EXEMPLO ESTEREOTIPADO DE VALOR MORAL!"


Enquanto o capitalismo é uma escravidão moral, o socialismo é uma escravidão imoral, mas os dois é uma forma de escravidão

 

A luta por tempo livre e o mito do capitalismo justo

Mesmo com o extraordinário avanço tecnológico, nunca se trabalhou tanto – reflexo direto do desmonte de direitos e chantagens patronais que abriram portas para jornadas primitivas. A luta contra a escala 6×1 é apenas a ponta do problema de uma batalha mais ampla

OutrasPalavras

Trabalho é Precariado

Por Leonardo Lani de Abreu

Publicado 06/11/2025 às 16:52 - Atualizado 06/11/2025 às 17:12

A liberdade humana é inconcebível sem o tempo, a ponto de se poder afirmar que, na ausência do tempo livre, isto é, o período temporal em que uma pessoa não está obrigada a trabalhar ou a realizar outras atividades impostas, inexiste também a liberdade real. Quem não é dotado de tempo livre tem pouca margem para pensar, criar, estudar, descansar ou participar da vida política. O resultado dessa privação é o surgimento em larga escala de indivíduos autocentrados, intelectualmente embotados, esgotados, ou, numa palavra, infelizes. Esta é a razão por que Marx (2011) identificou a riqueza genuína como o tempo livre dispensado ao alcance da plenitude do desenvolvimento humano, em vez do acúmulo de bens materiais.


Em direção contrária, as jornadas longas e intensas, o empobrecimento do tempo livre e o rebaixamento da vida à função econômica pura e simples, na quadra histórica atual, patenteiam a subordinação do tempo às lógicas do trabalho, da produtividade irrestrita e do lucro. Este sequestro do tempo é, ao fim e ao cabo, uma diminuição da liberdade. Apesar de formalmente “livres”, as pessoas ou não dispõem de tempo para exercerem sua liberdade, ou, quando arranjam algum tempo livre, estão fatigadas e/ou sem recursos para aproveitá-lo. Resta saber por que um regime tão adverso à emancipação humana apresenta tanta resiliência, sumarizada na doutrina TINA, acrônimo de “There Is No Alternative”, verdadeiro mantra de Margareth Thatcher (1925-2013), ex-primeira-ministra do Reino Unido.


Mesmo com o extraordinário avanço tecnológico, nunca se trabalhou tanto – reflexo direto do desmonte de direitos e chantagens patronais que abriram portas para jornadas primitivas. A luta contra a escala 6×1 é apenas a ponta do problema de uma batalha mais ampla


Este texto, originalmente intitulado A promessa incumprida de mais tempo livre ao trabalhador foi escrito por Leonardo Lani de Abreu e faz parte de um dossiê organizado pelo Cesit/Unicamp, Site DMT, Remir, GEPT/UNB e FCE/UFRGS e publicado em parceria com o Outras Palavras. Leia aqui a série completa


A liberdade humana é inconcebível sem o tempo, a ponto de se poder afirmar que, na ausência do tempo livre, isto é, o período temporal em que uma pessoa não está obrigada a trabalhar ou a realizar outras atividades impostas, inexiste também a liberdade real. Quem não é dotado de tempo livre tem pouca margem para pensar, criar, estudar, descansar ou participar da vida política. O resultado dessa privação é o surgimento em larga escala de indivíduos autocentrados, intelectualmente embotados, esgotados, ou, numa palavra, infelizes. Esta é a razão por que Marx (2011) identificou a riqueza genuína como o tempo livre dispensado ao alcance da plenitude do desenvolvimento humano, em vez do acúmulo de bens materiais.


Em direção contrária, as jornadas longas e intensas, o empobrecimento do tempo livre e o rebaixamento da vida à função econômica pura e simples, na quadra histórica atual, patenteiam a subordinação do tempo às lógicas do trabalho, da produtividade irrestrita e do lucro. Este sequestro do tempo é, ao fim e ao cabo, uma diminuição da liberdade. Apesar de formalmente “livres”, as pessoas ou não dispõem de tempo para exercerem sua liberdade, ou, quando arranjam algum tempo livre, estão fatigadas e/ou sem recursos para aproveitá-lo. Resta saber por que um regime tão adverso à emancipação humana apresenta tanta resiliência, sumarizada na doutrina TINA, acrônimo de “There Is No Alternative”, verdadeiro mantra de Margareth Thatcher (1925-2013), ex-primeira-ministra do Reino Unido.


A resposta mais óbvia é a de que a sobrevida do sistema capitalista advém da dominação da classe trabalhadora. E não poderia ser de outra maneira, pois a economia burguesa, ao privar a esmagadora maioria dos cidadãos dos meios básicos para uma existência digna e frutífera, só consegue subsistir mediante o emprego da violência, nas suas mais diversas modalidades. Parafraseando o lema do brasão chileno, trata-se de uma coercitividade estabelecida “pela razão ou pela força”. O presente artigo se propõe a analisar essas duas estratégias de perpetuação do capital, no intuito de desnaturalizá-las.


Num primeiro momento, será feito um delineamento geral de como o capitalismo, a despeito de se apresentar como única opção produtiva para a humanidade, está fundado e se sustenta na arbitrariedade, o que põe em relevo sua ilegitimidade. Em seguida, ocorrerá o escrutínio das formas mais encobertas da dominação capitalista, em especial, os posicionamentos de que o sistema é permeado por uma racionalidade otimizadora de recursos e de que o sacrifício despendido pelos trabalhadores é temporário e será mitigado numa fase mais próspera – a velha história de que é preciso esperar o bolo crescer para depois dividi-lo. Por último, serão salientadas as potencialidades anticapitalistas do enfrentamento à escala 6X1. A hipótese de trabalho é a de que a luta pelo fim dessa escala pode ser precursora de uma contestação mais ampla à apropriação do tempo dos trabalhadores. A metodologia utilizada é qualitativa, exploratória e bibliográfica e a abordagem é dedutiva.


A propensão capitalista à força bruta

Por mais que pareça espontânea e inevitável, em decorrência de um processo de naturalização do social encampado de forma ininterrupta pelos seus apologistas, a ordem econômica capitalista notabiliza-se, desde a sua gênese, pela recorrência à força. É o que mostra Marx (2025) na análise sobre a “acumulação primitiva”, processo instaurado entre os Séculos XV e XVIII que lançou as bases para o surgimento do modo de produção capitalista, com a expulsão massiva de camponeses de suas terras e residências, a dissolução de formas comunitárias de reprodução existencial e a pauperização compulsória desses sujeitos, a fim de integrá-los ao mercado laboral, em que são obrigados a vender sua força de trabalho, quase que invariavelmente em condições que lhes são desvantajosas.


A noção de “acumulação primitiva” fulmina a visão idílica de que a ordem econômica atual assenta-se na industriosidade de seus pioneiros, que teriam adquirido, pelo trabalho duro e pela poupança, a supremacia sobre uma malta pródiga e imprevidente, compelida a trabalhar por um salário: “Nada mais falso: sem a destruição violenta e sanguinária das sociedades baseadas na fusão entre o trabalho e os meios de produção o capital não poderia desenvolver uma dinâmica própria, encetada pela sua autovalorização” (Mariutti, 2019, p. 14). Uma transformação dessa magnitude contou com uma maciça intervenção estatal, consubstanciada em medidas como a criação de legislações coercitivas, os cercamentos de terras e a repressão aos estilos de existência independentes da lógica mercantil, todas elas voltadas à vinculação da reprodução social aos ditames de um mercado autorregulado (Polanyi, 2000).


A mercantilização de todas as instâncias da vida social, ínsita ao neoliberalismo, guarda relação estreita com a mercantilização do trabalho. A primeira só pode ocorrer sob a condição de “[…] que os trabalhadores tenham sido expropriados em massa dos meios de produção e que, com isso, sejam constrangidos a vender a sua força de trabalho para um pequeno número de detentores de tais meios” (Kashiura Júnior, 2014, p. 184-185). Pode-se alegar que, na ordem atual das coisas, os trabalhadores são, tanto quanto os demais atores econômicos, livres, e podem escolher vender ou não sua força de trabalho, o que representaria uma sensível evolução em comparação com os modos de produção anteriores. A falácia desse argumento salta aos olhos, pois a sobrevivência dos que são desprovidos dos meios de produção está atrelada à comercialização de seu labor.


O trabalho é a categoria antropológica fundamental, por representar “[…] a atividade pela qual o metabolismo entre o homem e a natureza é mediado” (Marx e Engels, 1988, p. 40, Tradução Nossa). Não obstante tamanha importância, desenvolve-se, no capitalismo, sob a égide da alienação, de forma que o trabalhador não é livre nem para decidir como produzir, nem para se apropriar dos frutos da produção. A ínfima parcela que lhe cabe daquilo que produz serve estritamente para garantir a permanência de sua própria exploração.


Não é nenhum exagero encarar tal jugo como uma metamorfose da escravidão, com o agravante de que, no contexto atual, a vida humana se torna cada vez mais irrelevante, face à primazia do trabalho morto sobre o trabalho vivo, que joga na desocupação imensos contingentes de trabalhadores, enquanto que na escravidão a manutenção da vida do escravo era imperativa, “[…] pois ele representava uma reserva de capital e a depredação da sua saúde e capacidade de trabalhar implicava em prejuízos diretos ao seu dono” (Bertolotti, 2011, p. 78). Mutatis mutandis, pode-se aplicar o mesmo raciocínio no cotejo entre o capitalismo e o feudalismo.


