https://youtu.be/Kc42AXC0Zqs?si=efVT24ZbUjYEtZDh
TÃO CRÍTICO QUANTO ÁCIDO, TÃO QUESTIONADOR QUANTO CÁUSTICO, TÃO CONTESTADOR QUANTO CORROSIVO E TÃO POLÊMICO QUANTO ANÁRQUICO. ESSE É ANARCHY NOW! UM BLOG OUTSIDE, REBEL, ANARCHIST, ATHEIST, INCONFORMISTA E LIBERTÁRIO, CONTEXTUALIZADOR CONTENDO CRÍTICAS, QUESTIONAMENTOS E CONTESTAÇÕES SOBRE TUDO ESPECIALMENTE SOBRE AS MEDIOCRIDADES E INFERIORIDADES DO BRASIL E DOS BRASILEIROS.
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A retirada da lei Magnitsky Global Act, por Trump, do violador, usurpador e estuprador dos direitos humanos, das leis e da Constituição Federal, não foi só uma desmoralização da lei Magnitsky, como da confiança nos princípios americano de respeito às liberdades individuais, afinal a Lei Magnitsky Global Act, foi criada não para servir aos políticos e governantes americanos muito menos para ser usada como moeda política de troca do tipo "toma lá, dá cá" exatamente como Trump fez ignorando todos os crimes gravíssimos cometidos pelos déspotas tiranos togados do judiciário tupiniquim contra inclusive cidadãos americanos, e até atentando contra a primeira emenda da Constituição americana.
Usar uma lei que trata de respeito a direitos humanos e aplicada contra um violador usurpador e estuprador contumaz dos direitos humanos, como moeda de troca foi o maior descrédito e desmoralização nas instituições americana e também em um governante americano afinal quem apartir de agora acreditará em uma retórica americana.
Mas Donald Trump ao fazer isso não surpreendeu ninguém que já conhece seu caráter ou a total falta dessa virtude em Trump não é por acaso que ele além de trair seus aliados de longa data como os europeus e a Ucrânia ainda apoiou e se juntou a Vladimir Putin o maior criminoso contumaz de guerra desde Hitler e Stalin, o que se poderia mesmo esperar de um indivíduo com esse tipo de caráter.
Para Trump seu clichê "american first!" não é só a prioridade é os Estados Unidos mas principalmente 'os fins justifica os meios' ou seja, ser canalha, cafajeste e calhorda é o que importa e que se dane a crença nas instituições americana.
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Chega de metáfora educada. As saúvas mandam no Bostil.
Elas legislam, julgam, pregam, administram, exploram e ainda posam de salvadoras.
Chamam privilégio de estabilidade.
Chamam repressão de ordem.
Chamam miséria de ajuste.
Toda vez que o país tenta respirar, alguém grita:
“Cuidado! Sem nós, o Bostil acaba!”
Mentira.
Com vocês, ele apodrece.
O autoritarismo sempre volta com a mesma fantasia:
“É duro agora para melhorar depois.”
Depois nunca chega.
O que chega é mais controle, mais medo, mais silêncio.
As saúvas modernas não destroem lavouras.
Destroem imaginação política.
Convencem o povo de que não há alternativa.
Que reclamar é crime.
Que pensar é ameaça.
O maior golpe da história bostileira não foi militar, nem jurídico, nem econômico.
Foi psicológico:
fizeram o país acreditar que precisa de parasitas para sobreviver.
Não precisamos de salvadores da pátria.
Precisamos derrubar o altar onde eles se colocaram.
Se o Bostil acabar, não será por excesso de liberdade.
Será por overdose de ordem inútil, de poder inútil, de gente inútil no topo sugando tudo.
Ou o Bostil acaba com as saúvas do poder,
ou continuará sendo apenas um território administrado por elas.
E não:
isso não é extremismo.
Extremo é achar normal viver sendo roído.
Anarchy Now!
Sem medo.
Sem tutores.
Sem formigueiro.
Isso é inimaginável em qualquer país civilizado.
É apenas mais um detalhe que passa quase despercebido em um contexto ainda mais surreal.
O suposto defensor da “democracia” e combatente das “fake news” usou o microfone para agradecer ao presidente para cuja eleição fez todo o esforço possível — uma eleição marcada pela censura sistemática ao seu opositor — em razão do fim de sanções que recebeu por violações aos direitos humanos.