Mesmo com o extraordinário avanço tecnológico, nunca se trabalhou tanto – reflexo direto do desmonte de direitos e chantagens patronais que abriram portas para jornadas primitivas. A luta contra a escala 6×1 é apenas a ponta do problema de uma batalha mais ampla


A liberdade humana é inconcebível sem o tempo, a ponto de se poder afirmar que, na ausência do tempo livre, isto é, o período temporal em que uma pessoa não está obrigada a trabalhar ou a realizar outras atividades impostas, inexiste também a liberdade real. Quem não é dotado de tempo livre tem pouca margem para pensar, criar, estudar, descansar ou participar da vida política. O resultado dessa privação é o surgimento em larga escala de indivíduos autocentrados, intelectualmente embotados, esgotados, ou, numa palavra, infelizes. Esta é a razão por que Marx (2011) identificou a riqueza genuína como o tempo livre dispensado ao alcance da plenitude do desenvolvimento humano, em vez do acúmulo de bens materiais.


Em direção contrária, as jornadas longas e intensas, o empobrecimento do tempo livre e o rebaixamento da vida à função econômica pura e simples, na quadra histórica atual, patenteiam a subordinação do tempo às lógicas do trabalho, da produtividade irrestrita e do lucro. Este sequestro do tempo é, ao fim e ao cabo, uma diminuição da liberdade. Apesar de formalmente “livres”, as pessoas ou não dispõem de tempo para exercerem sua liberdade, ou, quando arranjam algum tempo livre, estão fatigadas e/ou sem recursos para aproveitá-lo. Resta saber por que um regime tão adverso à emancipação humana apresenta tanta resiliência, sumarizada na doutrina TINA, acrônimo de “There Is No Alternative”, verdadeiro mantra de Margareth Thatcher (1925-2013), ex-primeira-ministra do Reino Unido.


A resposta mais óbvia é a de que a sobrevida do sistema capitalista advém da dominação da classe trabalhadora. E não poderia ser de outra maneira, pois a economia burguesa, ao privar a esmagadora maioria dos cidadãos dos meios básicos para uma existência digna e frutífera, só consegue subsistir mediante o emprego da violência, nas suas mais diversas modalidades. Parafraseando o lema do brasão chileno, trata-se de uma coercitividade estabelecida “pela razão ou pela força”. O presente artigo se propõe a analisar essas duas estratégias de perpetuação do capital, no intuito de desnaturalizá-las.


Num primeiro momento, será feito um delineamento geral de como o capitalismo, a despeito de se apresentar como única opção produtiva para a humanidade, está fundado e se sustenta na arbitrariedade, o que põe em relevo sua ilegitimidade. Em seguida, ocorrerá o escrutínio das formas mais encobertas da dominação capitalista, em especial, os posicionamentos de que o sistema é permeado por uma racionalidade otimizadora de recursos e de que o sacrifício despendido pelos trabalhadores é temporário e será mitigado numa fase mais próspera – a velha história de que é preciso esperar o bolo crescer para depois dividi-lo. Por último, serão salientadas as potencialidades anticapitalistas do enfrentamento à escala 6X1. A hipótese de trabalho é a de que a luta pelo fim dessa escala pode ser precursora de uma contestação mais ampla à apropriação do tempo dos trabalhadores. A metodologia utilizada é qualitativa, exploratória e bibliográfica e a abordagem é dedutiva.


A propensão capitalista à força bruta

Por mais que pareça espontânea e inevitável, em decorrência de um processo de naturalização do social encampado de forma ininterrupta pelos seus apologistas, a ordem econômica capitalista notabiliza-se, desde a sua gênese, pela recorrência à força. É o que mostra Marx (2025) na análise sobre a “acumulação primitiva”, processo instaurado entre os Séculos XV e XVIII que lançou as bases para o surgimento do modo de produção capitalista, com a expulsão massiva de camponeses de suas terras e residências, a dissolução de formas comunitárias de reprodução existencial e a pauperização compulsória desses sujeitos, a fim de integrá-los ao mercado laboral, em que são obrigados a vender sua força de trabalho, quase que invariavelmente em condições que lhes são desvantajosas.


A noção de “acumulação primitiva” fulmina a visão idílica de que a ordem econômica atual assenta-se na industriosidade de seus pioneiros, que teriam adquirido, pelo trabalho duro e pela poupança, a supremacia sobre uma malta pródiga e imprevidente, compelida a trabalhar por um salário: “Nada mais falso: sem a destruição violenta e sanguinária das sociedades baseadas na fusão entre o trabalho e os meios de produção o capital não poderia desenvolver uma dinâmica própria, encetada pela sua autovalorização” (Mariutti, 2019, p. 14). Uma transformação dessa magnitude contou com uma maciça intervenção estatal, consubstanciada em medidas como a criação de legislações coercitivas, os cercamentos de terras e a repressão aos estilos de existência independentes da lógica mercantil, todas elas voltadas à vinculação da reprodução social aos ditames de um mercado autorregulado (Polanyi, 2000).


A mercantilização de todas as instâncias da vida social, ínsita ao neoliberalismo, guarda relação estreita com a mercantilização do trabalho. A primeira só pode ocorrer sob a condição de “[…] que os trabalhadores tenham sido expropriados em massa dos meios de produção e que, com isso, sejam constrangidos a vender a sua força de trabalho para um pequeno número de detentores de tais meios” (Kashiura Júnior, 2014, p. 184-185). Pode-se alegar que, na ordem atual das coisas, os trabalhadores são, tanto quanto os demais atores econômicos, livres, e podem escolher vender ou não sua força de trabalho, o que representaria uma sensível evolução em comparação com os modos de produção anteriores. A falácia desse argumento salta aos olhos, pois a sobrevivência dos que são desprovidos dos meios de produção está atrelada à comercialização de seu labor.


O trabalho é a categoria antropológica fundamental, por representar “[…] a atividade pela qual o metabolismo entre o homem e a natureza é mediado” (Marx e Engels, 1988, p. 40, Tradução Nossa). Não obstante tamanha importância, desenvolve-se, no capitalismo, sob a égide da alienação, de forma que o trabalhador não é livre nem para decidir como produzir, nem para se apropriar dos frutos da produção. A ínfima parcela que lhe cabe daquilo que produz serve estritamente para garantir a permanência de sua própria exploração.


Não é nenhum exagero encarar tal jugo como uma metamorfose da escravidão, com o agravante de que, no contexto atual, a vida humana se torna cada vez mais irrelevante, face à primazia do trabalho morto sobre o trabalho vivo, que joga na desocupação imensos contingentes de trabalhadores, enquanto que na escravidão a manutenção da vida do escravo era imperativa, “[…] pois ele representava uma reserva de capital e a depredação da sua saúde e capacidade de trabalhar implicava em prejuízos diretos ao seu dono” (Bertolotti, 2011, p. 78). Mutatis mutandis, pode-se aplicar o mesmo raciocínio no cotejo entre o capitalismo e o feudalismo.



Ademais, as crises sistêmicas do capital têm como saldo o encolhimento paulatino no número de empregos formais, e à massa crescente de desempregados resta tentar a sorte num setor informal cada vez mais saturado ou soçobrar na miséria. É escusado dizer que violência aberta no capitalismo não é um fenômeno historicamente datado, mas uma característica inerente ao modus operandi burguês, que se torna mais visível nos momentos de turbulência econômica. Daí a criminalização da pobreza, vislumbrada tanto no encarceramento em massa, com o qual o Estado tenta lidar com um excedente de mão de obra cada vez mais amplo (De Giorgi, 2006), quanto na perseguição sistemática aos movimentos sociais, que tendem a engrossar suas fileiras em contraponto às políticas de austeridade fiscal e à subtração de direitos sociais.


O mito do capitalismo justo

À primeira vista, a violência física como meio de imposição de vontade de alguém a outrem é a forma incontestável de exercício do poder. Isto se dá porque a parte menos poderosa da contenda é obrigada a se submeter aos desígnios da mais poderosa, sob pena de suportar prejuízos irreparáveis ou até mesmo perecer. É assim que, historicamente, firmou-se a ascendência dos donos dos meios de produção sobre os trabalhadores. Conquanto a violência imediata exerça inegável capacidade dissuasória sobre a intenção de um cidadão rebelar-se contra o sistema instituído, ela é usada em regra com parcimônia. A utilização ordinária da violência aberta desnudaria a artificialidade do status quo, o que poderia desembocar na multiplicação das insurreições.


Se é verdade que “[…] onde há poder há resistência” (Foucault, 2009, p. 105), também é verdadeiro que, se se quiser diminuir a resistência desencadeada pelo exercício do poder, é necessário escamoteá-lo. Um dos artifícios mais comuns para o encobrimento da violência capitalista é a apresentação do sistema como uma consequência inescapável da lógica econômica. Neste prisma, a iniciativa privada é entendida como sinônimo de eficiência e propalada como a melhor opção para gerir recursos escassos. Basta um breve olhar para a crise financeira de 2008, oriunda de práticas financeiras duvidosas e da concessão irrefreada de crédito, para demonstrar a fragilidade do discurso da eficiência do mercado.