Segundo o ministro, as sanções foram encerradas porque a “verdade prevaleceu”. Ou seja, de acordo com essa narrativa, o governo americano teria sido induzido ao erro por mentiras.
Há apenas um problema: na nota oficial do governo americano, não há nada que sugira “erro”. Ao contrário, o documento reforça a preocupação com as violações, tratando a aprovação do projeto de “Dosimetria”, chamado pelos americanos como "Anistia", como um passo no sentido de corrigir esses abusos e motivação para o fim das sanções.
Ainda que tímida para reparar o estado de exceção em curso no Brasil — marcado por censura e perseguição política brutal —, a votação desse projeto é uma prova incontestável da existência de abusos. Afinal, se de fato estivéssemos vivendo uma normalidade democrática, ele jamais teria sido sequer cogitado, quanto mais aprovado.
Mais uma vez, vemos a inversão da realidade: o caçador das “fake news” promovendo mais uma mentira descarada; o autoproclamado protetor da “democracia” se vangloriando de uma medida que, na prática, expôs todos os abusos de autoridade.
O governador Tarcísio, também presente no evento, ao lado de outros integrantes do establishment e do próprio Descondenado, aplaudiu o ministro e afirmou ser necessário “virar a página da polarização”. Trata-se da rendição completa ao sistema de repressão brasileiro. É esse o novo líder da "oposição"?
Quem sair por último, que apague a luz.
Leandro Ruschel.
Abra o link abaixo para saber mais como a narco-ditadura, stalinista, cleptocrata de toga o Togadistão, Narcodistão funciona!
https://youtube.com/shorts/x_qdLVAj7uI?si=MUnw3XwZ_PfSuYg-
https://youtube.com/shorts/7xUYSIwFTqg?si=NDwreZWVBs2np9H6
https://youtube.com/shorts/_osaq5tYkws?si=U8H6z6D34zqjnvHL
Frase de Monteiro Lobato, que nunca esteve tão atual como está agora.
Literalmente, Monteiro Lobato falava de um país rural corroído por uma praga real: as saúvas, que devastavam plantações enquanto o Estado era omisso, atrasado e ineficiente. Não era apenas um problema agrícola — era a imagem de uma nação incapaz de proteger a própria base material da sobrevivência.
Simbolicamente, as saúvas representam tudo aquilo que corrói o Brasil por dentro: clientelismo, ignorância institucionalizada, burocracias parasitárias, elites extrativistas, corrupção estrutural e uma cultura política que se alimenta do atraso. Não são insetos — são sistemas, hábitos, castas.
Ideologicamente, a frase expressa o pensamento modernizador do início do século XX: ou o país enfrenta seus problemas com ciência, política pública e ação coletiva, ou será devorado por eles. Mas aqui surge a contradição central: historicamente, o combate às “saúvas” no Brasil quase sempre serviu de pretexto para autoritarismo, repressão e concentração de poder. Em nome do “progresso”, esmagaram-se pessoas, comunidades e dissidências — confundiu-se praga com povo.
Hoje, a metáfora é ainda mais brutal. As saúvas modernas usam terno, farda, púlpito, toga e algoritmo. Elas consomem orçamento, direitos, futuro e imaginação. Alimentam-se do medo, da polarização e da mentira organizada. E sempre oferecem a mesma chantagem: ou obedecemos à ordem deles, ou o país acaba.
É aqui que a frase se inverte.
O verdadeiro dilema contemporâneo não é mais “autoritarismo ou progresso”, mas progresso para quem, imposto por quem e a que custo. Porque todo projeto que promete salvar o Brasil eliminando a crítica, a autonomia e a pluralidade não combate saúvas — cria colônias ainda maiores.
A resposta não é trocar uma praga por outra, nem aceitar salvadores de pátria com veneno forte demais. O manifesto é claro:
o Brasil não acaba com suas saúvas fortalecendo o formigueiro do poder.
Acaba desmontando as estruturas que permitem que elas existam.
Se o Brasil acabar, não será por falta de ordem.
Será por excesso dela — uma ordem que protege saúvas e chama isso de progresso.
https://youtu.be/KfO-HOlqKKU?si=znXO2fv3z-7fo7le