Em apoio à ideia de racionalidade do capitalismo, a economia neoclássica, que tem grande influência no âmbito acadêmico, propõe modelos matemáticos baseados em agentes racionais que buscam otimizar o processo de tomada de decisão, de forma a obter o melhor resultado possível, expediente que obnubila o caráter complexo dos sistemas sociais (Mallin, 2009). Outra requisição de racionalidade do capitalismo é o direito moderno, que estaria baseado em princípios supostamente universais. Entretanto, o sujeito de direito, ficção jurídica por excelência do Estado moderno, é uma mistificação inventada para caucionar a equiparação entre o capitalista, portador de poder econômico, técnico e jurídico, e o trabalhador, provido tão somente de sua capacidade laborativa. Para defender uma improvável paridade entre polos tão assimétricos, os teóricos modernos lançaram mão da ideia de igualdade (Kashiura Júnior, 2014).


A desaceleração econômica no fim dos Trinta Anos Gloriosos – 1945 a 1975 –, somada à crise do petróleo na década de 1970, pôs a pique o Estado de Bem-Estar Social e o pacto tácito de colaboração firmado entre a classe trabalhadora e os proprietários dos meios de produção. As providências para solucionar a crise – inflação, endividamento estatal e endividamento privado – revelaram-se de pouco fôlego e o Estado, dividido entre atender os direitos dos rentistas e os dos cidadãos, optou resolutantemente pelos primeiros, numa confirmação de seu pendor pró-capital. Isto ajuda a explicar a erosão da democracia em todo o mundo, sinalizada na ascensão de governantes autoritários (Streeck, 2018). Antes útil à reprodução do capital, agora a democracia é um empecilho, a ser descartado sem nenhum pejo.


A persuasão capitalista exibe inúmeras facetas. O avanço tecnológico, desde o Século XIX, levantou a expectativa, sustentada por uma ampla gama de discursos, de dilatação do tempo livre dos trabalhadores. Este triunfalismo se entrevê, dentre outras obras, no ensaio “Possibilidades Econômicas para os Nossos Netos” (Keynes, [1930] 1984), em que o economista britânico vaticina que o desenvolvimento tecnológico e o crescimento da produtividade permitiriam uma jornada semanal de trabalho de 15 horas no espaço de cem anos, bem como uma vida mais devotada ao ócio e à contemplação.


Às vésperas de se completar o prazo estabelecido por Keynes, o que se testemunha é a intensificação do trabalho – maior produção em um tempo idêntico –, a precarização e fragmentação das jornadas – como no trabalho intermitente e por aplicativos –, a extensão do trabalho ao tempo livre – os meios telemáticos e informatizados de comando, controle e supervisão têm deixado os trabalhadores em um sobreaviso ininterrupto – e a colonização do tempo livre – o tempo que o trabalhador tem disponível para si, ao invés de ser utilizado para sua emancipação, tem sido dedicado ao consumo, a ser sustentado pelo dispêndio de mais trabalho.


Diante deste cenário, a luta contra a escala de trabalho 6X1, em que o funcionário trabalha seis dias e goza de um dia de folga, é emblemática. A jornada 6X1 submete os que a ela estão sujeitos a uma miríade de problemas: maior incidência de síndrome de burnout, distúrbios do sono, estresse crônico, dificuldades em equilibrar a vida profissional e pessoal e maior risco de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho. Todavia, tem o mérito de desvelar a absoluta precedência capitalista do lucro sobre as pessoas.


Assim, iniciativas como o Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), que advoga a redução da jornada laboral para incrementar a qualidade de vida dos trabalhadores, e a Proposta de Emenda à Constituição – PEC 8/25 (Brasil, 2025), que visa reduzir a jornada para 36 horas semanais, com a adoção de uma escala 4X3 (quatro dias de trabalho seguidos por três de descanso), são bem-vindas, por oportunizarem uma maior politização da classe obreira, uma reflexão mais alentada sobre a índole espoliativa do capitalismo e, espera-se, o acréscimo de tempo livre de que os trabalhadores andam tão necessitados.


O potencial de insurgência da luta contra a escala 6X1

Esperar racionalidade do capitalismo, além da mera adequação instrumental entre meios e fins, em que os meios são os trabalhadores e a natureza e os fins são a proteção da propriedade privada e a maximização dos lucros, é esperar em vão. Se os trabalhadores pretendem desfrutar de uma vida que não se restrinja ao atendimento das demandas do capital, vão ter de se organizarem coletivamente a si mesmos. Esta recomendação é daquelas mais fáceis de dizer do que de fazer, ainda mais numa conjuntura de refluxo do movimento sindical, acarretado por fatores diversos, tais como:


[…] subcontratações e terceirizações, precarização dos vínculos de trabalho, internacionalização das redes produtivas, redução da classe operária, mudança na forma de organização das empresas, aumento do sindicalismo de classe média, com outra lógica de ação, e principalmente o desemprego (Venturini, 2000, p. 17)


Adiciona-se aos aspectos mencionados o asfixiamento financeiro das entidades sindicais, promovido pela Reforma Trabalhista de 2017, com o fim da contribuição sindical obrigatória. Não por azar, um dos setores da legislação que sofreram as modificações mais substantivas com referida reestruturação foi o da jornada de trabalho, vide o incremento nas formas de acordo individual, especialmente em relação ao banco de horas, jornada parcial e regime 12×36, e a criação da jornada intermitente (Brasil, 2017). Em desacordo com o que era de se supor, a reação da classe trabalhadora à supressão de seus direitos foi apática, o que ajudou a pavimentar a vitória, nas eleições de 2018, de Jair Bolsonaro, que aprofundou a fragilização das salvaguardas juslaborais.


A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, no pleito de 2022, suscitou a esperança de revogação das alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) implementadas pela gestão Temer. Porém, a pretensão do governo Lula de uma contrarreforma trabalhista (Konchinski, 2023) esbarrou numa correlação de forças amplamente desfavorável no Congresso Nacional. Na realidade, Lula passou boa parte de seu terceiro mandato quase que sitiado pela direita, seja ela extrema, tradicional ou fisiológica. O objetivo dessa oposição cerrada é, se não derrotar o mandatário em 2026, ao menos enfraquecê-lo.


Quando o desânimo parecia tomar conta do campo progressista, eis que surge um sopro de renovação: em setembro de 2023, o influenciador Rick (Ricardo) Azevedo, então balconista em farmácia e hoje vereador pelo PSOL-RJ, publicou um vídeo no TikTok atacando a escala 6X1. Este foi o estopim para uma série de ações, como o Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), que organizou petições online, mobilizações nas redes e articulações com parlamentares, e a defesa, pela deputada Érika Hilton (PSOL-SP), da PEC que propõe jornada de 36 horas semanais e modelo 4×3, sem redução salarial, que angariou as 171 assinaturas exigidas para tramitar em novembro de 2024 (Tavares, 2025).


Esta movimentação é auspiciosa, no mínimo, por dois aspectos. Em primeiro lugar, possui um viés universalista, apto a congregar uma esquerda cada vez mais dividida por reivindicações de cariz identitário e a atrair a simpatia de amplos segmentos da população. Afinal, a necessidade de tempo livre é comum a todos os que são obrigados a fazer de seu tempo uma mercadoria. Em segundo lugar, coloca em evidência a dupla natureza do trabalho explicitada por Marx (2025), que estabeleceu a distinção entre valor de uso – utilidade de um bem, ou seja, seu pendor de satisfazer uma necessidade humana – e valor de troca – quanto uma mercadoria pode ser permutada por outra no mercado, valor dependente do montante de trabalho incorporado em sua produção.


O valor de uso provém do trabalho concreto, essencialmente qualitativo e direcionado à criação de algo útil. Já o valor de troca emana do trabalho abstrato, que é aquele considerado em termos quantitativos, independentemente das especificidades da atividade feita, e mensurado pelo tempo de duração. O trabalho concreto está para a autodeterminação assim como o trabalho abstrato está para a alienação (Holloway, 2013). Isto porque, enquanto o primeiro corresponde a uma “atividade vital consciente” (Marx, 2004, p. 84), por intermédio da qual o ser humano satisfaz suas múltiplas necessidades, o segundo está destinado precipuamente ao enriquecimento dos titulares dos meios de produção. Logo, a adoção, pelos ativistas contra a escala 6X1, do mote “vida além do trabalho”, indica um movimento de recusa à transformação dos sujeitos em objetos, típica do trabalho abstrato, o que abre fissuras na sociabilidade capitalista, que podem ser alargadas por lutas subsequentes.


Considerações finais

Pelo exposto, demonstra-se que o capitalismo não é neutro. Quem acreditou que ele resolvesse por si mesmo suas contradições, teve as aspirações baldadas. Todas as melhorias nas condições trabalhistas de operários e camponeses, ao longo da história do capitalismo, não foram benesses concedidas por liberalidade dos empregadores, mas o resultado de intensas lutas históricas. O desmonte deste arcabouço protetivo advém da desmobilização do proletariado, que por ora capitulou ante o neoliberalismo.


O oportunismo das elites econômicas em aproveitar a passividade temporária da classe trabalhadora para implodir o pouco que resta do Estado de bem-estar social é um indicativo de seu descompromisso com a elevação dos patamares civilizatórios. Isto só reforça a dimensão retrógrada do capital, autêntica força cega que não tem outro desígnio senão o de sua própria valorização indefinida. Este desiderato é de impossível consecução, pois colide com limites ambientais, sociais e econômicos intransponíveis. Cabe aos deserdados do neoliberalismo, portanto, redobrar a pressão social para a derrocada do sistema, e a discussão sobre o fim da escala 6X1 dá uma excelente contribuição nesse sentido.

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

As Big Techs e suas Plataformas Digitais como: Meta(Facebook, Instagram, WhatsApp), Google(YouTube, Chrome), Fatura dezenas de bilhões com anúncios fraudulentos e golpistas, principalmente com comércio eletrônico e investimentos, produtos proibidos, casinos online etc. É o que constatou estudo.

 Meta lucra com golpes que atingem famílias de baixa renda, aponta pesquisa

Por Lillian Sibila Dala Costa • Editado por Jones Oliveira | 06/11/2025 às 13:15

Um estudo divulgado pelo Projeto Brief nesta quinta-feira (6) mostrou como o ecossistema da Meta, que inclui Facebook, Instagram e WhatsApp, é responsável por veicular anúncios de golpe a milhões de pessoas, afetando principalmente famílias de baixa renda e com pouco conhecimento digital. Os alvos dos golpistas são, especialmente, beneficiários de programas sociais como Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A pesquisa faz parte da iniciativa Quem Paga a Banda, que investiga financiamento de campanhas, narrativas e redes de influência na internet, focando, neste caso, no impacto social e político dos golpes digitais.

Foram analisados 16 mil anúncios ativos na biblioteca da Meta em setembro deste ano: 52% tinham indícios de golpe e 9% foram confirmados como fraudulentos.

Golpes na Meta e suas vítimas

De acordo com o Projeto Brief, a maioria dos anúncios golpistas foca em oferecer empréstimos e créditos consignados, mirando em trabalhadores CLT, beneficiários de programas sociais e aposentados do INSS. O problema é que as plataformas não apenas toleram os anúncios falsos, como também lucram com eles: a estrutura da Meta garante que o clique gere receita, mesmo quando leva a golpes.

Uma pesquisa da Febraban/Datafolha de 2024 estimou que 56 milhões de brasileiros (33,4% da população adulta) foram vítimas de fraude digital, sofrendo prejuízos de mais de R$ 40 bilhões. A maioria dos golpes usa deepfakes e páginas falsas com informações incompletas ou inexistentes, se aproveitando da identidade visual e logo de grandes bancos digitais.

Com poucos seguidores e endereços de destino não verificados, nota-se a facilidade com a qual o conteúdo fraudulento é divulgado nas plataformas, com pouca moderação ou controle. Mesmo com denúncias de usuários, milhares de anúncios suspeitos continuam ativos, o que o Projeto Brief descreve como a plataforma sendo parte do problema ao invés de buscar uma solução.

Nos anúncios, são usadas narrativas emocionais e promessas de crédito facilitado, com mensagens como “empréstimo com garantia de veículo”, “parcelas em até 36x” e afins, apelando ao desespero de quem precisa pagar as contas. Ao clicar no golpe, o usuário geralmente é encaminhado para conversas no WhatsApp, onde a fraude é concretizada.

O relatório termina com um chamado à regulamentação de anúncios e das plataformas no geral: na União Europeia, há o exemplo do Digital Services Act (DSA, ou Ato de Serviços Digitais, em tradução livre), que impõe deveres e responsabilidades aos provedores de serviços digitais, especialmente quando há uso de IA.

No Brasil, a existência da LGPD, aparentemente, não está sendo o suficiente para conter iniciativas fraudulentas e seus ecossistemas.


Documentos mostram que Meta ganha bilhões com enxurrada de anúncios fraudulentos; entenda

Em média, segundo um documento de dezembro de 2024, a Meta mostra aos usuários de suas plataformas cerca de 15 bilhões de anúncios fraudulentos todos os dias

A Meta projetou no final do ano passado que ganhará cerca de 10% de sua receita anual total – ou US$ 16 bilhões – com a veiculação de anúncios de golpes e produtos proibidos, segundo documentos internos da empresa.

Um conjunto de documentos analisados pela Reuters também mostra que a gigante das mídias sociais não conseguiu, por pelo menos três anos, identificar e interromper uma avalanche de anúncios que expôs os bilhões de usuários do Facebook, Instagram e WhatsApp a esquemas fraudulentos de comércio eletrônico e investimento, cassinos online ilegais e a venda de produtos médicos proibidos.

Em média, segundo um documento de dezembro de 2024, a empresa mostra aos usuários de suas plataformas cerca de 15 bilhões de anúncios fraudulentos de “maior risco” – aqueles que mostram sinais claros de serem fraudulentos – todos os dias. A Meta obtém cerca de US$ 7 bilhões em receita anual com essa categoria de anúncios fraudulentos a cada ano, afirma outro documento do final de 2024.

Grande parte das fraudes foi gerada por profissionais de marketing que agiram de forma suspeita o suficiente para serem detectados pelos sistemas de alerta internos da Meta. Mas a empresa só proíbe anunciantes se seus sistemas automatizados preveem que os profissionais de marketing têm pelo menos 95% de certeza de que estão cometendo fraude, mostram os documentos. Se a empresa tiver menos certeza – mas ainda acreditar que o anunciante é um provável fraudador – a Meta cobra taxas de anúncios mais altas como penalidade, de acordo com os documentos. A ideia é dissuadir os anunciantes suspeitos de exibirem anúncios nas plataformas da empresa.


Um conjunto de documentos analisados pela Reuters também mostra que a gigante das mídias sociais não conseguiu, por pelo menos três anos, identificar e interromper uma avalanche de anúncios que expôs os bilhões de usuários do Facebook, Instagram e WhatsApp a esquemas fraudulentos de comércio eletrônico e investimento, cassinos online ilegais e a venda de produtos médicos proibidos.

Em média, segundo um documento de dezembro de 2024, a empresa mostra aos usuários de suas plataformas cerca de 15 bilhões de anúncios fraudulentos de “maior risco” – aqueles que mostram sinais claros de serem fraudulentos – todos os dias. A Meta obtém cerca de US$ 7 bilhões em receita anual com essa categoria de anúncios fraudulentos a cada ano, afirma outro documento do final de 2024.

Grande parte das fraudes foi gerada por profissionais de marketing que agiram de forma suspeita o suficiente para serem detectados pelos sistemas de alerta internos da Meta. Mas a empresa só proíbe anunciantes se seus sistemas automatizados preveem que os profissionais de marketing têm pelo menos 95% de certeza de que estão cometendo fraude, mostram os documentos. Se a empresa tiver menos certeza – mas ainda acreditar que o anunciante é um provável fraudador – a Meta cobra taxas de anúncios mais altas como penalidade, de acordo com os documentos. A ideia é dissuadir os anunciantes suspeitos de exibirem anúncios nas plataformas da empresa.

Os documentos observam ainda que os usuários que clicam em anúncios fraudulentos provavelmente verão mais deles por causa do sistema de personalização de anúncios da Meta, que tenta exibir anúncios com base no que acha que são os interesses do usuário.

Os detalhes da autoavaliação confidencial da Meta foram extraídos de documentos criados entre 2021 e este ano nas divisões de finanças, lobby, engenharia e segurança. Juntos, eles refletem os esforços da companhia de Mark Zuckerberg para quantificar a escala de abuso em suas plataformas – e a hesitação da empresa em reprimir esses abusos sob risco de prejudicar seus interesses comerciais.

A aceitação pela Meta da receita de fontes suspeitas de estarem cometendo fraudes destaca a falta de supervisão regulatória do setor de publicidade, disse Sandeep Abraham, um examinador de fraudes e ex-investigador de segurança da Meta que agora dirige uma consultoria chamada Risky Business Solutions.

“Se os órgãos reguladores não toleram que os bancos lucrem com fraudes, eles não deveriam tolerar isso no setor de tecnologia”, disse ele à Reuters.

 
O porta-voz da Meta, Andy Stone, disse em comunicado que os documentos vistos pela Reuters “apresentam uma visão seletiva que distorce a abordagem da Meta em relação a fraudes e golpes”. A estimativa interna da empresa de que obteria 10,1% de sua receita em 2024 com fraudes e outros anúncios proibidos foi “grosseira e excessivamente inclusiva”, disse Stone. Mais tarde, a empresa determinou que o número real era menor, porque a estimativa incluía “muitos” anúncios legítimos também, disse ele. Stone se recusou a fornecer um número atualizado.

“A avaliação foi feita para validar nossos investimentos planejados em integridade, inclusive no combate a fraudes e golpes, o que fizemos”, disse Stone. Ele acrescentou: “Combatemos agressivamente as fraudes e os golpes porque as pessoas em nossas plataformas não querem esse conteúdo, os anunciantes legítimos não o querem e nós também não o queremos.”

“Nos últimos 18 meses, reduzimos em 58% as denúncias de usuários sobre anúncios fraudulentos em todo o mundo e, até agora, em 2025, removemos mais de 134 milhões de peças de conteúdo de anúncios fraudulentos”, disse Stone.

Temos grandes metas
Alguns dos documentos mostram a Meta prometendo fazer mais. “Temos grandes metas para reduzir os golpes de anúncios em 2025”, afirma um documento de 2024, em que a empresa diz esperar reduzir esses anúncios em determinados mercados em até 50%. Em outros lugares, os documentos mostram gerentes parabenizando funcionários por esforços bem-sucedidos de redução de fraudes.

Ao mesmo tempo, os documentos indicam que a própria pesquisa da Meta sugere que seus produtos se tornaram um pilar da economia global de fraudes. Uma apresentação feita em maio de 2025 por sua equipe de segurança estimou que as plataformas da empresa estavam envolvidas em um terço de todos os golpes bem-sucedidos nos EUA. A Meta também reconheceu em outros documentos internos que alguns de seus principais concorrentes estavam fazendo um trabalho melhor na eliminação de fraudes em suas plataformas.

“É mais fácil anunciar fraudes nas plataformas da Meta do que no Google”, concluiu uma análise interna da Meta em abril de 2025 sobre as comunidades online onde os fraudadores discutem seus negócios. O documento não expõe as razões por trás dessa conclusão.

Órgãos reguladores de todo o mundo estão pressionando a Meta a fazer mais para proteger seus usuários contra fraudes online. Nos EUA, a SEC investiga a empresa por veicular anúncios de fraudes financeiras, de acordo com os documentos internos. Na Reino Unido, um órgão regulador disse no ano passado que descobriu que os produtos da Meta estavam envolvidos em 54% de todas as perdas com fraudes relacionadas a pagamentos em 2023, mais do que o dobro de todas as outras plataformas sociais combinadas.

A SEC e o órgão regulador do Reino Unido não comentaram o assunto ao serem procuradas pela Reuters. Stone, porta-voz da Meta, indicou à Reuters as últimas divulgações da empresa na SEC, que afirmam que os esforços da empresa para lidar com a publicidade ilícita “afetam negativamente nossa receita, e esperamos que o aprimoramento contínuo de tais esforços tenha um impacto em nossa receita no futuro, que pode ser material”.

A Meta está despejando dinheiro em inteligência artificial e planeja até US$ 72 bilhões este ano em despesas gerais de capital. Embora reconheça que os investimentos são “uma enorme quantidade de capital”, Zuckerberg procurou assegurar aos investidores que o negócio de publicidade da Meta pode financiá-los.

“Temos o capital do nosso negócio para fazer isso”, disse ele em julho, ao anunciar que, para dar suporte à IA, a Meta estava construindo um data center em Ohio que terá o tamanho do Central Park de Nova York.

Nos documentos internos, a Meta pondera os custos de reforçar sua vigilância contra anúncios fraudulentos em relação ao custo das penalidades financeiras dos governos por não proteger seus usuários.


Documentos mostram que Meta ganha bilhões com enxurrada de anúncios fraudulentos; entenda
Em média, segundo um documento de dezembro de 2024, a Meta mostra aos usuários de suas plataformas cerca de 15 bilhões de anúncios fraudulentos todos os dias
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Meta
Presidente da Meta, Mark Zuckerberg, em evento nos EUA (Crédito: REUTERS/Carlos Barria)


A Meta projetou no final do ano passado que ganhará cerca de 10% de sua receita anual total – ou US$ 16 bilhões – com a veiculação de anúncios de golpes e produtos proibidos, segundo documentos internos da empresa.

Um conjunto de documentos analisados pela Reuters também mostra que a gigante das mídias sociais não conseguiu, por pelo menos três anos, identificar e interromper uma avalanche de anúncios que expôs os bilhões de usuários do Facebook, Instagram e WhatsApp a esquemas fraudulentos de comércio eletrônico e investimento, cassinos online ilegais e a venda de produtos médicos proibidos.

Em média, segundo um documento de dezembro de 2024, a empresa mostra aos usuários de suas plataformas cerca de 15 bilhões de anúncios fraudulentos de “maior risco” – aqueles que mostram sinais claros de serem fraudulentos – todos os dias. A Meta obtém cerca de US$ 7 bilhões em receita anual com essa categoria de anúncios fraudulentos a cada ano, afirma outro documento do final de 2024.

Grande parte das fraudes foi gerada por profissionais de marketing que agiram de forma suspeita o suficiente para serem detectados pelos sistemas de alerta internos da Meta. Mas a empresa só proíbe anunciantes se seus sistemas automatizados preveem que os profissionais de marketing têm pelo menos 95% de certeza de que estão cometendo fraude, mostram os documentos. Se a empresa tiver menos certeza – mas ainda acreditar que o anunciante é um provável fraudador – a Meta cobra taxas de anúncios mais altas como penalidade, de acordo com os documentos. A ideia é dissuadir os anunciantes suspeitos de exibirem anúncios nas plataformas da empresa.

Os documentos observam ainda que os usuários que clicam em anúncios fraudulentos provavelmente verão mais deles por causa do sistema de personalização de anúncios da Meta, que tenta exibir anúncios com base no que acha que são os interesses do usuário.

Os detalhes da autoavaliação confidencial da Meta foram extraídos de documentos criados entre 2021 e este ano nas divisões de finanças, lobby, engenharia e segurança. Juntos, eles refletem os esforços da companhia de Mark Zuckerberg para quantificar a escala de abuso em suas plataformas – e a hesitação da empresa em reprimir esses abusos sob risco de prejudicar seus interesses comerciais.

A aceitação pela Meta da receita de fontes suspeitas de estarem cometendo fraudes destaca a falta de supervisão regulatória do setor de publicidade, disse Sandeep Abraham, um examinador de fraudes e ex-investigador de segurança da Meta que agora dirige uma consultoria chamada Risky Business Solutions.

“Se os órgãos reguladores não toleram que os bancos lucrem com fraudes, eles não deveriam tolerar isso no setor de tecnologia”, disse ele à Reuters.


O porta-voz da Meta, Andy Stone, disse em comunicado que os documentos vistos pela Reuters “apresentam uma visão seletiva que distorce a abordagem da Meta em relação a fraudes e golpes”. A estimativa interna da empresa de que obteria 10,1% de sua receita em 2024 com fraudes e outros anúncios proibidos foi “grosseira e excessivamente inclusiva”, disse Stone. Mais tarde, a empresa determinou que o número real era menor, porque a estimativa incluía “muitos” anúncios legítimos também, disse ele. Stone se recusou a fornecer um número atualizado.

“A avaliação foi feita para validar nossos investimentos planejados em integridade, inclusive no combate a fraudes e golpes, o que fizemos”, disse Stone. Ele acrescentou: “Combatemos agressivamente as fraudes e os golpes porque as pessoas em nossas plataformas não querem esse conteúdo, os anunciantes legítimos não o querem e nós também não o queremos.”

“Nos últimos 18 meses, reduzimos em 58% as denúncias de usuários sobre anúncios fraudulentos em todo o mundo e, até agora, em 2025, removemos mais de 134 milhões de peças de conteúdo de anúncios fraudulentos”, disse Stone.

Temos grandes metas
Alguns dos documentos mostram a Meta prometendo fazer mais. “Temos grandes metas para reduzir os golpes de anúncios em 2025”, afirma um documento de 2024, em que a empresa diz esperar reduzir esses anúncios em determinados mercados em até 50%. Em outros lugares, os documentos mostram gerentes parabenizando funcionários por esforços bem-sucedidos de redução de fraudes.

Ao mesmo tempo, os documentos indicam que a própria pesquisa da Meta sugere que seus produtos se tornaram um pilar da economia global de fraudes. Uma apresentação feita em maio de 2025 por sua equipe de segurança estimou que as plataformas da empresa estavam envolvidas em um terço de todos os golpes bem-sucedidos nos EUA. A Meta também reconheceu em outros documentos internos que alguns de seus principais concorrentes estavam fazendo um trabalho melhor na eliminação de fraudes em suas plataformas.

“É mais fácil anunciar fraudes nas plataformas da Meta do que no Google”, concluiu uma análise interna da Meta em abril de 2025 sobre as comunidades online onde os fraudadores discutem seus negócios. O documento não expõe as razões por trás dessa conclusão.

Órgãos reguladores de todo o mundo estão pressionando a Meta a fazer mais para proteger seus usuários contra fraudes online. Nos EUA, a SEC investiga a empresa por veicular anúncios de fraudes financeiras, de acordo com os documentos internos. Na Reino Unido, um órgão regulador disse no ano passado que descobriu que os produtos da Meta estavam envolvidos em 54% de todas as perdas com fraudes relacionadas a pagamentos em 2023, mais do que o dobro de todas as outras plataformas sociais combinadas.

A SEC e o órgão regulador do Reino Unido não comentaram o assunto ao serem procuradas pela Reuters. Stone, porta-voz da Meta, indicou à Reuters as últimas divulgações da empresa na SEC, que afirmam que os esforços da empresa para lidar com a publicidade ilícita “afetam negativamente nossa receita, e esperamos que o aprimoramento contínuo de tais esforços tenha um impacto em nossa receita no futuro, que pode ser material”.

A Meta está despejando dinheiro em inteligência artificial e planeja até US$ 72 bilhões este ano em despesas gerais de capital. Embora reconheça que os investimentos são “uma enorme quantidade de capital”, Zuckerberg procurou assegurar aos investidores que o negócio de publicidade da Meta pode financiá-los.

“Temos o capital do nosso negócio para fazer isso”, disse ele em julho, ao anunciar que, para dar suporte à IA, a Meta estava construindo um data center em Ohio que terá o tamanho do Central Park de Nova York.

Nos documentos internos, a Meta pondera os custos de reforçar sua vigilância contra anúncios fraudulentos em relação ao custo das penalidades financeiras dos governos por não proteger seus usuários.

Penalidades de até US$ 1 bilhão
Os documentos deixam claro que a Meta pretende reduzir seu fluxo de receita ilícita no futuro. Mas a empresa está preocupada com o fato de que reduções abruptas de faturamento com publicidade fraudulenta possam afetar suas projeções de negócios, de acordo com um documento de 2025 que discute o impacto da “receita violadora” – dinheiro de anúncios que violam os padrões da Meta, como fraudes, jogos ilegais, serviços sexuais ou produtos de saúde duvidosos.

Os documentos observam que a Meta planeja tentar reduzir a parcela da receita do Facebook e do Instagram derivada de anúncios fraudulentos. Enquanto isso, a Meta reconheceu internamente que as multas regulatórias para anúncios fraudulentos são certas e prevê penalidades de até US$ 1 bilhão, de acordo com um dos documentos obtidos pela Reuters.

Mas essas multas serão muito menores do que o faturamento que a Meta tem com anúncios fraudulentos, afirma um documento separado de novembro de 2024. A cada seis meses, a Meta ganha US$3,5 bilhões apenas com a parte dos anúncios fraudulentos que “apresentam maior risco legal”, diz o documento, como aqueles que afirmam falsamente representar uma marca de consumo ou uma personalidade pública ou que demonstram outros sinais de fraude. Esse valor quase certamente excede “o custo de qualquer acordo regulatório envolvendo anúncios fraudulentos”.

Em vez de concordar voluntariamente em fazer mais para examinar os anunciantes, afirma o mesmo documento, a liderança da empresa decidiu agir apenas em resposta a uma ação regulatória iminente.

Stone contestou as afirmações dos documentos estratégicos de que a Meta só deveria agir se fosse forçada. Essa não é a política da empresa, disse ele.

A Meta também impôs restrições quanto à quantidade de receita que está disposta a perder por agir contra anunciantes suspeitos, dizem os documentos. No primeiro semestre de 2025, segundo um documento de fevereiro, a equipe responsável pela verificação de anunciantes questionáveis não tinha permissão para tomar medidas que pudessem custar à empresa mais de 0,15% da receita total da companhia. Isso equivale a cerca de US$135 milhões dos US$90 bilhões que a Meta faturou primeiro semestre de 2025.

“Vamos ser cautelosos”, escreveu o gerente que supervisiona o esforço, observando que a receita permitida incluía anúncios fraudulentos e “benignos” que foram bloqueados por engano. “Temos barreiras específicas para a receita.”

Stone, o porta-voz da Meta, disse que o valor de 0,15% citado veio de um documento de projeção de receita e não era um limite rígido.

Em meio à intensificação da pressão para fazer mais para combater os golpes em suas próprias plataformas, os executivos da Meta apresentaram a Zuckerberg, em outubro de 2024, um plano para o que eles chamaram de abordagem moderada para a aplicação de golpes. Em vez de uma rápida repressão, a empresa concentraria seus esforços em países onde temia uma ação regulatória de curto prazo, de acordo com um documento que delineava a estratégia.

Após a reunião com o Zuckerberg, os executivos da Meta encarregados de reforçar a integridade das plataformas da empresa decidiram tentar reduzir a porcentagem de receita atribuível a fraudes, jogos ilegais e produtos proibidos de uma estimativa de 10,1% em 2024 para 7,3% até o final de 2025. Até o final de 2026, a Meta pretende reduzir ainda mais esse número para 6% e, em seguida, para 5,8% em 2027, segundo o memorando de estratégia e outros documentos vistos pela Reuters.

Aumento na fraude
Em 2022, segundo um documento daquele ano, a Meta descobriu uma rede de seis dígitos de contas que fingiam ser membros das forças armadas dos Estados Unidos em zonas de guerra. As contas enviavam milhões de mensagens por semana tentando convencer os usuários do Facebook a doarem dinheiro. “Sextorsão” – na qual os golpistas obtêm imagens sexuais de um usuário, geralmente um adolescente, sob falsos pretextos e depois o chantageiam – também estava se tornando comum nas plataformas da Meta. E uma enxurrada de contas falsas que fingiam ser celebridades ou representar grandes marcas de consumo enganavam usuários em todo o mundo.

Mas, apesar do aumento das fraudes online, outro documento de 2022 observa a “falta de investimento” da empresa na detecção automatizada de fraudes naquela época. A Meta classificou os anúncios fraudulentos como um problema de “baixa gravidade”, considerando-os como uma “experiência ruim para o usuário”, diz o documento.

Os documentos vistos pela Reuters mostram que, na época, a Meta orientou os funcionários a se concentrarem principalmente em fraudadores que se disfarçavam de celebridades e usurpavam grandes marcas. Esses “golpes de falsificação de identidade” corriam o risco de incomodar anunciantes e figuras públicas, segundo um documento de 2022, e, portanto, ameaçavam reduzir o envolvimento do usuário e a receita.

Mas as demissões em massa em andamento na Meta estavam dificultando os trabalhos. Um documento de planejamento para o primeiro semestre de 2023 observa que todos os que trabalhavam na equipe que lidava com as preocupações dos anunciantes sobre questões de direitos de marca haviam sido demitidos. A empresa também estava dedicando recursos tão intensamente à realidade virtual e à IA que os membros da equipe de segurança receberam ordens para restringir o uso dos recursos de computação da Meta. Eles foram instruídos apenas a “manter as luzes acesas”.

Stone disse que, embora tenham ocorrido demissões em massa, a empresa expandiu substancialmente o número de funcionários que combatem publicidade fraudulenta nos últimos anos.

A Meta também ignorou a grande maioria das denúncias de golpes feitas por usuários, conforme indica um documento de 2023. Naquele ano, a equipe de segurança estimou que os usuários do Facebook e do Instagram apresentavam semanalmente cerca de 100.000 denúncias válidas de mensagens enviadas por fraudadores, diz o documento visto pela Reuters. Mas a Meta ignorou ou rejeitou incorretamente 96% delas.

A equipe de segurança da Meta resolveu fazer melhor. No futuro, a empresa espera rejeitar não mais que 75% das denúncias válidas de fraude, de acordo com outro documento de 2023.

Erin West, ex-promotora do condado norte-americano de Santa Clara que agora dirige uma organização sem fins lucrativos dedicada ao combate a fraudes, disse que a resposta padrão da Meta aos usuários que sinalizavam fraudes era ignorá-los.

“Não sei se já vi algo ser retirado do ar como resultado de uma única denúncia de usuário”, disse ela.

Em outubro passado, uma recrutadora da Força Aérea Real Canadense acordou e viu que sua conta do Facebook estava bloqueada. A mulher, que falou sob condição de anonimato devido ao seu status militar, havia sido hackeada.

Logo, uma foto de um crachá de emprego falso com o rosto dela apareceu em sua conta, juntamente com o texto: “Estou muito feliz em anunciar que sou certificada em criptomoedas.”

A recrutadora disse que imediatamente registrou várias denúncias na Meta. Com o passar das semanas sem resposta, sua conta começou a alegar que ela havia ficado rica com criptomoedas – até mesmo adquirindo um terreno para a casa dos sonhos – e que queria dar a mesma oportunidade a seus amigos.

A recrutadora disse que seu supervisor tentou pedir ajuda à polícia canadense, mas foi informado de que a Meta não costuma responder a denúncias de contas hackeadas feitas pelas autoridades. Assim, a recrutadora avisou seus amigos para não interagirem com a conta falsa e pediu que eles também a denunciassem para a empresa.

Questionada sobre o incidente, a Real Polícia Montada do Canadá afirmou que levanta regularmente denúncias de abuso em plataformas como as da Meta, mas se recusou a comentar o caso específico.

Mas nada aconteceu. Após cerca de um mês, Mike Lavery, um ex-oficial do exército canadense com quem a recrutadora havia trabalhado anos antes, ligou para ela. Ele havia perdido 40 mil dólares canadenses (cerca de US$28.000) depois de investir no golpe das criptomoedas que mostrava o rosto dela.

“Pensei que estava falando com um amigo de confiança que tinha uma reputação muito boa”, disse Lavery à Reuters sobre a conta do Facebook sequestrada. “Por causa disso, minha guarda estava baixa.”

A recrutadora disse que chorou quando Lavery lhe contou o que havia acontecido. “As pessoas estavam sendo prejudicadas porque confiavam em mim”, disse ela. Ela disse que pediu aos amigos que continuassem a denunciar a conta desonesta.

“Dezenas de pessoas denunciaram, várias vezes cada uma”, disse ela, estimando que a Meta recebeu mais de 100 denúncias. Quando Meta finalmente tirou do ar a conta hackeada, pelo menos quatro outros militares já tinham sido enganados, disse ela.

Brian Mason, um investigador da Polícia de Edmonton, no Canadá, conseguiu ajudar a rastrear 65.000 dólares canadenses dos fundos roubados das vítimas até a Nigéria. Mas a recuperação do dinheiro provavelmente seria difícil ou impossível, disse ele à Reuters, porque “o dinheiro foi convertido em contas bancárias na Nigéria, nas quais não podemos tocar”.

A Meta se recusou a comentar sobre a conta hackeada do recrutador da Força Aérea ou sobre suas vítimas.


Documentos mostram que Meta ganha bilhões com enxurrada de anúncios fraudulentos; entenda
Em média, segundo um documento de dezembro de 2024, a Meta mostra aos usuários de suas plataformas cerca de 15 bilhões de anúncios fraudulentos todos os dias
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Meta
Presidente da Meta, Mark Zuckerberg, em evento nos EUA (Crédito: REUTERS/Carlos Barria)


A Meta projetou no final do ano passado que ganhará cerca de 10% de sua receita anual total – ou US$ 16 bilhões – com a veiculação de anúncios de golpes e produtos proibidos, segundo documentos internos da empresa.

Um conjunto de documentos analisados pela Reuters também mostra que a gigante das mídias sociais não conseguiu, por pelo menos três anos, identificar e interromper uma avalanche de anúncios que expôs os bilhões de usuários do Facebook, Instagram e WhatsApp a esquemas fraudulentos de comércio eletrônico e investimento, cassinos online ilegais e a venda de produtos médicos proibidos.

Em média, segundo um documento de dezembro de 2024, a empresa mostra aos usuários de suas plataformas cerca de 15 bilhões de anúncios fraudulentos de “maior risco” – aqueles que mostram sinais claros de serem fraudulentos – todos os dias. A Meta obtém cerca de US$ 7 bilhões em receita anual com essa categoria de anúncios fraudulentos a cada ano, afirma outro documento do final de 2024.

Grande parte das fraudes foi gerada por profissionais de marketing que agiram de forma suspeita o suficiente para serem detectados pelos sistemas de alerta internos da Meta. Mas a empresa só proíbe anunciantes se seus sistemas automatizados preveem que os profissionais de marketing têm pelo menos 95% de certeza de que estão cometendo fraude, mostram os documentos. Se a empresa tiver menos certeza – mas ainda acreditar que o anunciante é um provável fraudador – a Meta cobra taxas de anúncios mais altas como penalidade, de acordo com os documentos. A ideia é dissuadir os anunciantes suspeitos de exibirem anúncios nas plataformas da empresa.

Os documentos observam ainda que os usuários que clicam em anúncios fraudulentos provavelmente verão mais deles por causa do sistema de personalização de anúncios da Meta, que tenta exibir anúncios com base no que acha que são os interesses do usuário.

Os detalhes da autoavaliação confidencial da Meta foram extraídos de documentos criados entre 2021 e este ano nas divisões de finanças, lobby, engenharia e segurança. Juntos, eles refletem os esforços da companhia de Mark Zuckerberg para quantificar a escala de abuso em suas plataformas – e a hesitação da empresa em reprimir esses abusos sob risco de prejudicar seus interesses comerciais.

A aceitação pela Meta da receita de fontes suspeitas de estarem cometendo fraudes destaca a falta de supervisão regulatória do setor de publicidade, disse Sandeep Abraham, um examinador de fraudes e ex-investigador de segurança da Meta que agora dirige uma consultoria chamada Risky Business Solutions.

“Se os órgãos reguladores não toleram que os bancos lucrem com fraudes, eles não deveriam tolerar isso no setor de tecnologia”, disse ele à Reuters.
 

O porta-voz da Meta, Andy Stone, disse em comunicado que os documentos vistos pela Reuters “apresentam uma visão seletiva que distorce a abordagem da Meta em relação a fraudes e golpes”. A estimativa interna da empresa de que obteria 10,1% de sua receita em 2024 com fraudes e outros anúncios proibidos foi “grosseira e excessivamente inclusiva”, disse Stone. Mais tarde, a empresa determinou que o número real era menor, porque a estimativa incluía “muitos” anúncios legítimos também, disse ele. Stone se recusou a fornecer um número atualizado.

“A avaliação foi feita para validar nossos investimentos planejados em integridade, inclusive no combate a fraudes e golpes, o que fizemos”, disse Stone. Ele acrescentou: “Combatemos agressivamente as fraudes e os golpes porque as pessoas em nossas plataformas não querem esse conteúdo, os anunciantes legítimos não o querem e nós também não o queremos.”

“Nos últimos 18 meses, reduzimos em 58% as denúncias de usuários sobre anúncios fraudulentos em todo o mundo e, até agora, em 2025, removemos mais de 134 milhões de peças de conteúdo de anúncios fraudulentos”, disse Stone.

Temos grandes metas
Alguns dos documentos mostram a Meta prometendo fazer mais. “Temos grandes metas para reduzir os golpes de anúncios em 2025”, afirma um documento de 2024, em que a empresa diz esperar reduzir esses anúncios em determinados mercados em até 50%. Em outros lugares, os documentos mostram gerentes parabenizando funcionários por esforços bem-sucedidos de redução de fraudes.

Ao mesmo tempo, os documentos indicam que a própria pesquisa da Meta sugere que seus produtos se tornaram um pilar da economia global de fraudes. Uma apresentação feita em maio de 2025 por sua equipe de segurança estimou que as plataformas da empresa estavam envolvidas em um terço de todos os golpes bem-sucedidos nos EUA. A Meta também reconheceu em outros documentos internos que alguns de seus principais concorrentes estavam fazendo um trabalho melhor na eliminação de fraudes em suas plataformas.

“É mais fácil anunciar fraudes nas plataformas da Meta do que no Google”, concluiu uma análise interna da Meta em abril de 2025 sobre as comunidades online onde os fraudadores discutem seus negócios. O documento não expõe as razões por trás dessa conclusão.

Órgãos reguladores de todo o mundo estão pressionando a Meta a fazer mais para proteger seus usuários contra fraudes online. Nos EUA, a SEC investiga a empresa por veicular anúncios de fraudes financeiras, de acordo com os documentos internos. Na Reino Unido, um órgão regulador disse no ano passado que descobriu que os produtos da Meta estavam envolvidos em 54% de todas as perdas com fraudes relacionadas a pagamentos em 2023, mais do que o dobro de todas as outras plataformas sociais combinadas.

A SEC e o órgão regulador do Reino Unido não comentaram o assunto ao serem procuradas pela Reuters. Stone, porta-voz da Meta, indicou à Reuters as últimas divulgações da empresa na SEC, que afirmam que os esforços da empresa para lidar com a publicidade ilícita “afetam negativamente nossa receita, e esperamos que o aprimoramento contínuo de tais esforços tenha um impacto em nossa receita no futuro, que pode ser material”.

A Meta está despejando dinheiro em inteligência artificial e planeja até US$ 72 bilhões este ano em despesas gerais de capital. Embora reconheça que os investimentos são “uma enorme quantidade de capital”, Zuckerberg procurou assegurar aos investidores que o negócio de publicidade da Meta pode financiá-los.

“Temos o capital do nosso negócio para fazer isso”, disse ele em julho, ao anunciar que, para dar suporte à IA, a Meta estava construindo um data center em Ohio que terá o tamanho do Central Park de Nova York.

Nos documentos internos, a Meta pondera os custos de reforçar sua vigilância contra anúncios fraudulentos em relação ao custo das penalidades financeiras dos governos por não proteger seus usuários.

Penalidades de até US$ 1 bilhão
Os documentos deixam claro que a Meta pretende reduzir seu fluxo de receita ilícita no futuro. Mas a empresa está preocupada com o fato de que reduções abruptas de faturamento com publicidade fraudulenta possam afetar suas projeções de negócios, de acordo com um documento de 2025 que discute o impacto da “receita violadora” – dinheiro de anúncios que violam os padrões da Meta, como fraudes, jogos ilegais, serviços sexuais ou produtos de saúde duvidosos.

Os documentos observam que a Meta planeja tentar reduzir a parcela da receita do Facebook e do Instagram derivada de anúncios fraudulentos. Enquanto isso, a Meta reconheceu internamente que as multas regulatórias para anúncios fraudulentos são certas e prevê penalidades de até US$ 1 bilhão, de acordo com um dos documentos obtidos pela Reuters.

Mas essas multas serão muito menores do que o faturamento que a Meta tem com anúncios fraudulentos, afirma um documento separado de novembro de 2024. A cada seis meses, a Meta ganha US$3,5 bilhões apenas com a parte dos anúncios fraudulentos que “apresentam maior risco legal”, diz o documento, como aqueles que afirmam falsamente representar uma marca de consumo ou uma personalidade pública ou que demonstram outros sinais de fraude. Esse valor quase certamente excede “o custo de qualquer acordo regulatório envolvendo anúncios fraudulentos”.

Em vez de concordar voluntariamente em fazer mais para examinar os anunciantes, afirma o mesmo documento, a liderança da empresa decidiu agir apenas em resposta a uma ação regulatória iminente.

Stone contestou as afirmações dos documentos estratégicos de que a Meta só deveria agir se fosse forçada. Essa não é a política da empresa, disse ele.

A Meta também impôs restrições quanto à quantidade de receita que está disposta a perder por agir contra anunciantes suspeitos, dizem os documentos. No primeiro semestre de 2025, segundo um documento de fevereiro, a equipe responsável pela verificação de anunciantes questionáveis não tinha permissão para tomar medidas que pudessem custar à empresa mais de 0,15% da receita total da companhia. Isso equivale a cerca de US$135 milhões dos US$90 bilhões que a Meta faturou primeiro semestre de 2025.

“Vamos ser cautelosos”, escreveu o gerente que supervisiona o esforço, observando que a receita permitida incluía anúncios fraudulentos e “benignos” que foram bloqueados por engano. “Temos barreiras específicas para a receita.”

Stone, o porta-voz da Meta, disse que o valor de 0,15% citado veio de um documento de projeção de receita e não era um limite rígido.

Em meio à intensificação da pressão para fazer mais para combater os golpes em suas próprias plataformas, os executivos da Meta apresentaram a Zuckerberg, em outubro de 2024, um plano para o que eles chamaram de abordagem moderada para a aplicação de golpes. Em vez de uma rápida repressão, a empresa concentraria seus esforços em países onde temia uma ação regulatória de curto prazo, de acordo com um documento que delineava a estratégia.

Após a reunião com o Zuckerberg, os executivos da Meta encarregados de reforçar a integridade das plataformas da empresa decidiram tentar reduzir a porcentagem de receita atribuível a fraudes, jogos ilegais e produtos proibidos de uma estimativa de 10,1% em 2024 para 7,3% até o final de 2025. Até o final de 2026, a Meta pretende reduzir ainda mais esse número para 6% e, em seguida, para 5,8% em 2027, segundo o memorando de estratégia e outros documentos vistos pela Reuters.

Aumento na fraude
Em 2022, segundo um documento daquele ano, a Meta descobriu uma rede de seis dígitos de contas que fingiam ser membros das forças armadas dos Estados Unidos em zonas de guerra. As contas enviavam milhões de mensagens por semana tentando convencer os usuários do Facebook a doarem dinheiro. “Sextorsão” – na qual os golpistas obtêm imagens sexuais de um usuário, geralmente um adolescente, sob falsos pretextos e depois o chantageiam – também estava se tornando comum nas plataformas da Meta. E uma enxurrada de contas falsas que fingiam ser celebridades ou representar grandes marcas de consumo enganavam usuários em todo o mundo.

Mas, apesar do aumento das fraudes online, outro documento de 2022 observa a “falta de investimento” da empresa na detecção automatizada de fraudes naquela época. A Meta classificou os anúncios fraudulentos como um problema de “baixa gravidade”, considerando-os como uma “experiência ruim para o usuário”, diz o documento.

Os documentos vistos pela Reuters mostram que, na época, a Meta orientou os funcionários a se concentrarem principalmente em fraudadores que se disfarçavam de celebridades e usurpavam grandes marcas. Esses “golpes de falsificação de identidade” corriam o risco de incomodar anunciantes e figuras públicas, segundo um documento de 2022, e, portanto, ameaçavam reduzir o envolvimento do usuário e a receita.

Mas as demissões em massa em andamento na Meta estavam dificultando os trabalhos. Um documento de planejamento para o primeiro semestre de 2023 observa que todos os que trabalhavam na equipe que lidava com as preocupações dos anunciantes sobre questões de direitos de marca haviam sido demitidos. A empresa também estava dedicando recursos tão intensamente à realidade virtual e à IA que os membros da equipe de segurança receberam ordens para restringir o uso dos recursos de computação da Meta. Eles foram instruídos apenas a “manter as luzes acesas”.

Stone disse que, embora tenham ocorrido demissões em massa, a empresa expandiu substancialmente o número de funcionários que combatem publicidade fraudulenta nos últimos anos.

A Meta também ignorou a grande maioria das denúncias de golpes feitas por usuários, conforme indica um documento de 2023. Naquele ano, a equipe de segurança estimou que os usuários do Facebook e do Instagram apresentavam semanalmente cerca de 100.000 denúncias válidas de mensagens enviadas por fraudadores, diz o documento visto pela Reuters. Mas a Meta ignorou ou rejeitou incorretamente 96% delas.

A equipe de segurança da Meta resolveu fazer melhor. No futuro, a empresa espera rejeitar não mais que 75% das denúncias válidas de fraude, de acordo com outro documento de 2023.

Erin West, ex-promotora do condado norte-americano de Santa Clara que agora dirige uma organização sem fins lucrativos dedicada ao combate a fraudes, disse que a resposta padrão da Meta aos usuários que sinalizavam fraudes era ignorá-los.

“Não sei se já vi algo ser retirado do ar como resultado de uma única denúncia de usuário”, disse ela.

Em outubro passado, uma recrutadora da Força Aérea Real Canadense acordou e viu que sua conta do Facebook estava bloqueada. A mulher, que falou sob condição de anonimato devido ao seu status militar, havia sido hackeada.

Logo, uma foto de um crachá de emprego falso com o rosto dela apareceu em sua conta, juntamente com o texto: “Estou muito feliz em anunciar que sou certificada em criptomoedas.”

A recrutadora disse que imediatamente registrou várias denúncias na Meta. Com o passar das semanas sem resposta, sua conta começou a alegar que ela havia ficado rica com criptomoedas – até mesmo adquirindo um terreno para a casa dos sonhos – e que queria dar a mesma oportunidade a seus amigos.

A recrutadora disse que seu supervisor tentou pedir ajuda à polícia canadense, mas foi informado de que a Meta não costuma responder a denúncias de contas hackeadas feitas pelas autoridades. Assim, a recrutadora avisou seus amigos para não interagirem com a conta falsa e pediu que eles também a denunciassem para a empresa.

Questionada sobre o incidente, a Real Polícia Montada do Canadá afirmou que levanta regularmente denúncias de abuso em plataformas como as da Meta, mas se recusou a comentar o caso específico.

Mas nada aconteceu. Após cerca de um mês, Mike Lavery, um ex-oficial do exército canadense com quem a recrutadora havia trabalhado anos antes, ligou para ela. Ele havia perdido 40 mil dólares canadenses (cerca de US$28.000) depois de investir no golpe das criptomoedas que mostrava o rosto dela.

“Pensei que estava falando com um amigo de confiança que tinha uma reputação muito boa”, disse Lavery à Reuters sobre a conta do Facebook sequestrada. “Por causa disso, minha guarda estava baixa.”

A recrutadora disse que chorou quando Lavery lhe contou o que havia acontecido. “As pessoas estavam sendo prejudicadas porque confiavam em mim”, disse ela. Ela disse que pediu aos amigos que continuassem a denunciar a conta desonesta.

“Dezenas de pessoas denunciaram, várias vezes cada uma”, disse ela, estimando que a Meta recebeu mais de 100 denúncias. Quando Meta finalmente tirou do ar a conta hackeada, pelo menos quatro outros militares já tinham sido enganados, disse ela.

Brian Mason, um investigador da Polícia de Edmonton, no Canadá, conseguiu ajudar a rastrear 65.000 dólares canadenses dos fundos roubados das vítimas até a Nigéria. Mas a recuperação do dinheiro provavelmente seria difícil ou impossível, disse ele à Reuters, porque “o dinheiro foi convertido em contas bancárias na Nigéria, nas quais não podemos tocar”.

A Meta se recusou a comentar sobre a conta hackeada do recrutador da Força Aérea ou sobre suas vítimas.

Como a Meta fiscaliza fraudes
Internamente, a Meta se refere a fraudes como essa como “orgânicas”, o que significa que elas não envolvem anúncios pagos em suas plataformas. Os golpes orgânicos incluem anúncios classificados fraudulentos colocados gratuitamente no Facebook Marketplace, perfis de namoro falsos e charlatões que promovem curas falsas em grupos de tratamento de câncer.

De acordo com uma apresentação de dezembro de 2024, a base de usuários do Meta está exposta a 22 bilhões de tentativas de golpes orgânicos todos os dias. Isso se soma aos 15 bilhões de anúncios fraudulentos apresentados aos usuários diariamente.

Alguns dos documentos indicam que a Meta fiscaliza a fraude de uma forma que não consegue capturar grande parte da atividade ilegal em suas plataformas.

Depois que a polícia de Cingapura forneceu à empresa uma lista de 146 exemplos de golpes direcionados aos usuários daquele país no último outono, a equipe da Meta descobriu que apenas 23% realmente violavam as políticas da plataforma. Os outros 77% “violam o espírito da política, mas não a letra”, diz uma apresentação da Meta sobre os relatórios policiais.

O marketing enganoso sinalizado pela polícia de Cingapura, sobre o qual a Meta não agiu, incluiu ofertas “boas demais para serem verdadeiras” de 80% de desconto em uma marca de grife, promoções de ingressos falsos para shows e anúncios de emprego publicados por entidades que falsamente alegam ser grandes empresas de tecnologia.

Outros funcionários de segurança da Meta também documentaram casos em que as regras da empresa sobre fraudes não pareciam cobrir comportamentos obviamente ruins. Em abril, a equipe observou que havia descoberto US$250 mil em anúncios de criptomoedas fraudulentos de uma conta que dizia pertencer ao primeiro-ministro do Canadá.

“As políticas atuais não sinalizariam essa conta!”, diz um documento interno visto pela Reuters. Stone, o porta-voz da Meta, disse que os anúncios foram removidos por outros motivos. O gabinete do primeiro-ministro canadense não respondeu a um pedido de comentário.

Maiores golpistas e lances de penalidade
Mesmo quando os anunciantes ilegais são pegos em flagrante, as regras da Meta podem ser brandas, segundo os documentos. Um pequeno anunciante teria que ser sinalizado por promover fraude financeira pelo menos oito vezes antes que o Meta o bloqueie, afirma um documento de 2024 visto pela Reuters. Alguns anunciantes que investem altas somas – conhecidos pela empresa como “contas de alto valor” – poderiam acumular mais de 500 advertências sem que o Meta fechasse suas contas, dizem outros documentos.

Campanhas publicitárias fraudulentas podem atingir grandes proporções: Quatro campanhas removidas pela Meta no início deste ano foram responsáveis por US$67 milhões em receita mensal de publicidade, segundo um documento analisado pela Reuters.

Para chamar a atenção para as falhas percebidas pela empresa, um funcionário da Meta no início deste ano começou a emitir relatórios destacando o “Scammiest Scammer” (Golpista mais fraudulento) de cada semana. O relatório mostrava o perfil do anunciante que havia recebido o maior número de reclamações de usuários sobre golpes na semana anterior.

Os pares elogiaram a iniciativa. Mas o fato de ser citado no relatório nem sempre foi suficiente para que essas contas fossem fechadas. Uma verificação feita pela Reuters de cinco contas citadas em um relatório Scammiest Scammer descobriu que duas ainda estavam ativas mais de seis meses depois, incluindo uma que exibia anúncios de cassinos online não licenciados. 

Reuters
i. 06/11/2025 - 16:32
Reuters
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